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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Meu bebezinho cresceu e quer independência



Já tem um tempo que ele vem dando sinais de que quer ser independente, mas de uns meses pra cá Joãozinho faz de tudo para mostrar que tem vontade própria e sabe o que quer. É incrível, mas aquele toquinho de 13 quilos quer se governar e bate o pé pra se impor às vontades alheias.

Noite passada foi um marco importante de sua independência. Pela primeira vez ele foi dormir na casa da vovó sem a presença dos pais. Quando vamos a Castro, ele dorme na cama da minha mãe, a vó Quel, mas a gente tá ali no quarto ao lado. Ontem foi diferente... Ele pegou sua malinha, me deu um beijo, disse boa noite e entrou no carro bem faceiro rumo à casa da vó Sônia... lá longe, do outro lado da cidade.

Foi por conveniência. O marido viajaria cedo nesta manhã e para não acordarmos a vovó tão de madrugada, optamos pelo pernoite do mocinho. Eu já vinha me preparando para este momento (ó o drama, rsrs) mas acabei sendo pega de surpresa.

Não vou dizer que foi difícil. Fiquei foi feliz porque ele não chorou, não fez manha, não pediu pra voltar pra casa e passou o dia bem lindo lá. Cheguei às 4 da tarde para buscá-lo e aí sim bateu uma dorzinha no peito. Ele ficou um tempinho meio arredio, como se tivesse bravinho por eu ter passado tanto tempo longe.

Senti falta do meu bebezinho, que dormia grudado em mim e que agora bate perna por aí e até posa fora de casa. E fiquei orgulhosa dele, afinal, na primeira tentativa, quando o deixamos na casa da madrinha, foi um chororô danado e buscamos o bonito no meio da noite.



Agora, por querer autonomia, meu minigentinha não aceita que a gente dê comida na boca e até que se vira bonitinho, sem muita bagunça. Não quer copo plástico. Quer de vidro, igual à gente. Detesta sentar no cadeirão, quer a mesa. Não gosta de andar de mãos dadas e quer ajudar servir a mesa, lavar louça. Coloca a cadeirinha na frente do balcão e aperta a torneirinha do filtro de água para se servir. Ai de quem não deixar.

Diz não pra tudo e a maior parte do tempo. Para concordar com algo que a gente diz, tem que ser do interesse dele. E faz as tradicionais birras em público. Já fez várias vezes. Se antes eu achava horrível, agora nem me importo. Deixo ele se jogar no chão um pouquinho, tento conversar, argumentar, se ele não melhora... fica lá esperneando mais um pouco. Foi assim no Museu. É assim em casa, no mercado... Me ofereço pra ajudar e quando ele aceita, dou colo e converso. Logo passa.

Às vezes, dependendo da teimosia, vai pro castigo, que é ficar algum tempinho dentro do berço. Ele já não usa aquilo como cama mesmo... tem dormido no colchão ao lado da nossa cama desde que teve pneumonia. Quando para de chorar, pede desculpas, me dá um beijinho e volta a aprontar.

Melhor amigo... Mateus

Tá na fase do "esse é meu" e apesar de amar o priminho Mateus, briga e disputa brinquedos com ele (e com todas as crianças).

Nessa mudança toda de comportamento claro que entra também um processo importante: o desfralde. Ele já mostrou que quer e está preparado. Duro é que são férias e teria que empenhar até a vovó, que já se ocupa o bastante em cuidar dele. Outro fato é o frio e a quantidade de cocô que esta criaturinha produz. Ele sempre foi meio que uma 'usina' sabe? Faz de quatro a cinco fraldinhas cheias por dia, rsrsr. Já pensou correr pro banheiro todas essas vezes? Fora os xixis... auhauah.

Ainda assim estamos tentando aos poucos. Não sei se é o certo. Pelo que leio, a coisa tem que ser de uma vez só. Mas, estamos tentando tratar de modo natural. Depois do banho, à noite, ele fica sem fralda e adora fazer xixi o tempo todo no peniquinho. Cocô não faz. É uma graça, porque depois do penico ele levanta, tira um pedaço de papel higiênico e limpa a bundinha, mesmo sem ter feito nada. rsrs.

Fica umas três horas assim e na hora de dormir, fralda de novo. Acho que o desfralde noturno fica pra depois mesmo, pois ele ainda não controla xixi enquanto dorme.

De um modo geral, Joãozinho é comportado e obediente. Super carinhoso. Me dá beijinhos gratuitos, abraça apertado e é a coisa mais linda do mundo quando junta as mãozinhas e reza: "papai do xéu, obigado pela fopa (sopa), cuida papai, mamãe, ãozinho (o próprio) e Piquito (Francisco)". Completa as frases do Pai Nosso, Ave-Maria e Santo Anjo e canta "Mãezinha do Céu". É um docinho.

