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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Um bebê no baile

Não sou a mãe que isola o bebê do mundo para evitar que ele se assuste com barulho, mas admito que não gosto de expor o Joãozinho a sons muito altos. Até já desejei que abaixassem o volume do mundo (veja aqui), só que volta e meia a gente se pega numa situação de bastante agito e que não tem como evitar... A última semana foi uma prova de fogo. Durante três noites consecutivas, meu filhinho participou de solenidades da formatura da tia dinda Dani, e me surpreendeu!

Sair da rotina já é um desafio e tanto pra nós. O horário do banho e de dormir costuma ser sagrado e nesses dias aí, tivemos de alterar tudo. Eu senti que ele não gostou muito de adiantar o banho e que ficou perdidinho sem saber se já dormia ou brincava mais um pouco.

Mas se na missa e no baile (sim, ele foi ao baile!!!) ele deu um show de bom comportamento, a colação foi uma triste experiência para nós, pais, e para ele.O chororô foi grande e a culpa também é nossa. Acompanhe...

A formanda, cunhada comadre Dani

Quinta-feira, uma das noites mais especiais na vida da minha cunhada e a gente na expectativa... Como Joãozinho iria reagir ao barulhão de uma cerimônia de formatura no teatro? Eu passei o dia em função de adaptar a rotininha dele. João pai chegou em cima da hora e saímos às pressas, mas com o menino nos trinques de lindo com a roupinha nova e até com a pulseirinha de ouro que tem o nome dele gravado (presente da madrinha).

Que moço lindo, né?

Chegamos quando o negócio tava começando e sem muito tempo pra pensar, sentamos nas cadeiras que, com a maior boa vontade do mundo, a formanda nos reservou lá na frente do palco. Ele dormia profundamente no bebê conforto, que deixei do meu ladinho, no corredor do teatro, enquanto acontecia aquela muvuca de pré-evento... fotógrafos em posição e eu com a câmera em mãos para filmar a apresentação da sobrinha Duda (filha da formanda Dani, no caso).

Pausa para a explicação: Mãe e filha fizeram a homenagem aos pais, a Duda cantou lindamente e emocionou toda a plateia no momento mais top da cerimônia... (pena que a gente teve de ver isso lá do lado de fora). 

Som baixinho, parentada aproveitado pra babar no nosso bebezinho, tudo corria bem até que aquela tonelada de caixas de som bem na nossa frente começou a reproduzir a música de abertura da noite e, ao fundo, familiares felizes demonstravam todo seu amor pelos formandos com aquelas insuportáveis divertidas buzinas, cornetas e vuvuzelas. O guri deu um pulo e acordou do seu soninho em meio ao fim do mundo... claro que se assustou! E começou a chorar... bem na hora que o reitor entra e se posiciona lá no meio.

Repare: estávamos na terceira fileira, atrás apenas dos professores, bem no centro do teatro. Ah, e a mamãe aqui não teve o bom senso nem de botar uma roupa discreta, era vermelha mesmo. O mestre de cerimônia chamando as autoridades para compor a mesa e no meio disso eu tirando o peito pra fora para tentar acalmar o menino. Todas as atenções do teatro voltadas para... nós!

O berreiro continuou e com o peito meio pra fora meio pra dentro levantei dali decidida a levar o menino pra fora... a música já tinha parado, os formandos estavam sentados, e ia começar o hino nacional. Não tendo como ser discreta, passei na frente da mesa de autoridades mesmo e lá fui me posicionar no cantinho do teatro para embalar o Joãozinho até que o pai tivesse coragem de sair do lugar e vir atrás de mim.

Lá no cantinho estava, quando o hino começou e os formandos se voltaram para... mim!!! Sim eu estava embaixo das bandeiras!!! De vermelho, com o bebê chorando, o peito meio pra fora e uma cara de avestruz procurando buraco... Pois só me restava cantar o hino. kkkkkkk

Passado o sufoco, bebê mais calminho, o pai já disfarçadamente presente, achamos bancos mais para o fundo. Mas aí vem a psicologia do bebê que não sei porque pancadas d'água volta a chorar se a gente senta. Desistimos da colação e subimos rumo à porta de saída, sem muita esperança de participar daquilo tudo.

