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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Adeus meu Kikinho!

Novembro do ano passado

Janeiro de 2002. Eu tinha só 20 aninhos e vivia um momento importante de mudança. Tinha acabado de ir morar em Curitiba, começado a trabalhar como jornalista numa financeira e passava muito tempo sozinha na casa em Santa Felicidade, pertinho daquele pet shop em frente ao ponto de ônibus onde todo dia eu apreciava algum filhotinho. Até que aquela ninhada de cocker spaniel inglês me chamou a atenção. Um deles, bem magrinho, desmilinguido, cabeçudo veio à minha mão e me fez carinho. Foi irresistível. Voltei pra casa pegar dinheiro e dei R$ 80 pelo filhotinho preto-e-branco mais raquítico da turminha. Foi assim que Kiko Zambianchi Wisnievski entrou na minha vida há exatos 10 anos. Na carteirinha, a cor chique com pedigree e tudo: azul ruão. E o nome que escolhi porque ouvia um CD do Capital Inicial em que o artista tinha participação especial.

2002
Até então eu não pensava em ter um cachorrinho. Já tinha a faculdade em Ponta Grossa, para onde viajava todos os dias, e o emprego no centro da cidade. Mas a vida foi providenciando e acabei indo trabalhar em casa mesmo, onde aquela bolinha de pelos se transformou na minha melhor companhia. Meu amiguinho, meu filhotinho, meu filhinho. 

A princípio a casinha estava montada lá na garagem, com cortininha, tapete e tudo. Mas não levou uma semana para que aquele olharzinho triste me convencesse de que ele merecia entrar em casa. Em pouco tempo lá estava ele dormindo na minha cama, no meu travesseiro, espaçoso desde pequenininho, carinhoso desde que existiu.

Foram tempos difíceis aqueles, pois Kikinho era doentinho. Ali comecei a entender porque meu filhote era o mais magrinho. "Veio com defeito de fábrica", brincava a veterinária que fez de um tudo para salvá-lo, mas que não tinha mais esperanças. Depois de um tempo ela me confessou que sentia pena de mim porque sabia que o Kiko não sobreviveria.

Ele foi desmamado muito cedo e não estava pronto para a vida longe da mãe dele. Mas o amor por esta nova mamãe e o meu por ele foi forte o bastante para que resistisse. Meu cachorrinho foi uma fortaleza desde o começo. Quando já não comia mais nada, eu inventei mingau de maisena e dei na boca, com meu dedo. Foi o único alimento por alguns dias. Depois eu dividia a carne moída que fazia pra mim com aquela boquinha que começava a ficar gulosa.Kiko sobreviveu ao primeiro grande desafio de sua curta vidinha. 


No primeiro ano de vida era o terror do condomínio. Roeu as pernas das cadeiras, da mesa, detonou quase todos os meus calçados e fez cocô no meu tapete branco umas cinquenta vezes. Esfregava o corpinho na grade do portão até arrastar e abrir. Saía em disparada, não interessava o quanto eu gritasse e corresse atrás, até chegar à casa da outra rua onde morava uma cocker caramelo e um menininho querido, que adorava ele. Às vezes eu o achava dormindo na cama do vizinho e quase morria de vergonha.

Esconderijo seguro!
Mordia e comia todas as flores que eu plantava no jardim. Plantava cuecas e meias no lugar. Certo dia resolvi retirar um xaxim de lá e encontrei os tesouros do meu terroristinha. Ali estavam brinquedos, ossos, pedaços de calcinhas e outras preciosidades que ele guardava. Vai que estourava uma guerra? E quando dei a ele aquele osso grandão de couro dobrado? Sumiu. Duas semanas depois começaram a aparecer pedaços do couro cheios de terra e até larvas na porta de casa. Ele era prevenido.

Noutra de suas façanhas, ficou com medo do barulho do ventilador e correu se esconder... dentro da cesta de materiais de limpeza da lavanderia. Comeu o fiozinho vermelho do pacote de bolacha e uma figurinha da Minie. Ri muito quando encontrei um cocô enroladinho na fita e com a Minie sorrindo na pontinha.

