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domingo, 13 de abril de 2014

Festa de dois aninhos: boa, bonita e econômica


A comemoração dos dois aninhos do nosso príncipe João saiu do jeitinho que eu queria... simples, bonita e barata, se comparada com a do ano passado, quando gastamos muuuuuuito. Apesar de eu ter amado tudo com a praticidade da casa de festa no primeiro aninho, resolvi que a segunda vez seria mais simples, mais econômica, mas charmozinha. Por que não?

 Para conseguir essa proeza, tivemos, claro, de fazer muita coisa por conta própria. Abri mão de contratar aquelas empresas que fazem tudo pra gente e, com uma participação muuuuito grande do marido, providenciamos cada detalhe. Mesmo assim, o valor previsto ainda extrapolou em 70%, kkk. Mas foi bem mais barato que ano passado, menos da metade. Veja como foi:

Foi dia 30, aniversário de 70 anos do meu pai que comemorou também
1. Lista de convidados Ano passado paguei para 120 convidados, compareceram menos de 70. Neste ano reduzi bastante a lista e convidei só familiares de primeiro grau e aqueles amigos com quem de fato convivemos. Gostaria de poder chamar todo mundo, tem tanta gente que eu amo tanto e que mora lá longe. Mas, nessas horas, "hay que endurecer-se, pero sin perder la ternura". Auhauahu. Fechamos a lista em 70, foram 50. Belezinha!

2. O lugar 
A economia começou pela escolha do local. Eu teria feito em casa, se lá coubessem mais que dez pessoas, rsrs. Optei por um salão da Sede Campestre do Clube onde somos sócios, pagamos mensalidade e quase nunca usamos. O salão servia mais de 60 pessoas, inclui as toalhas, tem banheiros bem cuidadinhos, é bonito, novinho, tem TV a cabo com canal de música infantil, tem cozinha com freezer, fogão e tudo mais, tem funcionárias que lavam toda a louça e limpam tudo (é a parte que eu mais gosto) e custou só a taxa de uso, de uns R$ 150, mais R$ 3 por convidado não-sócio (uns R$ 90). Por aí, salões de festa começam em R$ 400...

3. Decoração 
Até pensei em improvisar, mas andava muito ocupada, com dois trabalhos para dar conta e resolvemos contar, aí sim, com uma ajudinha profissional. Mas encontramos a Fran, da Inventando Arte, que tem uns temas bem fofos, simples, mas lindos e baratos. João é quem cuidou disso sozinho, veja que amor. Me mostrou as opções pela internet e escolhemos o de ursinho, para aproveitar uma temática bem fofinha e infantil enquanto ele não se apaixona pelos super-heróis que depois dominam os ambientes de festa. O kit com mesa principal, painel de balões e ursinhos com balão que decoraram as mesas dos convidados saiu por menos de R$ 300.Valor abaixo do que se cobra por aqui.


4. Convites e lembrancinhas 
Eu mesma fiz! #ahlámanuzinhavéia. Depois de escolher o tema, tirei umas ideias no professor Google e desenhei, sem saber desenhar, um ursinho em EVA: recorta, cola, faz lacinho, cola um dedo no outro, faz aquela bagunça em casa, passa a madrugada na lida, mas sai! Apesar de simples e não profissional, achei que ficou fofinho. E foi arte minha, oras. #orgulho. Usei papel de scrapbook, papel vergê, EVA, canetinha permanente, cola, fitinhas, e envelopes no convite. Para a lembrancinha, um bloquinho de anotações (ano passado foi porta-canetas, então dá sequência, né?), além dos itens anteriores, foi mais saquinho plástico e daqueles clipes grandões. Todo o material saiu por uns R$ 100 e sobrou coisa ainda.

5. Comes e bebes 
Seria lindo um buffet de tortas, mas no caso o que deu foi cocreti e brigadeiro messss, rara. Mas eram salgadinhos bem saborosos e docinhos deliciosos. Também abri mão do bolo falso, que custava uns R$ 70, para investir nesse bolo delicioso de seis quilos, recheado de mousse e sorvete. O sabor dele é Napolitano e acho que todo mundo adorou. Tava realmente uma delícia. No mais, refris, água, cerveja e sucos. Foi a parte mais cara da festa e saiu tudo uns R$ 700, porque a gente optou por quituteiras mais renomadas. Valeu a pena, mas certamente, se tivéssemos mais tempo para experimentar, acharíamos opções também boas e mais em conta.

6. Brinquedos Aos dois aninhos, nosso bebê ainda não repara se a gente não alugar aquele brinquedão inflável ou um parquinho inteiro. Na verdade, como choveu o dia todo, foi até bom que João alugou apenas a piscina de bolinhas e a cama elástica. E foi suficiente para a criançada se divertir bastante. Saiu R$ 160 os dois.