Desde que desmamou, no início do ano, dorme super bem e a noite toda. Tira uma boa soneca à tarde também. Agora, se tiver um shopping, parque ou festa no meio do caminho, o sono passa batido. Quando eu e a cunhada Day levamos eles ao parquinho do Shopping, Joãozinho passou uma semana falando dia e noite sobre o "fopi", que "quer ir manhã no fopi". Um sarro.

"Páqui vê patu"

Para fazê-lo esquecer um pouco, levei no parque e foi mais uma semana de "vamos, mamãe, no páqui vê patu". Depois foi a festa junina da firma, onde ele encheu a pancinha de doce, que ficou na memória: "queio maish feta ina, mamãe". Assim vai...

Como vê, meu pequeno menino já fala bastante e de tudo. Repete absolutamente tudo o que a gente diz. Inclusive o "que saco" e o "cagada" que saíram sem pensar durante o malfadado jogo do Brasil contra a Alemanha... Tomara que ele tenha esquecido esta palavrinha em especial, enquanto a gente vai tentando esquecer o 7 a 1, rá!

O fato é que ele já conjuga verbos, reconhece cores, fala palavrinhas em inglês e adora conversar. Já sabe contar a história da branca de neve. É mais ou menos assim: "Buxa peio peio meu. Banca nevi comeu maxã e doimiu. Depois seteanõesh caixa vido". rarara. Não é fofo?

Nosso bebezinho cresceu, sabe se comunicar, mostrar o que quer, e nos coloca no papel de espectadores diante de suas próprias decisões. Eu sempre fui mãe coruja, mas nunca superprotetora (das exageradas, pelo menos), e isso me ajuda a encarar a evolução natural do Joãozinho sem repreendê-lo. Acho. rsrs.

Sinto cada dia mais orgulho das suas conquistas e de todas as mudanças que acontecem independente de eu querê-las, propô-las ou imaginá-las. E o mais bacana é saber que Francisquinho logo chega aqui para viver cada passinho de novo. Fase boa, enfim!


"Feta Ina"
Brasil!


domingo, 29 de junho de 2014

20 semanas: metade do caminho

Faltam só mais 20

Antes de tudo, um recadinho:

Francisquinho, meu amado... Quando você tiver idade para ler e compreender, vai ficar chateado se entrar nesse blog e ver que, em quatro meses, a mamãe não escreveu sobre como é bom estar esperando por você. Afinal, foram tantos posts pro João... Então, quero deixar claro, primeiramente, que eu te amo muito muito muito muito! E que a ausência de registros não é descaso. A mamãe tá numa fase diferente e cheia de trabalho, sem tempo pra nada. 

Penso todos os dias em coisas que eu queria deixar escrito, sentimentos tão bons em relação a você... Mas tenho tentado não me culpar por não poder dedicar esse tempinho para registrar. Simplesmente é uma época diferente em que me desdobro entre dois empregos, casa e cuidados com seu irmãozinho, que tem ficado doentinho com frequência. Mas você, Chiquinho, é prioridade e está super bem aqui dentro de mim, chutando e crescendo forte, com saúde, como mamãe sonha. Estou muito feliz em ter você e curiosa para te ver. 

***

Pronto, feita a mea-culpa, aproveito essa brechinha que surgiu entre mil coisas a fazer para pontuar que já se passaram 20 semanas. Foi muito rápido. Estamos na metade do caminho e numa gestação completamente diferente da primeira. Principalmente no quesito ansiedade. Se na primeira cada novidade me ocupava a mente em mil dúvidas, medos e incertezas, nesta as coisas são bem mais naturais, sem tanta pressa, sem insegurança. A euforia também é menor, não há surpresas, mas continua sendo uma época maravilhosa da vida.

Descobrimos que era menino já com 12 semanas. Ele é exibido! rara. Se no começo havia uma torcidinha para que fosse menina, dali em diante tive a certeza de que nasci para ser mãe de piazinho mesmo. Tô super feliz com isso e imagino que meus dois filhos serão irmãos muito unidos, que crescerão juntos para enfrentar a dois todas as descobertas e desafios da vida.

A barriga cresceu bastante no último mês. Já sou uma gravidinha visivelmente gravidinha, rsrs. E os pés já começaram a inchar :-( Achei que estaria livre disso desta vez, já que é inverno. Mas não.


Nos primeiros meses tive sintomas bem semelhantes à anterior: nada de enjoo, muito sono, alergia na pele do rosto (parei de usar esmalte e melhorou) e muita choradeira. Aliás, este foi um ponto marcante: chorei todos os dias por três meses! rara. Uma somatória de situações. Mudei de emprego, Joãozinho sempre dodói, estresse, marido nervoso e hormônios em ebulição. Acho que os hormônios dão conta de metade das lágrimas, que secaram no quarto mês.

Agora finalmente estou vivendo uma fase mais tranquila, emocionalmente. Consegui enfim me adaptar às mudanças da melhor forma que pude e enfrentar os novos desafios com mais coragem e otimismo. Estou entrando na melhor época da gestação e posso contar com as mexidinhas do Chiquinho para me divertir.