Foi quanto nos demos conta do quanto fomos imbecis irresponsáveis. Ser mãe de primeira viagem tem dessas coisas viu? Nem me condenem! rarara. Ali no saguão de entrada do teatro, com as portas abertas o suficiente para assistirem a tudo o que se passava lá no palco, estavam umas dez crianças com seus pais e mães. Lá era o nosso lugar desde o começo. Quanta pretensão levar o menino pra dentro da caixa de som e achar que poderíamos assistir à colação colados no palco né?

Aí relaxamos nos sofás decorativos dos cenários montados pela empresa que organiza a festa e descobrimos mais uma vez que pais e mães de bebês não podem levar a vida como todo mundo. Enquanto no banheiro já tinha fila pro trocador, no sofá ao lado uma mãe trocava a fralda da menina de uns três anos, o pai balançava o bebê de colo e outros pais andavam para lá e para cá mostrando as flores cenográficas para suas crianças.

Pudemos ver, apesar de lá de longe, o momento da homenagem e no telão vi a cara dos meus sogros aos prantos de emoção. E, àquela altura mais espertos, batemos em retirada antes que o teatro todo resolvesse sair. Até porque Joãozinho já estava irritado de sono e agitado demais, chorando de novo.

Chegamos em casa exaustos e com mais uma lição aprendida. Nosso lugar nesses eventos é o mais longe possível das caixas de som, do palco, do palanque, da cena em si. Mas perto o suficiente para sentir com os que amamos a emoção que o momento proporciona.

Pena que não pude filmar a apresentação e o João só conseguiu registrar a voz da Duda... Nem pudemos tirar as tradicionais fotos no cenário com a cunhada... Só sobrou essa foto aí, do papai e do bebê assustado nos sofás do hall e o videozinho com a cantoria da sobrinha.

Cara de pau: com os pés nos sofás do cenário, rara


Segundo e terceiro dias...

Na missa foi tudo tranquilo
Escolados com a aventura da noite anterior, na sexta adotamos novas estratégias. Chegamos atrasados à missa e tentei manter o bebê acordado, para não levar aquele susto da noite anterior. Funcionou bem e a solenidade foi mais rápida, então sobrevivemos sem traumas. Tivemos de ficar em pé o tempo todo, porque sentar é pedir manha, mas tudo bem... por isso mesmo já ficamos lá no fundão, no corredor lateral da igreja. A coisa fluiu tão bem que pudemos até ir lá no altar tirar fotos no final. E ainda fomos à pizzaria comemorar. Ele dormiu boa parte do tempo e aguardou minha última garfada na marguerita para pedir peito e jantar também.

Primeiro longo pós-Joãozinho

No sábado a agitação começou cedo. Eu e dona Sônia tínhamos salão marcado pras 15 horas. Saímos de lá às 17 e tudo correu bem. Ele até gargalhou pra cabeleireira. Mas daí em diante as horas voaram e entre mamadas, banho e arrumação (ele tava lindo de bonito com camisa social e suéter), joguei o vestido pela cabeça (sem cinta, na barriga no peito e na coragem, escondendo a polchete e erguendo a central de aticínios) e saí calçando os sapatos para estarmos todos prontos às 22. Só parei um minuto pra exigir que o marido tirasse uma foto. Afinal, cenzão de salão + vestido + acessórios + sapatos... vocês me entendem né?

Antes que dormisse, olhei fundo nos olhinhos do meu filhinho e conversei. Vai que ele compreende né? "Filho, estamos indo no baile da tua tia. Lá vai estar o maior barulhão, mas não se assuste tá? É tudo festa e alegria e a mamãe vai estar do teu lado o tempo todo. Não precisa ter medo". Acho que ele copiou!

No caminho ele adormeceu e pedi ao João que colocasse música no carro. Foi aumentando o volume gradativamente até chegarmos lá, para ir se ambientando aos poucos. Como fomos uns dos primeiros, a música ainda era baixinha e tudo correu bem. Fizemos a foto oficial e procuramos a mesa.

Pausa para o drama: não levamos a câmera boa porque não deixavam entrar, levamos a menor... que ficou sem bateria na segunda foto. Viu que bom que exigi a foto antes de sair de casa? rerere.

A única foto com a dinda, graças à câmera da Kati

É claro que a dinda Dani tinha conseguido escolher um lugar maravilhoso pra família acompanhar a festa: na frente (eu disse NA FRENTE) do palco! uahauhauhaauhhua. Ai gente, que dor no coração. Se no teatro o som era alto, ali era estratosférico. Bora rezar pro sono do guri aguentar pelo menos até a entrada dos formandos.