7. Sem garçons 
O marido bem que tentou contratar um garçom, mas o sujeito deu o cano. Eu mesma cortei o bolo, enquanto minha mãe, sobrinha, tia e prima ajudaram a servir. Foram também os familiares mais próximos que deram uma mão na hora de servir os salgadinhos e bebidas. Quer saber? Ficou todo mundo bem à vontade e deu tudo certo.

8. Fotografia 
Neste aspecto sou suspeita. Gosto de registrar cada momento da nossa vida e sempre conto com a ajuda de grandes profissionais, amigos queridos, para fotografar. Mas, neste ano a ordem era diminuir os custos e optei por eu mesma tirar as fotinhas. Sim, tirar foto, porque fotografar mesmo é coisa pra profissional, rerere. Na maior parte do tempo deixei a câmera no automático e, depois de registrar a presença dos convidados, deixei ela solta por ali. A sobrinha Isabella ajudou a registrar tudo e a amiga Manu nos deu uma mãozona na hora do parabéns. Funcionou. Não é “O álbum”, mas temos o registro.

No fim, nossa festinha foi bem bacana. Joãozinho adorou, brincou o tempo todo com todas as criancinhas e até agora quando vê um ursinho diz “uso, niveisalio nenê”. Ninguém pôde estourar um balãozinho sequer porque nosso filho tem pavor e a gente respeita isso. Ele ganhou muuuuuitos presentes, a maior parte roupa (alegria de uma mãe). Tá vestidinho para este inverno e, nesse ponto, a festa acaba se pagando.

Eu revi muita gente que amo demais e curti também, recebendo de todo mundo o carinho especial por estar, desta vez, carregando mais um bebezinho na barriga. Ano que vem tem mais. 

 Aliás, ano que vem teremos duas festinhas de bebê, né? A do novo neném é garantida, mas, nos meus planos, de agora em diante as festinhas do João serão na escolinha e só pra gente, em casa. Não sou muito a favor de gastança em festa. Há tantas prioridades. Mas, chega perto da data a gente se empolga, não tem jeito! rsrs. Afinal, eu e meus irmãos sempre tivemos festinhas, com bolos caprichados que a mãe fazia. Nunca passamos em branco: a vida merece e deve ser celebrada!
 
E você? Costuma fazer as festinhas dos filhos? Põe a mão na massa? Comemora em casa? Consegue economizar nessa hora? Deixa sua dica aí, vai? :-)

 Beijinhos, Manu











terça-feira, 8 de abril de 2014

Grávida de novo: a descoberta!

Primeiro teste

Nem deu tempo de contar ainda, mas Joãozinho parou de mamar no peito no dia 16 de janeiro, com um ano e nove meses. O que isso tem a ver com a descoberta desta segunda gravidez? Bem, eu tomava pílula para lactente e ela acabou uns dez dias depois do desmame. Aí... Manuzinha aqui voltou a ser uma pessoa normal, que tem ciclo menstrual e, inclusive, óvulo! Rá!

A menstruação veio em fevereiro e para variar eu não anotei a data. Mas foi no começo do mês. Falei pro marido que agora teria que tomar pílula normal e ele sugeriu que eu esperasse consulta com a ginecologista para ver que método seria melhor. Homem sábio! Concordei, claro.

Ainda mais porque eu e João estávamos numa fase de muita correria. Eu trabalhando feito uma doida, manhã, tarde e noite, vivia cansada e, sinceramente, não foi assim uma época de alto desempenho namorístico, sabe? Rerere. Aliás, foi é um período de "me deixa dormir", kkk.

Mas, quando Papai do Céu resolve uma coisa, não há oportunidade perdida né? Acho que este nosso filho vai ser um grande atleta, pois, eis que o primeiro óvulo disponível em três anos foi fecundado por um
danadinho de um perseverante espermatozoidinho que deve ter ultrapoderes de romper barreiras, rsrs. Você entende, né?

O fato é que nas semanas seguintes, sempre muito ocupada, com a cabeça a mil porque saí de um trabalho para entrar em outro, nem imaginei que poderia estar gestando uma criaturinha. Chegou março e, com ele, uma certa expectativa, sem medo e sem cobrança, de que aqueles dias chegassem. Nada na primeira semana.

Na segunda semana viria, com certeza. Absorvente na bolsa, senti até uma colicazinha e apelei para a TPM para explicar um mau-humor em casa. Mas que?! Ainda não estava preocupada. Tinha muita coisa
para pensar e, como nunca fui uma pessoa reguladinha e não lembrava direito a data, nem dei atenção.

Aí, no domingo, 16 de março, passei o dia na casa da mãe, em Castro. Fui levar os convites do aniversarinho de dois anos do Joãozinho. Na conversinha à tarde, apoiei a cabeça na mesa e senti uma
imensa vontade de dormir (desde então, este sono vespertino persevera e me vence todos os dias).