Momentos muito felizes são os que Joãozinho beija minha barriga e fala gritadinho ao meu umbigo para que o 'Fiquico' ouça. Diz que ama, oferece suco, convida pra brincar, dá boa noite. É uma delícia. Não sei se ele sabe bem o que se passa, que logo vai conviver com um bebezinho na casa... Tento explicar e estou preocupada em desfraldá-lo antes do bebê chegar. Mas é cada passo de uma vez.

As consultas têm sido maravilhosas. Amei a nova GO, doutora Maria Tereza, que é super atenciosa, me aperta inteira e examina cada detalhe. Além de tudo, tem aparelho de ultrassom no consultório e pelo menos uma vez por mês posso dar uma espiadinha neste serzinho fofo. Fiz a ultra das 12 semanas, com translucência nucal e medição do septo nasal... tudo certinho. Nesta semana teremos a morfológica, que é também uma gostosura.

Com relação ao meu peso, tava indo bonitinha, engordando quase nada e neste mês saltei uns dois quilos, rsrs. Foi o fim da choradeira que me deixou faminta, rere. Preciso me cuidar. Mas ainda estou super disposta, andando sem sofrimento, pouca dor nas costas, sono em dia. Para a anemia e falta de vitamina D constatadas no início já fiz tratamento e agora tomo um suplemento vitamínico e ácido fólico apenas. Ou seja, tudo belezinha no reino encantado do barrigão.

No Zoológico do Parque Iguaçu em Curitba. João amou a girafa
Aproveitamos para viajar agora, que Joãozinho deu uma melhorada (ele teve internado com pneumonia, teve gripe, infecção na garganta, conjuntivite, tosse e tomou seis antibióticos diferentes em dois meses) e que estou 'pequena' ainda. Foi uma maratona turística na nossa capital e adorei.

Para os próximos meses, muitos planos. O primeiro é diminuir o ritmo. Vou pegar apenas uma disciplina na faculdade, só para não me desvincular da instituição, e tentar descansar um pouco mais em casa. Diferente da primeira, nesta gravidez quase nunca tenho tempo de deitar e relaxar.

Depois preciso providenciar o enxoval. Temos praticamente tudo, que vai ser reaproveitado: quartinho, roupinhas, carrinho, bebê conforto, calçados, cobertas, brinquedos etc. Preciso só renovar a roupa de berço e dar uma olhada nas roupas. Assim como quase não comprei roupa pro João, de tanto que ganhou, pretendo não esbanjar com Francisco, que terá coisinhas usadas, mas lindas. Só o essencial mesmo.

Quero ainda fazer um ensaio fotográfico bem lindo, ao modo tradicional, e outro bem diferente, em algum cenário inusitado. Sugestões? Tô corajosa. Até porque, esta é provavelmente a última vez que fico grávida.

Nome de santo

Meu Chiquinho vai ter nominho santo por vários motivos. Sempre acreditei que a escolha não é da gente... os pais são simplesmente inspirados pelo espírito que já habita o ventre da mãe sobre o nome que ele deseja. Eu senti essa inspiração. Desta vez foi enquanto assistia TV e via mais uma das lindas atitudes de humildade e amor do novo papa, Francisco.

Juntou com o santo que adoro, o de Assis, que ama os animais e é um dos grandes exemplos de humanidade, solidariedade, que conheço. É o nome da minha avó paterna, que partiu há quatro meses, e de duas bisavós maternas. É um nome simples, forte e bonito. E o marido gostou porque é também o nome do Chico Xavier, que ele gosta tanto. Enfim... Francisco! Chiquinho para fazer dupla com Joãozinho.

Enfim... É tempo de preparar o ninho porque um novo grande amor da minha vida está para chegar. Por enquanto, vou carregando ele para toda parte, como parte de mim, e curtindo todas as sensações maravilhosas que uma gestação proporciona. Ser mãe, de novo, é sensacional.






domingo, 13 de abril de 2014

Festa de dois aninhos: boa, bonita e econômica


A comemoração dos dois aninhos do nosso príncipe João saiu do jeitinho que eu queria... simples, bonita e barata, se comparada com a do ano passado, quando gastamos muuuuuuito. Apesar de eu ter amado tudo com a praticidade da casa de festa no primeiro aninho, resolvi que a segunda vez seria mais simples, mais econômica, mas charmozinha. Por que não?

 Para conseguir essa proeza, tivemos, claro, de fazer muita coisa por conta própria. Abri mão de contratar aquelas empresas que fazem tudo pra gente e, com uma participação muuuuito grande do marido, providenciamos cada detalhe. Mesmo assim, o valor previsto ainda extrapolou em 70%, kkk. Mas foi bem mais barato que ano passado, menos da metade. Veja como foi:

Foi dia 30, aniversário de 70 anos do meu pai que comemorou também
1. Lista de convidados Ano passado paguei para 120 convidados, compareceram menos de 70. Neste ano reduzi bastante a lista e convidei só familiares de primeiro grau e aqueles amigos com quem de fato convivemos. Gostaria de poder chamar todo mundo, tem tanta gente que eu amo tanto e que mora lá longe. Mas, nessas horas, "hay que endurecer-se, pero sin perder la ternura". Auhauahu. Fechamos a lista em 70, foram 50. Belezinha!

