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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Os partos pelo mundo


Oie... Você que já conhece minha fobia a parto vai entender meu sentimento com a seguinte notícia: Bebê de 7,04 kg nasce na China

"O 'pequeno' Chun Chun nasceu em Henan com o dobro do peso de uma criança normal e bateu o recorde nacional de bebê mais gordo por apenas 40 gramas". Então isso quer dizer que outra criança já nasceu assim gorducha por lá? Oh my God! Sim, já! E o bebê mais pesado do mundo nasceu com 10,8 quilos, mas morreu poucas horas depois em Ohio, nos EUA, em 1879. Deus ajude o Chun Chun, que é um chuchuzinho. De tão gordinho, o olhinho é ainda mais fechado. E me ajude também pra que João Augusto pese no máximo uns 3,5 quilos né? rerere.

Bem, já deu pra notar que este post é sobre partos, especialmente os mais curiosos. Separei algumas informações que chegaram a mim nos últimos meses, enquanto me preparo para este momento cada vez mais próximo (faltam seis semaninhas!).

Que tal os vários tipos de parto? O Baby Center detalha como são o normal e o cesariana. Aqui explicações bem bacaninhas, informativas mesmo. Mas nessas andanças pela internet fui em busca de outros dados, como os tipos de parto realizados pelo mundo. A Revista Crescer tem uma matéria interessante.

Vejamos:

O Brasil é o país com maior taxa de partos cesários no mundo, com um índice que chega a 52% do total de nascimentos. Quando se fala apenas da rede particular, chega a 84,5% (uau!). E isso é bom ou ruim? Os índices mostram que em países mais desenvolvidos, a preferência da mulherada é pelo parto vaginal mesmo. México e Itália têm 40% de taxa de cesáreas. Já na Noruega é de 16% segundo o Unicef. A Organização Mundial de Saúde recomenda entre 10% e 15% o número de partos cirúrgicos.

Olha outra coisa interessante que mostra as diferenças entre os países: na Inglaterra, colocar brincos nas orelhas da menina recém-nascida nem passa pela cabeça da maioria dos pais. Os ingleses acham que furar as orelhas é um tipo de mutilação e as meninas só fazem isso depois de mais crescidas. Além do mais, diz a reportagem, bebês com orelhas furadas são mais comuns nas classes sociais menos favorecidas. Curioso né?


Uma das maiores taxas de gêmeos do mundo é de Benin, na África, com 27,9 por mil, enquanto a média mundial é 16 por mil. Já o número de prematuros é maior nos Estados Unidos onde os nascidos antes da 37ª semana somam 12,7%. Por aqui o índice é de 6,7%.

Na Grécia, dar presente para o bebê é considerado de mau agouro (aqui não, podem dar, eu aceito, rere). Na Inglaterra ninguém visita o bebê na maternidade e a mãe recebe alta no mesmo dia (uh, uh, uh que beleza!).

o parto em hospital está saindo de moda lá fora e na Inglaterra, Espanha e Austrália, partos normais e sem complicações não são feitos por médicos obstetras, mas por parteiras. Na Inglaterra, a taxa de nascimentos em casa é de 2,7% e o sistema de saúde público cobre os custos de um parto domiciliar. A Holanda é o país com mais nascimentos desse tipo: 24%. Mas quem confia? Eu hein!!! Prefiro o hospital, ainda mais depois de ler esta aqui ó: Mãe defensora do parto domiciliar morre após dar à luz, na Austrália

Já esta mamãe aqui teve um filho ao estilo vapt-vupt aqui e agora mesmo: Bebênasce dentro de trem nos EUA. O mais legal foi o nome do menino: Jhatpat, que significa 'rápido'! Se Joãozinho vier assim Jhatpat, desde que numa sala de partos do hospital, ficarei feliz.

Já um parto-show desses eu dispenso gente. Olha o que esta maluquete fez: Performática dá à luz um menino em sua exposição. Artística demais pro meu gosto.

E a grávida presa em Londrina com um trabucão na mão tentando roubar uma residência? É sozinha uma quadrilha! rerere.


Bem... tenho evitado assistir a vídeos sobre partos, porque eles costumam ser tenebrosos, porém tem um aqui que eu gostei e quero compartilhar. Achei doce, sensível e interessante o parto na água, que já é ofertado em alguns hospitais do Brasil. Eu tinha uma outra impressão sobre isso, agora gostei. Pena que aqui pelas redondezas não há nada assim...


Legal né? Ainda mais porque o pai participa. Se bem que meu marido não teria essa disposição toda. Eu acho que ele desmaia se me vir sentindo dor assim, rerere. Temos conversado sobre isso e ele me garantiu que vai tentar se manter em pé e segurar na minha mão, mas pediu pra ficar do "lado de cá do pano" se for cesária, ou seja, vai ter a mesma visão que eu... só do bebê fora da barriga. Tá certo né?

Bem amores, o momento está chegando e eu preciso criar coragem. Acho que já estou bem menos medrosa e tudo se resolve no ato (assim espero!). Por enquanto, resta rezar pra Nossa Senhora do Bom Parto para que eu e Joãozinho tenhamos uma boa hora!

Beijos amigas, até o próximo post.

Para finalizar, um mimo que a amigona Nelci me mandou esses dias e eu adorei:

3 comentários:

  1. Verdade, não existe momento melhor, mas quando olhamos pela primeira vez para eles no momento do nascimento e pegamos no colo, isso é maravilhoso, uma emoção incomparável, olhar o filho ali, sujinho ainda. Nunca vou esquecer da minha Duda, recém saída de mim, toda "cinza" e suja de sangue, chorando muito e eu comecei a falar o nome dela e ela parou de chorar, foi mágico! Que Deus te dê uma boa hora, como dizem. bjs cunhadinha Dani

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    Respostas
    1. É né meninas? Apesar de saber que dói, não imagino momento melhor na vida de uma mulher que o nascimento de um filho!

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Comenta aí que a mamãe fica faceira! E volte sempre, a casa é sua! :-) Ou me mande um e-mail: emanoellew@gmail.com

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