- Acho que só senti tanto sono assim quando estava grávida. 

- E será que não está?

A mãe me colocou uma pulga atrás da orelha. E ela só sairia meia hora depois, quando o teste de farmácia chegou com o motoboy.

Momentos de emoção, expectativa. Mal coloquei a lâmina no potinho e lá estavam: dois risquinhos!!!

Tremedeira, coração acelerado, explosão de sentimentos. Alegria, acima de tudo.

Minha mãe correu pro abraço. As cunhadas Day e Rapha vibraram junto e o marido até acordou da soneca que tirava no quarto.

A reação dele foi estranha... Não quis me abraçar, colocou a mão na cabeça e se perguntava: "E agora? Preciso passar num concurso! Preciso estudar!", rsrsrs. Alguns minutinhos depois ele me abraçou e em
seguida ligou pros seus familiares para contar a novidade.

Joãozinho batia palminhas no meio do fuzuê, sem saber o que a gente queria dizer com "você vai ter um irmãozinho", ou "tem um nenê na barriga da mamãe". Agora ele até repete que tem nenê na barriga, mas
fecha a cara quando eu é que digo isso. Quando pergunto onde está o nenê da mamãe ele responde "aqui", apontando pra si mesmo, lógico!

No dia seguinte, antes de ir pro trabalho, passei no laboratório e ali mesmo começou uma choradeira que anda difícil de evitar. O exame de sangue confirmou. Temi por dar essa notícia aos colegas de trabalho e, principalmente ao novo chefe, que há apenas uma semana tinha me contratado. Ficamos todos sem muita opção. Ganhei os parabéns e venho tentando controlar o desequilíbrio emocional típico dessa fase, aquela sensibilidade extrema que um furacão de hormônios traz para meu corpo. 

Já são oito semanas e amanhã, finalmente, terei minha primeira consulta do pré-natal. Uma dificuldade imensa em conseguir vaga com os ginecologistas dessa cidade. Pedi à secretária para adiantar as solicitações de exames e já fiz todos. No primeira ultrassom, ainda com cinco semanas, só uma bolsinha, sem embrião... Um apanhado de células se dividindo e multiplicando para gerar esta vida, que agora já deve ter um coração retumbante aqui dentro de mim. 

Amanhã será um dia importante. E vou fazer de tudo para vivenciar os momentos felizes desta gestação, apesar de uma série de dificuldades que venho enfrentando neste primeiro mês de descoberta e que praticamente dominam meu pensamento, mesmo contra minha vontade. Preciso me concentrar no que de fato mais importa neste momento: tenho um bebezinho no meu ventre e este é, novamente, um raro momento mágico da minha vida. Provavelmente minha última gestação... Meses que devem ser de pura felicidade. E que assim serão!

Beijinhos a todos e obrigada por me acompanhar neste relato. 

Manu mamãe ao quadrado.
Te amo muito! E você é totalmente bem-vindo(a)!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

2 aninhos!!! Parabéns, anjinho de luz


Ele me diz "bom dia pincesa" e, do nada, me abraça e me enche de beijinhos. Ele já forma pequenas frases e sabe descrever com quem esteve, onde esteve... Conta "um, doish, cinco, oito, deish" e bate palminha. Cantarola "gato-to, chica-ca, miaaau" enquanto mexe nas minhas gavetas (como sempre). Junta as mãozinhas pra rezar antes de dormir e finaliza com o "amém-boa-noiti-papai". Ele ajuda a arrumar a mesa, espalhando as esteiras... Ele acaba de fazer dois aninhos e é o serzinho mais lindo deste e de todos os universos.

Meu querido filho, amado companheirinho, está de aniversário. Mais uma vez tenho aquela sensação de que tudo está indo rápido demais e tento aproveitar ao máximo o tempo que temos juntos - cada vez menor agora que estou trabalhando direto.


Celebramos o 2 de abril com três dias de antecedência, no domingo, para reunir a família numa festinha simples, mas que ficou super fofa no Clube. Ele parece ter adorado o tema de ursinho, mas só fala na "boinha", que é a piscina de bolinha, e no "pula-pula", que ele só tem coragem de entrar se for com alguém maior, segurando sua mão.

Meu príncipe é medrosinho e anda super assustado... Tem medo de qualquer barulho forte e chora se ouve uma bexiga estourar, por exemplo. Treme e tem o coração disparado com fogos de artifício. Me agarra forte se alguma coisa cai e faz barulho. Mas, enfrenta com coragem e animação a nova rotina de ficar o dia todo na escolinha... É o aluninho mais comportado e mais comilão também. Repete todas as refeições, segundo a tia Marcia, de quem ele é um grude.