2. O lugar 
A economia começou pela escolha do local. Eu teria feito em casa, se lá coubessem mais que dez pessoas, rsrs. Optei por um salão da Sede Campestre do Clube onde somos sócios, pagamos mensalidade e quase nunca usamos. O salão servia mais de 60 pessoas, inclui as toalhas, tem banheiros bem cuidadinhos, é bonito, novinho, tem TV a cabo com canal de música infantil, tem cozinha com freezer, fogão e tudo mais, tem funcionárias que lavam toda a louça e limpam tudo (é a parte que eu mais gosto) e custou só a taxa de uso, de uns R$ 150, mais R$ 3 por convidado não-sócio (uns R$ 90). Por aí, salões de festa começam em R$ 400...

3. Decoração 
Até pensei em improvisar, mas andava muito ocupada, com dois trabalhos para dar conta e resolvemos contar, aí sim, com uma ajudinha profissional. Mas encontramos a Fran, da Inventando Arte, que tem uns temas bem fofos, simples, mas lindos e baratos. João é quem cuidou disso sozinho, veja que amor. Me mostrou as opções pela internet e escolhemos o de ursinho, para aproveitar uma temática bem fofinha e infantil enquanto ele não se apaixona pelos super-heróis que depois dominam os ambientes de festa. O kit com mesa principal, painel de balões e ursinhos com balão que decoraram as mesas dos convidados saiu por menos de R$ 300.Valor abaixo do que se cobra por aqui.


4. Convites e lembrancinhas 
Eu mesma fiz! #ahlámanuzinhavéia. Depois de escolher o tema, tirei umas ideias no professor Google e desenhei, sem saber desenhar, um ursinho em EVA: recorta, cola, faz lacinho, cola um dedo no outro, faz aquela bagunça em casa, passa a madrugada na lida, mas sai! Apesar de simples e não profissional, achei que ficou fofinho. E foi arte minha, oras. #orgulho. Usei papel de scrapbook, papel vergê, EVA, canetinha permanente, cola, fitinhas, e envelopes no convite. Para a lembrancinha, um bloquinho de anotações (ano passado foi porta-canetas, então dá sequência, né?), além dos itens anteriores, foi mais saquinho plástico e daqueles clipes grandões. Todo o material saiu por uns R$ 100 e sobrou coisa ainda.

5. Comes e bebes 
Seria lindo um buffet de tortas, mas no caso o que deu foi cocreti e brigadeiro messss, rara. Mas eram salgadinhos bem saborosos e docinhos deliciosos. Também abri mão do bolo falso, que custava uns R$ 70, para investir nesse bolo delicioso de seis quilos, recheado de mousse e sorvete. O sabor dele é Napolitano e acho que todo mundo adorou. Tava realmente uma delícia. No mais, refris, água, cerveja e sucos. Foi a parte mais cara da festa e saiu tudo uns R$ 700, porque a gente optou por quituteiras mais renomadas. Valeu a pena, mas certamente, se tivéssemos mais tempo para experimentar, acharíamos opções também boas e mais em conta.

6. Brinquedos Aos dois aninhos, nosso bebê ainda não repara se a gente não alugar aquele brinquedão inflável ou um parquinho inteiro. Na verdade, como choveu o dia todo, foi até bom que João alugou apenas a piscina de bolinhas e a cama elástica. E foi suficiente para a criançada se divertir bastante. Saiu R$ 160 os dois.

7. Sem garçons 
O marido bem que tentou contratar um garçom, mas o sujeito deu o cano. Eu mesma cortei o bolo, enquanto minha mãe, sobrinha, tia e prima ajudaram a servir. Foram também os familiares mais próximos que deram uma mão na hora de servir os salgadinhos e bebidas. Quer saber? Ficou todo mundo bem à vontade e deu tudo certo.

8. Fotografia 
Neste aspecto sou suspeita. Gosto de registrar cada momento da nossa vida e sempre conto com a ajuda de grandes profissionais, amigos queridos, para fotografar. Mas, neste ano a ordem era diminuir os custos e optei por eu mesma tirar as fotinhas. Sim, tirar foto, porque fotografar mesmo é coisa pra profissional, rerere. Na maior parte do tempo deixei a câmera no automático e, depois de registrar a presença dos convidados, deixei ela solta por ali. A sobrinha Isabella ajudou a registrar tudo e a amiga Manu nos deu uma mãozona na hora do parabéns. Funcionou. Não é “O álbum”, mas temos o registro.

No fim, nossa festinha foi bem bacana. Joãozinho adorou, brincou o tempo todo com todas as criancinhas e até agora quando vê um ursinho diz “uso, niveisalio nenê”. Ninguém pôde estourar um balãozinho sequer porque nosso filho tem pavor e a gente respeita isso. Ele ganhou muuuuuitos presentes, a maior parte roupa (alegria de uma mãe). Tá vestidinho para este inverno e, nesse ponto, a festa acaba se pagando.