Cada etapa de seu crescimento era uma conquista pra mim, que começava a aprender a ser mãe com o Kiko. Lembro da festa que eu fiz quando ele conseguiu subir sozinho na cama do quartinho ao lado. Foi meia hora de esforço, de olho numa bonequinha vermelha de lã. Quando chegou lá, ficou deitadinho ao lado da boneca exibindo sua façanha.


Kiko sobreviveu a um sequestro. Num mercadinho à beira da BR-277 ele estava à minha espera, eu vinha de ônibus de Ponta Grossa. Três adolescentes assaltaram o então 'pai' do Kiko, levaram o celular e meu filhotinho. Devem ter gostado da coleirinha. Estavam levando meu bichinho embora, mas desistiram. Maldosamente deram um chute muito forte no pequeno. Ele se defecou todo, judiação. Quando entrei no carro estava encolhidinho no canto aos meus pés, olhando baixo. Durante anos, toda vez que encontrávamos jovens de boné e com moletom amarrado na cintura, Kiko se encolhia.

Virou o dono da cama! Mas quem resistiria?
No entanto, a coragem voltou e certa noite ele evitou um furto na casa ao lado. O bandido entrou na garagem da vizinha e estava debaixo do carro tentando desacionar o alarme. Mas o Kiko não parou de latir um minuto. Pulava no muro sem parar. Até nos acordar e acordar também a vizinha, que acendeu a luz. O ladrão fugiu e o cockerzinho da mamãe virou herói. Ele nunca foi bravo, jamais mordeu alguém e foi sempre um doce com as crianças, mas sabia cuidar de casa. Até bem pouco tempo ainda latia para avisar do perigo. Mas a voz foi sumindo.

Amizade com a vizinhança era com ele mesmo. Passava de casa em casa na vila onde minha mãe mora e ganhava comida em toda parte. Era adulado pela criançada e deixava todo mundo subir nele. Tinha aquele porte bonito, forte, pesava 15 quilos, era grande e lindo. Uma vez doei um par de sandálias para a vizinha da frente. Um dia depois um dos pés apareceu na porta de casa. No segundo dia, o outro pé. Ele resgatou pra mim, oras. "É da mamãe".

Meus sobrinhos Isabella e Luiz Henrique deitaram e rolaram com ele, que tinha a maior paciência do mundo com as crianças. O Hike então, tinha por profissão jogar mixirica pro Kiko buscar. E ele buscava mais rápido que a Clarinha e que os outros cachorros da casa. Comia a tangerina. Adorava frutas. Banana foi uma das últimas coisas que ele comeu, no domingo.

Nesse dia, quase se afogou
Ele também sobreviveu à correnteza do Rio Iapó. Foi o Kiko quem ensinou a Clarinha, sua irmazinha, a nadar e a gostar tanto de água. Por um bom tempo ele era uma verdadeira lontra. Adorava ir pra Castro para se esbaldar no rio, atrás da casa da minha mãe. A maior alegria da vida dele era se lançar do barranco e ir lá no meio catar um graveto que a gente jogasse. E como nadava bem. Só se via a cabecinha e as orelhonas pra fora d'água. Mas um dia, com rio cheio, a correnteza estava bem mais forte e depois de vários mergulhos em busca de gravetinhos, ele ficou preso na corredeira. Nadava contra o rio, mas não conseguia sair do lugar. Precisou ser resgatado.

Ensinou a Clarinha a nadar...
Eu brinco que o Kiko se tornou filho de mãe solteira criado pela avó. Durante muitos anos ele ficou morando com minha mãe, enquanto eu morava em outras cidades, sem tantas condições de cuidar bem dele. E lá na dona Raquel, Kikão ganhou muitas companhias. Neste momento deve estar reencontrando a Shena, o Marronzinho, a Pretinha, o Conan e outros tantos cachorrinhos que se criaram por lá. Meu bichinho cresceu e se tornou educadinho porque o vô Valdemar é um exímio adestrador de cães. Foi dele que puxei este amor pelos animais, só não aprendi como educar muito bem.