Nosso bebezinho cresceu muito e já começa a demonstrar uma sensibilidade para o amor e para o bem. Sabe aquelas coisas que as crianças fazem, sem ninguém ensinar, e que nos emocionam porque são ações por um mundo melhor? Outro dia, em Tibagi, as bisas estavam de pirracinha, uma com a outra. Coisa de irmãs. Uma em cada canto e todo mundo preocupado, mas sem coragem de se meter. Estávamos indo embora e Joãozinho pedindo a bênção de um por um. Parou na bisa Tere, pegou sua mão e a levou "paxiá". Ela foi, obediente ao netinho, sendo conduzida até a casa ao lado. Porta aberta e sem ter como fugir da situação, a bisa Cuca recebeu a irmã com um "boa-tarde comadre". Foi assim que fizeram as pazes. Joãozinho fez as duas darem as mãos. Ele não sabia de nada.

Pode ter sido só uma coincidência. Mas todo mundo ficou admirado. Viemos embora com a sensação de que nosso filhinho já é, desse tamanico, uma pessoa a serviço do amor e da paz. Uma ferramenta do bem. Acho que isso faz parte do universo de pureza das crianças, né?


Bem, há dois anos eu o via pela primeira vez, sentia seu cheirinho e escutava seu chorinho. Foi a maior e mais importante emoção da minha vida. Hoje, só posso agradecer a Deus por ter me dado esta linda, complicadíssima e deliciosa missão de ser mãe de uma criança tão maravilhosa.

Obrigada meu anjinho, meu Joãozinho, por ter vindo pra mim, por me fazer feliz todos os dias, por ter esses olhinhos de amor e de carinho que aconchegam meu coração. Te amo imensamente. Muito mais do que era capaz de imaginar que fosse possível amar. Parabéns! Que o terceiro aninho seja de incríveis descobertas e infinitas alegrias. Com muita saúde, como sempre!

Este ano, seu presente chega em outubro ou novembro, na forma de um irmãozinho, ou irmãzinha, tá? :-)

Beijos da Mamãe!




domingo, 23 de março de 2014

Grávida, de novo!




A notícia chegou como num plantão de Jornal Nacional, interrompendo a programação, emudecendo todos ao redor e provocando aquele impacto que leva algum tempo para ser absorvido. Para mim, é uma informação que muda a vida completa e definitivamente. Ainda agora, uma semana depois, estou aos poucos assimilando o que aconteceu. Estou grávida de novo!!!  Vamos ter mais um bebê.


Desta vez, tudo está bem diferente. Lembrei a emoção gigantesca e da alegria sem fim que me envolveram na primeira descoberta, há quase três anos... Agora, além de felicidade, claro, há muitos outros sentimentos envolvidos.


Primeiro a sensação de que fui irresponsável. Eu planejava ter mais um filho, mas imaginava isso pra daqui a dois anos, quando nosso Joãozinho teria quatro e entenderia a chegada de um irmão com mais facilidade... quando eu estaria estabilizada e com algum tempo de carreira de volta ao trabalho... quando o pai já seria um profissional autônomo, dono do próprio nariz.

Enfim, veio bem antes e sem planejar. Veio bem quando resolvi aceitar o trabalho como produtora na RPC TV, neste retorno gradativo e difícil que foi o meu ao mercado de trabalho. Deixei a Rede Massa numa semana, na outra comecei na Globo e na seguinte me descobri grávida. 

Claro que foi uma notícia difícil de dar àqueles que me receberam tão bem e que contavam comigo sem imaginar que daqui a oito meses ficarei por seis ausente. Mas contei logo de cara e tive o apoio de todos. Não é a melhor notícia que eu poderia dar a eles. 


"...ser novamente este meio em profunda transformação, com uma profusão de células agindo para que eu seja uma fabriquinha de gente..."


Tem a faculdade também. Tem minhas aulas e meus alunos. Tem o fato de que acabei de desmamar o Joãozinho... Uma certa preguicinha de pensar em “tudo outra vez”. Eu tinha imaginado um período de “descanso” agora que nosso bebê está mais independente. Umas viagens, curtir mais o marido, quem sabe sair à noite só nós dois? E eis que a vida me surpreende e me coloca esta enorme responsabilidade pela frente. 

Ao mesmo tempo, passo a mão na barriga e penso neste serzinho que ainda está entrando na quinta semana de existência... Imagino como é o momento em que, nesta semana, um saquinho gestacional se desenvolve e ganha um coraçãozinho. Ah, como eu queria saber qual é o exato instante em que ele começa a retumbar. Tum-tum, tum-tum, tum-tum... Até bater tão forte que num ultrassom faz lembrar um galopar de cavalos ou uma batucada de escola de samba.

Este momento já deve ter chegado, ou está prestes a acontecer. Fiz o primeiro ultra, na quarta. Ainda era apenas a bolsinha que antecede a formação da placenta. Um risquinho que dava início à formação do tubo neural. E semana que vem já vai ser um embriãozinho.