Como a vida muda né? Há um ano eu era arroz de festa e amanheceria numa formatura dessas, dançando muito, me divertindo muito. No sábado passado, minha única e exclusiva preocupação era não deixar meu filho se assustar. Cobri o bebê conforto com o cobertor, tentando criar um isolamento acústico, botei paninhos ao redor das orelhinhas dele e segurei a mãozinha dele quase o tempo todo.

Mas este meu Joãozinho me encheu de orgulho e mergulhou profundamente nos braços de Morfeu. Dormiu mesmo quando a música ficou alta e o locutor começou a chamar os formandos. Foi quando as torcidas começaram de novo com as malditas doces buzinas, vuvuzelas, cornetas dos cornos!

A cada cornetada, um pulinho e uma ameaça de abrir os olhos. Eu fazia carinho, tentava tapar os ouvidos e ele continuava dormindo. Aquele barulho era insuportável até pra gente... e pensar que antes eu achava super legal, rerere. Aí um rapaz resolve passar buzinando atrás de mim. Ele praticamente esvaziou a corneta onde, onde? Coladinho no bebê conforto. Ai ai ai...

Num impulso irracional, virei para trás e acertei minha mão nas costas do rapaz. A vontade era de esganar, mas o cérebro agiu rápido e eu voltei pros eixos. Não sem antes largar um sonoro 'filhodaflauta' pro moço que ficou sem entender nada. A família toda já estava virada em nossa direção, porque o som da corneta chamou a atenção. E tio Celso quase tomou minhas dores e foi tirar satisfação com o corneteiro, que continuou sem entender por que todo mundo naquele lugar podia brincar com o objeto barulhento menos ele. kkkkkkkk

Claro que fiquei morrendo de vergonha por minha atitude, mas naquela hora mamãe virou leoa e não pensou em mais nada. Até me dar conta, no segundo seguinte, que quem estava no lugar errado éramos nós, não ele. E quer saber? Joãozinho não acordou.

Que que tá acontecendo aqui, mamãe?

Os formandos todos foram apresentados, cada um com sua música, tudo super divertido e eu quase não via nada além de um bebê dormindo... Felizmente tudo ficou bem. O baile começou e o tchu-tcha-tcha acabou acordando o pequeno, mas aí já era pra além da uma da madrugada. Ele estalou os olhinhos e procurava de onde vinha o barulho enquanto eu ficava bem pertinho conversando. Ou seja... pra mim não foi exatamente um baile de formatura, mas uma maratona de 'não deixe o bebê chorar'.

Lá pelas tantas peguei ele no colo e dancei um pouquinho. Dancei com o papai também, pra não ficar com ciúmes, enquanto o vovô cuidava do neném. E quase duas da manhã voltamos pra casa sem ouvir um pio de choro. Quando entrei no carro ele abriu o berreiro. Mas aí já era hora de mamar... e voltamos felizes pra casa.

Foi uma aventura e tanto. Entre arranhados e feridos, salvaram-se todos os tímpanos. Acho que depois dessa, podemos ir a qualquer lugar com o pequeno. Já passamos no teste!
Agora você me pergunta: por que não deixamos ele com alguém? Por enquanto não tenho coragem. Ele mama no peito e só no peito. Ficar duas horas longe é tempo demais.

Pais aprovados

Destaques: foi tudo lindo, perfeito em cada detalhe. A Dani caprichou no bolo, salgadinhos, frisantes (tomei um pouquinho) e até nos copos personalizados. Ela tava linda demais. Mara mesmo.

Bolo lindo e delicioso

Por hoje é isso, mas logo volto porque semana que vem tem consulta com a pediatra e neste final de semana sessão de fotos com a Fabi Guedes (finalmente vamos fazer a segunda parte do pacote que começou com minhas fotos de gestante, em dezembro) e curso de pais e padrinhos para batismo. Tem também um monte de novas peraltices que relatarei em breve.

Beijocas. 

Agora as imagens da semana!
 
Presente de quem? Adivinhe!







 


Congelei na Avenida Brasil, kkkk


Papai também congelou... :-)

21 comentários:

  1. Nossa comadre, eu sei que foi tudo super cansativo pra vcs e agradeço pq mesmo assim vcs estiveram presentes. Muito obrigada pelo carinho. Meu afilhado esta a cada dia mais lindo e saudável. super beijo Amo vcs

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    1. Ah mas valeu super a pena pra ver você neste momento feliz!!! Beijoooooo. Também amamos vocês!