Meu pai ensinou o Kiko a ser um bom moço. Atento, educadinho, limpinho. Todas as manhãs ele entrava no ônibus quando meu pai estacionava e verificava se havia alguma sobrinha de salgadinhos ou doces sob os bancos. Bastava seu Valdemar iscá-lo, que corria para perto do rio com o rabinho empinado em busca do 'bicho'. Por sua raça, foi caçador e não esqueço a noite que ele e o Marronzinho passaram acordados de plantão debaixo do pé de limão para dar fim numa raposa que apareceu por lá. Muitas vezes apareceu em casa com a fuça cheia de espinhos porque resolvia enfrentar algum ouriço.

Ele sobreviveu à quimioterapia. Era um cachorro lindo e fazia sucesso com a cachorrada da vizinhança. Deixou muuuuuitos filhos espalhados pelo mundo este meu lindão. Só com a Clarinha foram umas quatro ninhadas. Com as cadelinhas do meu pai, fez uma prole. Mas tanta 'festa' deu problema. Pegou doença venérea, acredita? E com ela um tumorzinho no pipi. Teve de passar por cirurgia e até quimio. Saiu dessa ileso e continuou fazendo filhos.

Os anos foram se passando e o Kiko envelheceu. A pelagem preta-e-branca agora ia ficando grisalha de verdade. Os dentinhos também foram se quebrando e a disposição diminuiu. De dois anos para cá, nosso Kikão passava mais tempo dormindo e tinha menos pique para dar corridão nos cachorrinhos que apareciam pela vizinhança.

Depois que voltou pra casa...

Há dois anos, Kiko foi morar na rua! Foi de novo um período difícil. Meu pai estava saindo de viagem e o Kiko resolveu passear de ônibus. O pai então achou que poderia levá-lo pro sítio, junto com os passageiros (meu pai ainda faz dessas! rere). Mas na rodoviária ele quis descer, ficou impaciente e então meu pai deixou ele na sua casa, em outro bairro da cidade. Quando voltou, tinha fugido. Foi aquele auê. O pai procurou tanto por ele, mas tanto, que dava até dó. Ofereceu recompensa e fez de um tudo, até em cartomante foi 'encomendar' a volta do cachorrinho. Até que dois meses depois o funcionário da minha mãe contou que viu o Kiko andando numa rua distante, num bairro da periferia. O pai rodou o bairro um final de semana inteiro até encontrá-lo.

Foi um lindo reencontro. Ele saltou pra dentro do carro e voltou pra casa. Pulguento, sarnento, magricelo, com o olho caído. Desde então sua saúde nunca mais foi a mesma. Passou por tratamento e até recuperou um pouco do peso, mas sua pelagem não ficou mais tão bonita e seu olhar caiu de vez. Ficou mais quietinho, sentiu a idade chegar aos poucos e passou a ocupar um lugarzinho fixo no corredor que dá acesso à cozinha da mãe.

Quando mudou pra Tibagi

Por mais tempo que eu tenha vivido longe, estive sempre em Castro e pude desfrutar do amor desse lindo personagem da minha vida que, como todo cachorrinho, jamais esquece da sua verdadeira 'dona'... eu prefiro chamar de mãe. Adotou e foi adotado pelo João, meu maridão, e ganhou carinho e atenção de pai. Até que em setembro do ano passado, enquanto eu estava por lá em férias para organizar as coisas do casamento, ele se abateu. Não queria mais comer, não levantava. Corri pra veterinária. Ela salvou a vidinha dele. Mas as condições dali pra frente nunca foram boas.

Os últimos quatro meses de vida do meu Kikinho foram de luta. Trouxe ele pra Tibagi para morar de novo comigo. Não desistiu, enfrentou o tratamento e até a última noite tomou seus remedinhos pro coração, pro fígado e pros rins (eu tinha que dar num pedaço de presunto). Cardiopatia grave. Acite (barriga d'água). Foi perdendo os pelos e o peso. Virou em pele e osso. Batalhamos juntos. Foi internado várias vezes aqui e em Ponta Grossa. Voltava muito debilitado. E de repente reagia. Trouxe a Clarinha também para tentar animá-lo. Funcionou. Teve algumas semanas de agilidade, caçando mosquitos, latindo pro gato da vizinha e me dando muuuuito carinho.