Muito antes disso, este filhinho, ou filhinha, é um espírito, uma vida que resolveu vir ao mundo através de mim e do meu marido, uma alma afim, que vai me transformar novamente numa mulher em seu estado mais completo – aquele em que ela gera outro ser.

Penso nele, ou nela, lá na frente da prateleirinha de mamães possíveis, apontando o dedo pra mim e dizendo: “é com ela que vou encarar mais esta viagem à Terra”! Que grande honra e que enorme bênção ser confiada por Deus para carregar em mim e depois ajudar a formar a personalidade de um ser humano.

São, como você vê, sensações contraditórias. Sentimentos ainda confusos... Medo de não dar conta de dois. Receio de não aguentar com a mensalidade da escolinha (acho que não vamos mesmo, rsrs). Um peso enorme da missão de educar... Uma alegria gigante por ser novamente este meio em profunda transformação, com uma profusão de células agindo para que eu seja uma fabriquinha de gente... A felicidade de saber que seremos uma família maior, como a que sempre sonhei.

Aos poucos, os sentimentos bons vão apagando os receios, as incertezas e até aquela vergonhazinha que dá, quando conto que fiz um filho sem planejar. Ondéquejáseviu? Uma mulher moderna e bem informada como eu, engravidar assim por acaso?

Nessas horas penso que este acaso é aquele momento que Deus resolveu impor seu desejo sobre o meu, porque sabe o que é melhor pra mim.  E concluo que somos extremamente férteis, eu e João! Rsrs.

Quando parei com a pílula para engravidar do Joãozinho, achei que demoraríamos uns meses para conseguir. Ele veio do primeiro óvulo disponível, no primeiro mês! Agora, eu estava tomando Cerazette, que é pílula para lactente. Parei com ela dez dias depois que Joãozinho desmamou, em janeiro. Resolvemos usar preservativo enquanto eu aguardava a consulta com a ginecologista, em março. E esta gestação aconteceu no primeiro óvulo disponível, mais uma vez, sem que tivéssemos ‘abusado’. Rsrsrs. Era ou não era pra ser?
Cinco semanas

Muitas sensações diferentes me tomaram nesta primeira semana de descoberta. Uma fome enorme, aquele sono, alergias na pele (como da primeira vez), inseguranças, correria em busca de uma consulta, exames, tonturinhas, um pouquinho de enjoo, sonhos malucos, mas uma certa tranquilidade, depois da aceitação. 

Sei que vai ser uma gravidez diferente, de menos ansiedade e mais experiência. O que não muda é um amor que começa a brotar e cresce todo dia, desde que meu filhinho passou pelo corredor que une nossos mundos e entrou aqui, dentro de mim. A sensação de que a vida vale mais a pena ainda, de que sou extremamente sortuda, de que estou novamente tendo a chance de viver com um milagre aqui dentro de mim. 

Passou a notícia do plantão, virou reportagem especial, documentário e agora estou prestes a viver com meu programinha diário sobre amor, saúde, conhecimento, entretenimento, variedades... felicidade, enfim!

Ninguém disse que vai ser fácil e que não vou enlouquecer (de novo) com tanto trabalho. Mas se é loucura, então melhor não ter razão! :-)
Seja bem-vindo(a), amor da mamãe!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Agora, papai participa bem mais!

Sou da opinião que pai não tem que ajudar a cuidar do bebê. E acho que você vai concordar comigo... Deixá-lo simplesmente ajudar seria assumir toda a responsabilidade sozinha e contar, às vezes, com uma forcinha dele. O certo é o pai fazer sua parte, participar integralmente, todo dia e em tudo! Pai tem que trocar fralda, dar banho, fazer comida, brincar, dar carinho, educar e fazer tudo o que a mãe faz.

Claro que na maioria das vezes, os pais trabalham fora enquanto a mãe consegue alguns meses de licença-maternidade. É quando a gente acaba fazendo quase tudo, até porque a amamentação é exclusividade nossa. Acho injusta essa lei que tira do pai o direito de estar presente nesses primeiros momentos, mas também não vejo muita saída no modo como vivemos em sociedade.

Agora, fora do horário do expediente, os tatas têm mais é que entrar na rotina da casa que ganhou um novo morador e colocar a mão no cocô, na mamadeira, na papinha e até na mãe, pra ela não esquecer que tem vida íntima... rere.


Lá em casa nem sempre foi assim. No começo, João trabalhava em outra cidade e fazia faculdade à noite. Nos víamos das 22 às 6 horas e sua participação nos cuidados com o bebê se limitavam aos finais de semana. E como eu tenho esse perfil de abraçar o mundo com as pernas, acabei trazendo para mim quase todas as obrigações. 