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  2. Manu, que epopeia! mas q bom q deu tudo certo!
    Eu tb concordo que, claro, nos adaptamos aos filhos, mas eles tb precisam se adaptar a nós... e vamos levando.
    Só achei sem noção o rapaz da buzina, peloamor...
    Vc estava linda, e parabéns para a madrinha pela grande conquista! Festa de formatura é mesmo algo maravilhoso na vida da gente!
    beijos
    Carol
    @ninaensina
    #amigacomenta

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    1. É por aí mesmo Carol... Nas próximas a gente já tá expert! rere. Beijoca

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  3. olá Manu, acabei de ler seu post, axei mara! vc escreve muito bem, adoro passar por aqui pra saber as novidades. Meus Parabéns por terem encarado os três dias de comemoração sem deixar o pequeno João em casa. Eu apoio! não largo minha Rebeca por nada! carrego ela pra cima e pra baixo, e vc vai ver, é assim q eles se acostumam e criam "anticorpos" contra os barulhos e tudo mais.... eu trabalho o dia todo, deixo ela com minha mãe e minha cunhada (meio período pra cada uma) então qdo não estou trabalhando quero mais é curtir minha filhota, saio com ela pra tudo qto é lugar....e vamo combinar: q graça tem não se insibir, desfilar com nossas "jóias" (?) rsrsrsrsrsrs.... assim como vc, pra mim tbm tudo é novidade e cada dia é uma surpresa diferente, uma novidade, um aprendizado.... só estamos um poquinho na frente, essa semana minha pimpolha completa 6 meses, nossa eu axo tão bom poder trocar comentarios, saber da experiencia de outras mães, afinal, a vida muda! e como muda! mas pra MeLhoR... com certeza! um grande bjo pra vc e pro Joãozinho q ta muito fofo nas fotos!

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    1. Ô Adri... que bacana. Obrigada pela companhia... A gente tem mais é que mostrar mesmo nossos rebentinhos né? Rebeca deve nestar naquela fase gostosa de comer papinha e se lambuzar toda né? Deu curiosidade. Manda foto pra mim? rerere. emanoellew@gmail.com

      beijoooo e apareça sempre.

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    2. ops, nao coloquei meu endereço de email, eita! viu, acompanha a gente no face, sempre tem fotinhas nossas lá.... fuuuuuuuuuuuui

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  4. OI Emanoelle! Sou como vc, sempre levei meus mreninos desde bebê para onde fosse, formatura, casamento a noite, etc...nunca se incomodaram com o barulho, as vezes é a gente que se incomoda mais né rs?Parabéns para a formanda e adorei seu vestido!
    beijo querida
    #amigacomenta

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  5. Falta de experiência né amiga? rerere. No próximo eu já vou bem mais tranquila. Obrigada pela visita. Beijinho

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  6. Oi, não conhecia seu blog, mas adorei o post. Me lembrei de uma experiência com o Cuque na formatura da madrinha dele tbm. (Olha que interessante! rsrs) Eu só tive um pouquinhomais de sorte que vc, pq eles fizeram tudo no mesmo dia e no mesmo local. Mas foi uma maratona, entra e sai, sofazinho na entrada, sustos com as buzinas... rsrsrs
    No fim ele se assustou um pouco mas ficou bem.
    Não tem jeito né? Existem momentos que temos que participar, e os pequenos tem que vir tbm. rs
    Obrigada pelo comentário!
    Bjuxxx
    #amigacomenta

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    1. Viu só que bom saber que a gente não tá sozinha no mundo! rerere. É uma maratona mesmo, mas o importante é que agora ele já está preparado para a formatura do pai dele, que será no final do ano! E que venha o foguetório! rerere. beijo amiga. Apareça sempre!

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  7. kkkkk Me lembrou de quando fomos à formatura da dinada do Cuque tbm! (interessandte né?! rsrs)
    No meu caso, acho que tive um pouco mais de sorte, que eles fizeram todas as solenidades no mesmo dia e local. Foi uma batalha única! rsrs
    Mas foi bem parecida com a de vcs, sofazinho da sala de entrada, buzinas, alguns sustos e uma novela para amamentar!
    Mas não tem jeito, em algumas situações temos que ir e levar os pequenos né?! Como não ir à formatura de alguém tão querido?!
    rsrs
    Obrigada pelo comentário!
    Bjux
    #amigacomenta