Com o papai João
De uns dias pra cá foi ficando mais e mais triste. Só no cobertorzinho dele. Não queria ração de jeito algum. Só aceitava com patê de carne e ainda assim tinha preguiça. Na clínica, passava por punção para retirar a água da barriga. E mesmo ele que sabia bater à porta do quarto à noite quando tinha vontade de fazer cocô, acabou deixando sujeirinha ali dentro de casa. Me olhava como quem pedia desculpas.

Neste momento meu Kikinho está deixando a vida. Não está sendo fácil. Aliás, foi a decisão mais difícil da minha vida e por mais que eu tente me acalmar, ocupar minha cabeça para não passar essa tristeza imensa pro meu bebê, é impossível. Hoje meu João Augusto vai ter que enfrentar isso com a mamãe. Porque o primeiro irmãozinho de quatro patas dele está partindo.

O Dr. Fabiano, primo do João, foi buscá-lo na hora do almoço. Nos despedimos. Nesta última semana, meu valente Kikão já não levantava mais. As ancas caíram e ele urinava deitado, teve diarreia e era difícil evitar as moscas. Nesta manhã não levantou a cabeça. Tentei aplicar sorinho fisiológico com uma seringa, mas a boca estava travada, não abria. Não comeu o presunto.

Fiquei ali do ladinho dele até o Fabiano levá-lo. Desculpe meu Kikinho, mas não tive coragem de ir até o final. Quis te ver de olhinho aberto pela última vez. Aquele mesmo olharzinho triste que me convenceu a te levar pra casa há 10 anos. O mesmo olhar de amor que jamais esquecerei.

Há pouco tempo...
Todo mundo me diz que foi melhor assim, que eu tinha de fazer isso, que ele estava sofrendo muito... Mas me sinto a pior pessoa do mundo por ter permitido que meu filhotinho saísse de casa assim, para morrer, sem aquela mesma esperança de que à noite ele estaria de volta.

Bom, quem não gosta de cachorros não é capaz de entender o que estou sentindo agora e vai me achar exagerada, melodramática. Mas quem me conhece de verdade e sabe o quanto eu amo meus bichinhos, compreenderá meu luto, minha tristeza, minha saudade.

Meu Kikinho sobreviveu tantas vezes e ainda assim partiu tão cedo. Quis o destino que sua despedida fosse assim, num momento de maior intimidade comigo, nesta fase em que espero meu primeiro filho (humano). Tivemos uma linda despedida... de quatro meses de perserverança. Quando a palavra "passear" representava um mundo de alegria pra nós dois, quando minha rotina mudou e ganhou novos afazeres: hora de dar comida pro Kiko, hora de dar o remédio x, o remédio y... Ficaremos eu, João e a Clarinha agora, cheios de saudade de você meu querido.

Um dia João Augusto verá tuas fotos, meu Kikinho, e saberá que a mamãe te amou muito e que será eternamente grata por tudo o que você representou pra ela! Escolhi um cantinho lindo na região do Morro da Comuna, em Tibagi, onde o Fabiano vai te enterrar. Espero que aí no céu dos cachorrinhos, você fique bem, sem dor e sofrimento. Eu sabia que um dia você iria partir e por mais que achasse que estava preparada para este momento, está sendo mais difícil do que eu poderia imaginar. Sentirei saudades de você, do seu carinho, da sua amizade, da sua voz forte, do teu pelo macio, da tua fidelidade e daquele amor imenso, incondicional... Com amor, da sua mamãe!







"Cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes ou de roupas chiques. Água e alimentos já são o bastante. Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. Dê o seu coração e ele dará o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puras e especiais? Quantas pessoas nos faz sentir...extraordinários?" John Grogan - Marley Eu.

28 comentários:

  1. Nossa que triste ler isso, imagino sua dor, eu mesmo que tive meu cachorro sequestrado, que após muita procura não encontrei meu companheiro de infâcia, que já perdi 2 por envenenamento sei como é, força, dói muito, é uma parte nossa que vai.