Felizmente um tempo depois ele passou a trabalhar aqui mesmo e concluiu o curso. Nossa vida começou a ficar mais parecida com a de uma família "normal". Só que até chegarmos ao ponto em que o papai estava em casa todas as noites, eu sentia uma certa distância entre Joãozão e Joãozinho. Sempre houve muito carinho, mas faltava tempo e oportunidade.

Aos poucos as coisas foram se ajeitando. Pai e filho passaram a ter mais contato, mais intimidade e hoje têm uma cumplicidade enorme. Acho que isso aconteceu de fato quando voltei a trabalhar, no meio do ano passado. Meu marido passou a ficar à noite a sós com o bebê em casa e teve tempo para criar afinidades com o filho.

Nosso lindo entrou na escolinha e é o papai quem leva e busca. Percebi que Joãozinho come melhor quando é o pai quem dá o papá e deixei essa tarefa quase que só para ele. Depois, paramos de dar banho na banheira e, como o João tem mais habilidade para segurar o menino debaixo do chuveiro, esse passou a ser também um momento exclusivamente dos dois, todos os dias.


Hoje, como meu trabalho tem horários menos flexíveis, nosso pequeno fica sob os cuidados do papi na maior parte do tempo durante a tarde e a noite. Eu sou só dele pela manhã. E é assim que os dois se tornaram unha e carne, mais que antes. São um luxo, um com o outro... Uma belezinha de se ver.

Fico imensamente feliz por termos conseguido chegar nesse ponto. Principalmente porque o João também começou a me ajudar mais com as atividades da casa. A louça do almoço já é dele há uns dois meses. Viva!!! :-)

Tudo porque tenho um marido compreensivo. Ele entende que meu tempo diminuiu e me deixa aproveitar mais com o bebê sempre que sobram quinze minutinhos. Nem tudo é azul no nosso reino encantado. Temos ainda muitas barreiras a vencer, mas já melhorou tanto! Por isso, minhas amigas que não contam tanto com os maridos, não desistam... Devagar a rotina se acerta e o mais legal é ver que pai e filho estão cada dia mais unidos.

E na sua casa? Como funciona essa relação? Conta aí. Beijocas e até mais.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

De volta ao trabalho: o desafio de conciliar maternidade e carreira profissional

E ainda conheci o Bozo, gente!!! :-)
Workaholic... Era eu antes de receber da vida meu maior presente e também a maior responsabilidade de todas: ter um bebê. Eu era do tipo que vivia para trabalhar, até na hora de dormir estava conectada, mandando e-mails, verificando pautas e pensando em todas as atividades que me aguardavam no dia seguinte. Amo minha profissão e já perambulei por quase todas as áreas do jornalismo nos últimos 14 anos. Sempre dei muita sorte e tive excelentes experiências. Faltava a TV. Agora, quase dois anos depois de parir Joãozinho, estou novamente na área, com expediente a cumprir e muitos desafios. O maior de todos é conciliar a carreira, num meio totalmente diferente para mim, com esta linda missão, ser mãe!

Comecei aos poucos, quando João tinha um ano e meio, no ano passado. Fui experimentar a docência, como professora da faculdade de Jornalismo da Secal e, obviamente, me apaixonei por ela também. O bebê foi para a escolinha e pude pegar uns free-lancers no período da tarde. Fiz uma editoria do Jornal Página Um por um tempo, depois abri minha própria microempresa... Arranjei freelas como assessora de imprensa do Núcleo Setorial de Tecnologia da Informação e de lá fui convidada para dar consultoria de marketing numa empresa do ramo. A consultoria trago até agora, uma vez por semana. Das aulas, entrei em férias e então surgiu a oportunidade de conhecer o mundo do jornalismo televisivo.

Na Prefeitura de PG

Joãozinho correu para os braços da vovó Sônia, enquanto eu me aventurava com o microfone da Rede Massa / TV Guará (SBT) nas mãos. Tudo tão diferente de todas as coisas que já fiz... Comecei cobrindo férias da repórter do programa Destaque, um matinal feminino bem bacana, onde pude abordar coisinhas que fazem parte da minha rotina, como comportamento, beleza, moda, maternidade. Adorei! Ainda sem jeito, sem saber direito como fazer, estou aprendendo na rua, com os cinegrafistas gente-boa que me conduzem, com uma equipe tão legal que até impressiona. Sempre tive companheiros de trabalho maravilhosos, mas aqui conheci uma redação todinha de pessoas que ajudam, integram e me fazem sentir em casa.


Parte da equipe muuuuuito querida que conheci


Meu dia de cozinheira no programa Destaque

Com Giselle Alonso, uma das apresentadoras do Destaque

Ponto alto foi quando participei ao vivo do Destaque fazendo a culinária do dia. Divertido demaaaaais! Deu um friozão na barriga. Ao vivo é o bicho. Mas rolou legal. Fiz meu caça-marido (kkk), uma torta de frango. Foi super hiper! Outra coisa joia é conhecer outras cidades da região, como as cachoeiras de Prudentópolis, o museu de Irati, a praça de Guarapuava, os cafés de Witmarsun... Sem falar na estrutura maravilhosa do SBT aqui em Ponta Grossa. Um prédio novo, lindo, com equipamentos modernos, microfone sem fio, câmera de última geração, carro novo, estúdios enormes e lindos. Uma delícia de trabalhar.