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  8. Eh Manu, hehehe, adoro seus posts, vc sabe... a gente se identifica muiiito! Lembrei do casamento que fui com o Pedro aos 2 meses bem no período das colicas (so fui pq era madrinha). Ele aos berros com minha mae la no fundo e eu saí lá da frente e fui buscá-lo (com todos olhando). Botei ele no peito (tava amamentando) e nas fotos saí com ele no colo sem quase ninguém perceber que ele tava "tupando" enqnto o padre falava, hehe! A gente pensa o tempo todo neles quando sai, né? Na festa ele me impressionou, dormiu mais que em casa e dançou um monte com o tio (vai ser baladeiro... ai!). Outra coisa, vc precisa escrever um livro! Todos irão deliciar-se com sua leitura, pois é muito divertido e gostoso ler o que vc escreve. Pense nisso! Beijos ao trio parada dura!

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    1. Oi Juuu e eu adoro quando você passa por aqui. Tenho um carinho super especial por você e pelo Pedrinho, afinal vivemos tanta coisa parecida ao mesmo tempo né? Fiquei imaginando a cena do Pedrinho mamando ao pé do altar, que graça! rrere. Eles são prioridade e ponto né? Lembro do quanto o Mateuzinho chorou no nosso casamento, judiação. E de repente eles dormem no meio do fuzuê. Vai entender...
      Fico super lisonjeada com o teu elogio, amiga, mas conheço bem minhas limitações, kkkk. Não tô pronta pra escrever livro não... isso é coisa pra quem entende. Depois que passei a ler outros blogs de mães, vi o quanto estou anos luz atrás do talento dessa mulherada. Inclusive de um pai, o Flizan, já citei aqui, que é o meu favorito. Tem um texto maravilhoso. Mas que bom que você se diverte Ju! Esteja em casa tá? Beijinhoooooos pros dois!

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  9. Primeiro quero dizer que vc estava deslumbrante,veleu o investimento.Eu na Oktoberfest com aminha filha ela estava com 2 meses,fiquei no camorote de um cliente amigo do meu marido,ele havia nos convidado e fomos,lembro que ele foi dormindo,ficou dormindo o tempo todo,só acordou quando chegamos em casa,e esse tipo de coisa aconteceu várias vezes,a guria só acordava quando chagava em casa,acho que ela já tinha espirito festeiro...hehehehe
    bjs
    #amigacomenta

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    1. Brigada Silmaaaa! Eu fiquei faceira com este vestido porque ele escondeu a polchete e ainda levantou a central de laticínios! kkkkk. Eu imagino o auê que é uma Oktober. Meu sobrinho foi pro Carnaval em Tibagi, com desfile de escolas de samba e show, aos dois meses. Também dormiu o tempo todo, um amor. O meu piazinho nem sempre é calminho assim. Tem dias que chora mesmoooo. Mas tomara que eles sejam festeiros sim, porque a vida tá aí pra isso, pra gente aproveitar. Se puxar a mãe, vai ser fogueteiro! rarara. beijoooooo e apareça sempre

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  10. que linda que vc ficou com o vestido.......
    Theo nunca acordou com barulhos aqui de casa....e olha que cachorro late.....buzinas de carros e muita agitacao.....por isso ele tem sono pesado....kkkkk

    #amigacomenta

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  11. Minha #aos3 me acompanha bastante por aí, tem dias que são três festas, a vida dela anda um agito!! rs
    Mas noitada, sempre evitei levá-la, embora ela suportasse bem o barulhão, mas como mamou até quase 2 anos, seria chato sair da pista pra amamentar bebê na mesa da boate! rs

    Beijão.
    @_maejestade
    #amigacomenta
    http://www.vidademaejestade.com/

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  12. Que aventura hein Emanoelle? Ri muito com seu relato! Qdo me formei no ensino médio a Rafa tinha 2 meses e lembro de ter de sair para amamentá-la pelo menos umas 2 vezes. Mas o importante é que ela participou! :)
    E o João ficou parecendo um rapazinho todo arrumado para as festas! Adorei os cliques.

    #amigacomenta
    @maedigital

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  13. Que bom que deu tudo certo... Bjs!! #amigacomenta

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  14. Oi vc me ajudou pois no fim desse ano sou eu q me formo e estamos pagando a formatura ja faz 3 anos e nesse tempo ttive uma bb e estou pensando como vou fazer com ela

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Comenta aí que a mamãe fica faceira! E volte sempre, a casa é sua! :-) Ou me mande um e-mail: emanoellew@gmail.com

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