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    1. A maior dor foi ter de dedicidir pela partida dele... A culpa! Mas vai passar. Beijo Wil, obrigada pelo carinho.

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  2. Fernanda F Dalmolin Abelardino31 de janeiro de 2012 16:22

    Manu, entrei aqui para ler o seu post e estou em lagrimas, parecendo uma criança.
    Linda linda a homenagem que vc fez pro seu pequeno gigante. E que gigante, hein?
    Deve ser realmente mto triste isso tudo, mas voce pensou exclusivamente nele, o que é maravilhoso e, tenho certeza, ele sempre será grato por isso.
    é uma pena mesmo, infelizmente, coisas da vida. Entretanto, tenho certeza que todos os momentos felizes e alegres que vcs passaram juntos, superará a dificuldade da perda!
    Grande beijo

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    1. Oi Fer! Com certeza compensaram sim! Sempre que me dizem que não gostam de se apegar a animais para não sofrer, meu argumento é que a felicidade de tê-los por perto faz valer o sofrimento da despedida. Kikão tá fazendo falta. Mas ficará nas minhas melhores lembranças pra sempre. Obrigada pelo carinho, flor! beijo

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  3. Nossa cunhada, fiquei muito emocionada ao ler tudo isso, por mais que eu já soubesse do amor que vc sente por ele, não sabia de toda a história linda de amizade e amor verdadeiro. Você fez tudo o que podia para que ele ficasse bem, tenha certeza disso, ele sentiu todo o seu amor e dedicação e agora vc poderá contar essa linda história ao João. Fica bem! bjs Cunhadinha Dani

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    1. Obrigada Dani!!! Joãozinho gostará de saber que o Kiko esteve aqui cuidando de nós dois enquanto ele ainda estava na barriga da mamãe! :-) Beijoooo

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  4. Eu entendo plenamente esse sentimento! em 2010, perdi a minha (também) Cocker spanial, a Loli. Ela viveu apenas sete anos.
    Fica bem, minha querida!
    beijos
    Adrielle

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    1. Essa racinha é muito especial né Adri? São doces, carinhosos e super sensíveis. Eu recomendo! Obrigada pelo carinho. Beijo

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  5. Puxa vida Manu, espero que voce fique bem. Havia pedido a Deus para que ele levasse o Kiko para que ele não sofresse tanto. Mesmo sabendo que o seu sofrimento é inevitável, pois tenho a Rosinha e ela é como uma filha pra mim. FIque bem, bjs. Sogrinha Sônia

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    1. Dona Sônia querida... Sei o quanto a senhora gosta da Rosinha e sei que me entende. Obrigada pelo carinho tá? Vamos ficar bem. :-) beijinho

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  6. Prima, estou emocionada,o Kiko esta bem estar com Deus , pois é um anjo , que veio na sua vida e trouxe alegria.
    beijosssss
    prima
    Lu

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    1. Sim sim Lu!!! Um anjinho peludo, orelhudo e com um vozeirão que impressionava. Parecia um homenzinho, mas foi sempre minha criancinha. Obrigada pelas palavras e também pelo e-mail que me mandou. Já estamos bem melhores. Beijinhooooo

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  7. aiii ki pena q ele partiu... q fofo ele era...
    mas eh assim espero q consigas superar esta fase bem. bjoks

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    1. Estamos conseguindo Lindy! Obrigada pelo apoio tá? Beijoca

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  8. Manu, João e João Augusto, acabei de ler e aqui mesmo na recepção da CPS estou chorando... Bjo grande e força.

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  9. Manu, João e João Augusto, acabei de ler e aqui mesmo na recepção da CPS estou chorando. Bjo e força.

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  10. Ô querida! Que lindo teu carinho. Obrigada! Nós estamos bem! Um beijo.

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  11. Ai que do Manu eu estava lendo e chorando,eu sei oq esta sentindo bjs

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  12. Manu, que história linda. no fundo, Kiko teve muita sorte em te encontrar, e com certeza retribuiu todo o amor q vc deu... bjs

    Carol
    Nina Ensina
    #amigacomenta

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  13. Oi Manu,

    Pelo post dá pra perceber q vc amava muito mesmo este companheiro, e tem como não amar??
    É por estas e por outras q estou enrolando pra dar o cachorrinho q o Pedro me pede tanto, sabe?
    Acho q um bichinho é membro da família, precisa de cuidados, amor, atenção, respeito como qq outro membro e não me sinto preparada pra isto agora, com os dois tão pequenos...
    Quem sabe ano q vem!!