Essa cachoeira tem mais de 80 metros de altura

O namoro com a TV começou bem antes, naquela época em que tentei voltar a trabalhar, quando João tinha só dez meses, e desisti para poder ficar mais um tempo em casa com ele. Uma amiga querida, a Aline Rios, com quem trabalhei antes no jornal, me indicou para a reportagem. Na época, recusei. Mas tive uma segunda chance e abracei com entusiasmo. Era para ser só dezembro. Janeiro já está acabando e ainda estou aqui, agora cobrindo férias no Tribuna da Massa. Fico até final de fevereiro e, se Deus quiser, haverá alguma possibilidade de permanecer. Se não der, valeu a pena ê ê.

Nesse tempinho de TV, tive a chance de desconstruir vários preconceitos que tinha. Confesso que telejornalismo não foi minha disciplina favorita na faculdade... Levei de qualquer jeito, enquanto focava no impresso, nas assessorias e em rádio. Sempre achei que televisão era meio fake. Vi repórteres mexendo na cena, ensaiando com entrevistado, tratando tudo superficialmente. Pensava que aquilo não era a realidade como ela é. Até que empunhei o microfone e percebi quanto trabalho sério é realizado em frente e atrás das câmeras.

Todos os dias lembro do conselho de uma grande amiga: "não vai queimar o filme, Manu". E tento fazer o melhor possível em cada pauta, que geralmente são de serviço, denúncia e mostrando a situação de pessoas que, ao terem suas angústias ignoradas pelo poder público, apelam para a imprensa para conseguir um pouquinho de dignidade onde vivem.

Tenho tido contato com todo tipo de miséria, ruas esburacadas, bairros sem infraestrutura, pessoas desesperadas por não terem onde morar. É um mergulho de fôlego na realidade cruel de quem vive à margem da cidadania, cerceado de seus direitos básicos... E é aqui, na TV, o lugar que todo mundo acha que está cheio de glamour, que encontrei ainda mais sentido para seguir em minha profissão.

Em Prudentópolis

Tem maquiagem, cabelo chapeado, roupinha bonitinha e unha feita todo dia? Tem. Mas tem sol rachando na cuca, incêndio em residência, acidente na rodovia, morro pra descer, barro pra pisar, esgoto a céu aberto para mostrar. Tem gente que quase perdeu a filha alérgica porque o chocolate dizia ser sem leite e não era. O glamour tá só nos olhos de quem vê de casa. Na rotina do repórter, tem é correria (que eu adoro), comprometimento, suor (nunca na vida passei tanto calor) e muita dedicação. Vou tentando vencer minha maior dificuldade: escrever pouco, contar tudo em dois minutos. E o povo da edição tem paciência, viu... rerere.

Estou adorando tudo isso e, aos 32 anos, depois de tantas aventuras diferentes nesta profissão, sinto que encontrei algo que me dá ainda mais prazer de fazer. E olha que relutei tanto para procurar emprego nesta área... Desde que entrei para a faculdade, em 1999, os parentes e amigos perguntam: "vai trabalhar na TV, né?". Sempre respondi que preferia outras áreas. Cedi. E não me arrependo.

No meio disso tudo, com três empregos, sinto que posso ser mãe e trabalhar fora. Mais que isso: reconheço que preciso trabalhar, porque isso também me faz feliz. Nem sempre é fácil dar beijinho, abraço e tchau-tchau na hora de sair. Tem dias que dá vontade de ficar em casa com ele, só brincando, dormindo abraçadinhos. Mas, no geral, tudo está dando certo.

Produtor rural, na simplicidade de seu quintal

Admito que bate sim um remorso de vez em quando, como quase toda mãe sente. Aquela sensação de que estou "abandonando" meu filhinho, meu amor, meu príncipe, para buscar minhas próprias satisfações pessoais, pega. Pega sim! Mas aí lembro das coisas boas que estamos conseguindo com a renda a mais, como a reforma da casa, um quartinho lindo só pra ele, e da sensação de que estou de volta ao mundo.

Para compensar, passo todas as manhãs só com ele. Se antes a limpeza da casa era uma obsessão, fazer almoço era prioridade, agora deixo a casa virada de ponta-cabeça e uso todo o tempo possível para brincar com ele, acompanhar seu aprendizado e dedicar todo o meu amor ao meu maior amor.