Eu revi muita gente que amo demais e curti também, recebendo de todo mundo o carinho especial por estar, desta vez, carregando mais um bebezinho na barriga. Ano que vem tem mais. 

 Aliás, ano que vem teremos duas festinhas de bebê, né? A do novo neném é garantida, mas, nos meus planos, de agora em diante as festinhas do João serão na escolinha e só pra gente, em casa. Não sou muito a favor de gastança em festa. Há tantas prioridades. Mas, chega perto da data a gente se empolga, não tem jeito! rsrs. Afinal, eu e meus irmãos sempre tivemos festinhas, com bolos caprichados que a mãe fazia. Nunca passamos em branco: a vida merece e deve ser celebrada!
 
E você? Costuma fazer as festinhas dos filhos? Põe a mão na massa? Comemora em casa? Consegue economizar nessa hora? Deixa sua dica aí, vai? :-)

 Beijinhos, Manu











terça-feira, 8 de abril de 2014

Grávida de novo: a descoberta!

Primeiro teste

Nem deu tempo de contar ainda, mas Joãozinho parou de mamar no peito no dia 16 de janeiro, com um ano e nove meses. O que isso tem a ver com a descoberta desta segunda gravidez? Bem, eu tomava pílula para lactente e ela acabou uns dez dias depois do desmame. Aí... Manuzinha aqui voltou a ser uma pessoa normal, que tem ciclo menstrual e, inclusive, óvulo! Rá!

A menstruação veio em fevereiro e para variar eu não anotei a data. Mas foi no começo do mês. Falei pro marido que agora teria que tomar pílula normal e ele sugeriu que eu esperasse consulta com a ginecologista para ver que método seria melhor. Homem sábio! Concordei, claro.

Ainda mais porque eu e João estávamos numa fase de muita correria. Eu trabalhando feito uma doida, manhã, tarde e noite, vivia cansada e, sinceramente, não foi assim uma época de alto desempenho namorístico, sabe? Rerere. Aliás, foi é um período de "me deixa dormir", kkk.

Mas, quando Papai do Céu resolve uma coisa, não há oportunidade perdida né? Acho que este nosso filho vai ser um grande atleta, pois, eis que o primeiro óvulo disponível em três anos foi fecundado por um
danadinho de um perseverante espermatozoidinho que deve ter ultrapoderes de romper barreiras, rsrs. Você entende, né?

O fato é que nas semanas seguintes, sempre muito ocupada, com a cabeça a mil porque saí de um trabalho para entrar em outro, nem imaginei que poderia estar gestando uma criaturinha. Chegou março e, com ele, uma certa expectativa, sem medo e sem cobrança, de que aqueles dias chegassem. Nada na primeira semana.

Na segunda semana viria, com certeza. Absorvente na bolsa, senti até uma colicazinha e apelei para a TPM para explicar um mau-humor em casa. Mas que?! Ainda não estava preocupada. Tinha muita coisa
para pensar e, como nunca fui uma pessoa reguladinha e não lembrava direito a data, nem dei atenção.

Aí, no domingo, 16 de março, passei o dia na casa da mãe, em Castro. Fui levar os convites do aniversarinho de dois anos do Joãozinho. Na conversinha à tarde, apoiei a cabeça na mesa e senti uma
imensa vontade de dormir (desde então, este sono vespertino persevera e me vence todos os dias).

- Acho que só senti tanto sono assim quando estava grávida. 

- E será que não está?

A mãe me colocou uma pulga atrás da orelha. E ela só sairia meia hora depois, quando o teste de farmácia chegou com o motoboy.

Momentos de emoção, expectativa. Mal coloquei a lâmina no potinho e lá estavam: dois risquinhos!!!

Tremedeira, coração acelerado, explosão de sentimentos. Alegria, acima de tudo.

Minha mãe correu pro abraço. As cunhadas Day e Rapha vibraram junto e o marido até acordou da soneca que tirava no quarto.

A reação dele foi estranha... Não quis me abraçar, colocou a mão na cabeça e se perguntava: "E agora? Preciso passar num concurso! Preciso estudar!", rsrsrs. Alguns minutinhos depois ele me abraçou e em
seguida ligou pros seus familiares para contar a novidade.

Joãozinho batia palminhas no meio do fuzuê, sem saber o que a gente queria dizer com "você vai ter um irmãozinho", ou "tem um nenê na barriga da mamãe". Agora ele até repete que tem nenê na barriga, mas
fecha a cara quando eu é que digo isso. Quando pergunto onde está o nenê da mamãe ele responde "aqui", apontando pra si mesmo, lógico!

No dia seguinte, antes de ir pro trabalho, passei no laboratório e ali mesmo começou uma choradeira que anda difícil de evitar. O exame de sangue confirmou. Temi por dar essa notícia aos colegas de trabalho e, principalmente ao novo chefe, que há apenas uma semana tinha me contratado. Ficamos todos sem muita opção. Ganhei os parabéns e venho tentando controlar o desequilíbrio emocional típico dessa fase, aquela sensibilidade extrema que um furacão de hormônios traz para meu corpo. 