    Bjo!

    Loreta #amigacomenta;)
    @bagagemdemae

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  14. Nossa Manu...sei que essa perda doi,a nossa Pretinha morreu antes do Natal ano passado,ela tinha cancer no pulmão,mas não foi preciso sacrificar,ficamos mais tranquilos,pois só de pensar nessa possibilidade já doia,como diz o meu marido,ela morreu com dignidade...força queria,ele foi amado,isso é muito importante.
    bjs
    #amigacomenta

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  15. Olá!Dá um olhada neste meu post aqui: http://www.docerotinamaterna.blogspot.com.br/2012/06/dor-da-perda.html
    Perdi minha cachorrinha de 8 anos mês passado e ainda sofro muito...Tb pegamos ela em estado crítico numa Pet Shop na época, ela veio muito doente, sempre foi magrinha, com olhar triste, desconfiávamos que ela sofria maus tratos antes de sair da Pet Shop...Enfim, doeu muito a partida dela, ou melhor, ainda dói...Acho que a dor ameniza com o tempo, mas não passa.
    Bjs e que Deus conforte seu coração.

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  16. Olha eu tenho vários cães, e te confesso que quando um deles morre, me dói a alma, a última perda foi a lidinha e o branquinho (dois gatos), Meu bicho mais velho é o gato com 8 anos, e o Dom (cão) com 6 anos, e te confesso que já tô morrendo de medo de perde-lo no futuro.
    #amigacomenta
    @olaenfermeiros

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  17. Olha eu tenho vários cães, e te confesso que quando um deles morre, me dói a alma, a última perda foi a lidinha e o branquinho (dois gatos), Meu bicho mais velho é o gato com 8 anos, e o Dom (cão) com 6 anos, e te confesso que já tô morrendo de medo de perde-lo no futuro.
    #amigacomenta
    @olaenfermeiros

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  18. Olá Manu,
    acabei de ler seu post e confesso que estou em lágrimas, pois lendo tudo isso a unica que coisa que penso é que tbm preciso me preparar para o momento de despedida. Tenho uma poodle de 12 anos. Minha fiel companheira, que me escolheu num dia qualquer numa feira de cães, que veio pra SP comigo, que vela o sono dos meus bbs e que toma conta da casa quando não tem ninguem! É dificil a despedida, mas com certeza, ele deve tá no céu dos cachorros, cercado de lindas cadelinhas e cheio de mordomias, correndo pra todos os lados! Força menina! #amigacomenta

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  19. Manu.
    Eu entendo e entendo.
    Minha família é cachorreira e a gente tem um amor tão grande por eles e pelo que representam pra nós.
    Ano passado perdi um cão com quase 20 anos. Ele ficou muito ruim tb e não tem como não sentir e não sofrer.
    Sua dor é justa e espero, de coração, que você fique bem logo.
    Amei conhecê-lo, amei o vídeo dele com a irmã.

    Ps: mas ele foi um menino bem safado, né?
    Ps2: e foi um lutador exemplar.

    Vida eterna pra ele!

    bjs

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  20. Manu, já passei por isso, como o Kilo é lindo!!!!
    Agora só ficam as lembranças, mas com certeza, ele foi muito feliz ao teu lado.
    Beijos
    Camila
    #amigacomenta
    @caemurillo
    http://confissoesdeumajovemmae.blogspot.com.br/

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  21. Nossa, perder um amigo canino é realmente muito triste. No ano passado perdemos um filhotinho que ficou conosco por 2 meses, fiquei arrasada... Espero que hoje vc já esteja melhor!

    Bjs
    Tati
    Mulher e Mãe
    #amigacomenta

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Comenta aí que a mamãe fica faceira! E volte sempre, a casa é sua! :-) Ou me mande um e-mail: emanoellew@gmail.com

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