Tem funcionado e acredito que, apesar da canseira, de algum estresse, tudo isso vale a pena. É assim que tenho lidado com o medo de perder aqueles momentos em que ele aprende uma nova traquinagem. E o melhor de tudo: sei que ele está bem no colinho da vovó e que vai ficar bem também na escolinha quando as aulas voltarem.

Sigo confiante, portanto! De braços abertos para as oportunidades que surgirem e enfrentando a saudade do meu pequeno e o medo de não ser a mãe que ele merece. No fim, só posso agradecer a Deus pela oportunidade que tive de ficar integralmente com ele nos 18 primeiros meses e por me abrir tantas portas agora, quando decidi voltar.

Amor maior do mundo!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

1 ano e 8 meses: meu bebê é um papagaio


Joãozinho completou 1 ano e 8 meses em dezembro... cada vez tenho mais a noção exata daquilo que sempre me disseram: o tempo passa muuuuuuuuuuito rápido para os bebês. Aliás, meu neném não é mais neném. Meu bebê é um piazinho muito esperto e que repete tudo o que a gente diz. Nesta fase, João soltou a língua e não para de falar. É meu papagainho.

O nome deste blog nunca fez tanto sentido. Ele descobriu meu apelido e agora me chama de "Manu-mamãe". A palavra preferida ainda é "não", mas agora ele também responde com um "tá" a tudo o que concorda. Adora dizer "chato", depois que me viu reclamando de alguma coisa. Sua comida preferida é "paca-iá-iá"! Traduzindo: uva. Não sei de onde tirou esse nome, mas é praticamente um mantra que ele repete toda vez que chega perto da geladeira... "paca-iá-iá, paca-iá-iá, paca-iá-iá".

Mostra a cabeça quando pergunto onde o Schumacher machucou e aponta para a perna quando falo do Anderson Silva, rsrs. Sobe e desce sozinho das cadeiras, bate o dedinho no prato para pedir comida, dizendo"põe, põe, põe". Brinca de adoleta comigo, adora cócegas e calçar meus sapatos de salto. Até consegue andar um pouquinho, se equilibrando. Pega minhas maquiagens e destrói tudo, quer minhas pulseiras e gosta de gel no cabelo igual ao papai.


toma banho em pé no box do chuveiro e ama água, não importa de onde venha. Banho de esguicho, de balde, de potinho ou de piscina... tendo água ele tá feliz. Na piscina é um perigo, porque pega embalo, vem correndo e se joga sem medo.

Medo ele tem de elevador, de escuro e de barulho muito alto. Mas coragem não falta para pular, andar de costas, escalar tudo o que pode. Além de repetir tudo o que a gente diz, também imita os adultos. Anda arqueadinho para mostrar como a bisa Tere caminha, junta os bracinhos para imitar o biso Alcindo, dá risadinha falsa pra tirar foto e assim vai...

Dica: essa camiseta da carters tem proteção solar contra raios ultra-violeta. Nem precisa passar protetor. 

Deu de ficar tímido quando chega alguém diferente em casa ou quando vamos a um lugar novo. Dez minutos depois, tá todo sorridente e carinhoso. Dá beijinhos melados, abraços apertados, faz joinha, junta as mãozinhas pra fazer coraçãozinho e adora rezar. Diz amém a cada final de oração e ergue as mãos para cantar para Maria ou "Jusuix".

Nosso gatinho está lindo e saudável. Depois que entrou em férias da escola, o nariz parou de escorrer e nunca mais teve febre. Em fevereiro volta pra escola... Fazer o quê? Por enquanto fica na casa da vovó Sônia, às vezes minha mãe vem pra cá e fica com ele, outros dias na casa da madrinha. Graças a Deus, porque estou trabalhando mais que nunca. Agora estou na TV Guará, Rede Massa / SBT. Mas, sobre isso, falo outra hora.
Bem que podia trocar o meu mamá pelo da vaca né? Mas não aceita leite de jeito algum

Ele ainda quer mamar na hora de dormir e de madrugada. Tem sido uma luta difícil. Não consigo tirar o peito dele de vez e isso agora tem nos incomodado. Mas, o importante é que estamos felizes! E nosso príncipe está lindo e inteligente.

No mês de dezembro, sobrevivemos a uma bagunça terrível em casa. Reformamos os quartos, com gesso no teto, pintura e móveis novos. Pense numa mãe quase maluca no meio do fuzuê! Joãozinho amou né? Abria todas as caixas e tirava tudo de dentro, pra piorar. reree. Passamos Natal em Castro e Ano Novo em Tibagi. Fiz rafting e rapel na cachoeira Salto Puxa Nervos (cascading). 46 metros de altura. Super recomendo!

Rapel no Puxa Nervos: muito bom!

Como ando muito sem tempo, passei só para registrar e não deixar meu bloguinho esquecido. Sinto muita falta de escrever aqui. Mas agora, fui. Beijoooooooooooos!








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