Já são oito semanas e amanhã, finalmente, terei minha primeira consulta do pré-natal. Uma dificuldade imensa em conseguir vaga com os ginecologistas dessa cidade. Pedi à secretária para adiantar as solicitações de exames e já fiz todos. No primeira ultrassom, ainda com cinco semanas, só uma bolsinha, sem embrião... Um apanhado de células se dividindo e multiplicando para gerar esta vida, que agora já deve ter um coração retumbante aqui dentro de mim. 

Amanhã será um dia importante. E vou fazer de tudo para vivenciar os momentos felizes desta gestação, apesar de uma série de dificuldades que venho enfrentando neste primeiro mês de descoberta e que praticamente dominam meu pensamento, mesmo contra minha vontade. Preciso me concentrar no que de fato mais importa neste momento: tenho um bebezinho no meu ventre e este é, novamente, um raro momento mágico da minha vida. Provavelmente minha última gestação... Meses que devem ser de pura felicidade. E que assim serão!

Beijinhos a todos e obrigada por me acompanhar neste relato. 

Manu mamãe ao quadrado.
Te amo muito! E você é totalmente bem-vindo(a)!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

2 aninhos!!! Parabéns, anjinho de luz


Ele me diz "bom dia pincesa" e, do nada, me abraça e me enche de beijinhos. Ele já forma pequenas frases e sabe descrever com quem esteve, onde esteve... Conta "um, doish, cinco, oito, deish" e bate palminha. Cantarola "gato-to, chica-ca, miaaau" enquanto mexe nas minhas gavetas (como sempre). Junta as mãozinhas pra rezar antes de dormir e finaliza com o "amém-boa-noiti-papai". Ele ajuda a arrumar a mesa, espalhando as esteiras... Ele acaba de fazer dois aninhos e é o serzinho mais lindo deste e de todos os universos.

Meu querido filho, amado companheirinho, está de aniversário. Mais uma vez tenho aquela sensação de que tudo está indo rápido demais e tento aproveitar ao máximo o tempo que temos juntos - cada vez menor agora que estou trabalhando direto.


Celebramos o 2 de abril com três dias de antecedência, no domingo, para reunir a família numa festinha simples, mas que ficou super fofa no Clube. Ele parece ter adorado o tema de ursinho, mas só fala na "boinha", que é a piscina de bolinha, e no "pula-pula", que ele só tem coragem de entrar se for com alguém maior, segurando sua mão.

Meu príncipe é medrosinho e anda super assustado... Tem medo de qualquer barulho forte e chora se ouve uma bexiga estourar, por exemplo. Treme e tem o coração disparado com fogos de artifício. Me agarra forte se alguma coisa cai e faz barulho. Mas, enfrenta com coragem e animação a nova rotina de ficar o dia todo na escolinha... É o aluninho mais comportado e mais comilão também. Repete todas as refeições, segundo a tia Marcia, de quem ele é um grude.

Nosso bebezinho cresceu muito e já começa a demonstrar uma sensibilidade para o amor e para o bem. Sabe aquelas coisas que as crianças fazem, sem ninguém ensinar, e que nos emocionam porque são ações por um mundo melhor? Outro dia, em Tibagi, as bisas estavam de pirracinha, uma com a outra. Coisa de irmãs. Uma em cada canto e todo mundo preocupado, mas sem coragem de se meter. Estávamos indo embora e Joãozinho pedindo a bênção de um por um. Parou na bisa Tere, pegou sua mão e a levou "paxiá". Ela foi, obediente ao netinho, sendo conduzida até a casa ao lado. Porta aberta e sem ter como fugir da situação, a bisa Cuca recebeu a irmã com um "boa-tarde comadre". Foi assim que fizeram as pazes. Joãozinho fez as duas darem as mãos. Ele não sabia de nada.

Pode ter sido só uma coincidência. Mas todo mundo ficou admirado. Viemos embora com a sensação de que nosso filhinho já é, desse tamanico, uma pessoa a serviço do amor e da paz. Uma ferramenta do bem. Acho que isso faz parte do universo de pureza das crianças, né?


Bem, há dois anos eu o via pela primeira vez, sentia seu cheirinho e escutava seu chorinho. Foi a maior e mais importante emoção da minha vida. Hoje, só posso agradecer a Deus por ter me dado esta linda, complicadíssima e deliciosa missão de ser mãe de uma criança tão maravilhosa.

Obrigada meu anjinho, meu Joãozinho, por ter vindo pra mim, por me fazer feliz todos os dias, por ter esses olhinhos de amor e de carinho que aconchegam meu coração. Te amo imensamente. Muito mais do que era capaz de imaginar que fosse possível amar. Parabéns! Que o terceiro aninho seja de incríveis descobertas e infinitas alegrias. Com muita saúde, como sempre!

Este ano, seu presente chega em outubro ou novembro, na forma de um irmãozinho, ou irmãzinha, tá? :-)

Beijos da Mamãe!




domingo, 23 de março de 2014

Grávida, de novo!




A notícia chegou como num plantão de Jornal Nacional, interrompendo a programação, emudecendo todos ao redor e provocando aquele impacto que leva algum tempo para ser absorvido. Para mim, é uma informação que muda a vida completa e definitivamente. Ainda agora, uma semana depois, estou aos poucos assimilando o que aconteceu. Estou grávida de novo!!!  Vamos ter mais um bebê.


Desta vez, tudo está bem diferente. Lembrei a emoção gigantesca e da alegria sem fim que me envolveram na primeira descoberta, há quase três anos... Agora, além de felicidade, claro, há muitos outros sentimentos envolvidos.


Primeiro a sensação de que fui irresponsável. Eu planejava ter mais um filho, mas imaginava isso pra daqui a dois anos, quando nosso Joãozinho teria quatro e entenderia a chegada de um irmão com mais facilidade... quando eu estaria estabilizada e com algum tempo de carreira de volta ao trabalho... quando o pai já seria um profissional autônomo, dono do próprio nariz.

Enfim, veio bem antes e sem planejar. Veio bem quando resolvi aceitar o trabalho como produtora na RPC TV, neste retorno gradativo e difícil que foi o meu ao mercado de trabalho. Deixei a Rede Massa numa semana, na outra comecei na Globo e na seguinte me descobri grávida. 

Claro que foi uma notícia difícil de dar àqueles que me receberam tão bem e que contavam comigo sem imaginar que daqui a oito meses ficarei por seis ausente. Mas contei logo de cara e tive o apoio de todos. Não é a melhor notícia que eu poderia dar a eles. 


"...ser novamente este meio em profunda transformação, com uma profusão de células agindo para que eu seja uma fabriquinha de gente..."


Tem a faculdade também. Tem minhas aulas e meus alunos. Tem o fato de que acabei de desmamar o Joãozinho... Uma certa preguicinha de pensar em “tudo outra vez”. Eu tinha imaginado um período de “descanso” agora que nosso bebê está mais independente. Umas viagens, curtir mais o marido, quem sabe sair à noite só nós dois? E eis que a vida me surpreende e me coloca esta enorme responsabilidade pela frente. 

Ao mesmo tempo, passo a mão na barriga e penso neste serzinho que ainda está entrando na quinta semana de existência... Imagino como é o momento em que, nesta semana, um saquinho gestacional se desenvolve e ganha um coraçãozinho. Ah, como eu queria saber qual é o exato instante em que ele começa a retumbar. Tum-tum, tum-tum, tum-tum... Até bater tão forte que num ultrassom faz lembrar um galopar de cavalos ou uma batucada de escola de samba.

Este momento já deve ter chegado, ou está prestes a acontecer. Fiz o primeiro ultra, na quarta. Ainda era apenas a bolsinha que antecede a formação da placenta. Um risquinho que dava início à formação do tubo neural. E semana que vem já vai ser um embriãozinho.

Muito antes disso, este filhinho, ou filhinha, é um espírito, uma vida que resolveu vir ao mundo através de mim e do meu marido, uma alma afim, que vai me transformar novamente numa mulher em seu estado mais completo – aquele em que ela gera outro ser.

Penso nele, ou nela, lá na frente da prateleirinha de mamães possíveis, apontando o dedo pra mim e dizendo: “é com ela que vou encarar mais esta viagem à Terra”! Que grande honra e que enorme bênção ser confiada por Deus para carregar em mim e depois ajudar a formar a personalidade de um ser humano.

São, como você vê, sensações contraditórias. Sentimentos ainda confusos... Medo de não dar conta de dois. Receio de não aguentar com a mensalidade da escolinha (acho que não vamos mesmo, rsrs). Um peso enorme da missão de educar... Uma alegria gigante por ser novamente este meio em profunda transformação, com uma profusão de células agindo para que eu seja uma fabriquinha de gente... A felicidade de saber que seremos uma família maior, como a que sempre sonhei.

Aos poucos, os sentimentos bons vão apagando os receios, as incertezas e até aquela vergonhazinha que dá, quando conto que fiz um filho sem planejar. Ondéquejáseviu? Uma mulher moderna e bem informada como eu, engravidar assim por acaso?

Nessas horas penso que este acaso é aquele momento que Deus resolveu impor seu desejo sobre o meu, porque sabe o que é melhor pra mim.  E concluo que somos extremamente férteis, eu e João! Rsrs.

Quando parei com a pílula para engravidar do Joãozinho, achei que demoraríamos uns meses para conseguir. Ele veio do primeiro óvulo disponível, no primeiro mês! Agora, eu estava tomando Cerazette, que é pílula para lactente. Parei com ela dez dias depois que Joãozinho desmamou, em janeiro. Resolvemos usar preservativo enquanto eu aguardava a consulta com a ginecologista, em março. E esta gestação aconteceu no primeiro óvulo disponível, mais uma vez, sem que tivéssemos ‘abusado’. Rsrsrs. Era ou não era pra ser?
Cinco semanas

Muitas sensações diferentes me tomaram nesta primeira semana de descoberta. Uma fome enorme, aquele sono, alergias na pele (como da primeira vez), inseguranças, correria em busca de uma consulta, exames, tonturinhas, um pouquinho de enjoo, sonhos malucos, mas uma certa tranquilidade, depois da aceitação. 

Sei que vai ser uma gravidez diferente, de menos ansiedade e mais experiência. O que não muda é um amor que começa a brotar e cresce todo dia, desde que meu filhinho passou pelo corredor que une nossos mundos e entrou aqui, dentro de mim. A sensação de que a vida vale mais a pena ainda, de que sou extremamente sortuda, de que estou novamente tendo a chance de viver com um milagre aqui dentro de mim. 

Passou a notícia do plantão, virou reportagem especial, documentário e agora estou prestes a viver com meu programinha diário sobre amor, saúde, conhecimento, entretenimento, variedades... felicidade, enfim!

Ninguém disse que vai ser fácil e que não vou enlouquecer (de novo) com tanto trabalho. Mas se é loucura, então melhor não ter razão! :-)
Seja bem-vindo(a), amor da mamãe!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Agora, papai participa bem mais!

Sou da opinião que pai não tem que ajudar a cuidar do bebê. E acho que você vai concordar comigo... Deixá-lo simplesmente ajudar seria assumir toda a responsabilidade sozinha e contar, às vezes, com uma forcinha dele. O certo é o pai fazer sua parte, participar integralmente, todo dia e em tudo! Pai tem que trocar fralda, dar banho, fazer comida, brincar, dar carinho, educar e fazer tudo o que a mãe faz.

Claro que na maioria das vezes, os pais trabalham fora enquanto a mãe consegue alguns meses de licença-maternidade. É quando a gente acaba fazendo quase tudo, até porque a amamentação é exclusividade nossa. Acho injusta essa lei que tira do pai o direito de estar presente nesses primeiros momentos, mas também não vejo muita saída no modo como vivemos em sociedade.

Agora, fora do horário do expediente, os tatas têm mais é que entrar na rotina da casa que ganhou um novo morador e colocar a mão no cocô, na mamadeira, na papinha e até na mãe, pra ela não esquecer que tem vida íntima... rere.


Lá em casa nem sempre foi assim. No começo, João trabalhava em outra cidade e fazia faculdade à noite. Nos víamos das 22 às 6 horas e sua participação nos cuidados com o bebê se limitavam aos finais de semana. E como eu tenho esse perfil de abraçar o mundo com as pernas, acabei trazendo para mim quase todas as obrigações. 

Felizmente um tempo depois ele passou a trabalhar aqui mesmo e concluiu o curso. Nossa vida começou a ficar mais parecida com a de uma família "normal". Só que até chegarmos ao ponto em que o papai estava em casa todas as noites, eu sentia uma certa distância entre Joãozão e Joãozinho. Sempre houve muito carinho, mas faltava tempo e oportunidade.

Aos poucos as coisas foram se ajeitando. Pai e filho passaram a ter mais contato, mais intimidade e hoje têm uma cumplicidade enorme. Acho que isso aconteceu de fato quando voltei a trabalhar, no meio do ano passado. Meu marido passou a ficar à noite a sós com o bebê em casa e teve tempo para criar afinidades com o filho.

Nosso lindo entrou na escolinha e é o papai quem leva e busca. Percebi que Joãozinho come melhor quando é o pai quem dá o papá e deixei essa tarefa quase que só para ele. Depois, paramos de dar banho na banheira e, como o João tem mais habilidade para segurar o menino debaixo do chuveiro, esse passou a ser também um momento exclusivamente dos dois, todos os dias.


Hoje, como meu trabalho tem horários menos flexíveis, nosso pequeno fica sob os cuidados do papi na maior parte do tempo durante a tarde e a noite. Eu sou só dele pela manhã. E é assim que os dois se tornaram unha e carne, mais que antes. São um luxo, um com o outro... Uma belezinha de se ver.

Fico imensamente feliz por termos conseguido chegar nesse ponto. Principalmente porque o João também começou a me ajudar mais com as atividades da casa. A louça do almoço já é dele há uns dois meses. Viva!!! :-)

Tudo porque tenho um marido compreensivo. Ele entende que meu tempo diminuiu e me deixa aproveitar mais com o bebê sempre que sobram quinze minutinhos. Nem tudo é azul no nosso reino encantado. Temos ainda muitas barreiras a vencer, mas já melhorou tanto! Por isso, minhas amigas que não contam tanto com os maridos, não desistam... Devagar a rotina se acerta e o mais legal é ver que pai e filho estão cada dia mais unidos.

E na sua casa? Como funciona essa relação? Conta aí. Beijocas e até mais.

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