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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O drama da mãe-canguru e um novo conceito: criação com apego

Todas as fotos são assim, com João no colo
Procurei foto minha recente a pedido para reportagem especial com ex-funcionários do jornal onde trabalhei... Daí que dos últimos oito meses não há foto alguma sozinha, com exceção de uma toda emperiquitada pra formatura da cunhada, que não é o caso de mandar pra redação. Todas as minhas fotos deste ano contêm um certo bebê muito fofuxo ou uma barriga enorme. Caí na real: sou uma mãe-canguru.

Joãozinho e eu somos praticamente marsupiais, porque o menino vive grudado em mim em todas as situações desde que nasceu. Até quando vou lavar as roupas dele (agora mais sujas do que nunca), ele está ao meu lado, escalando minha perna ou brincando com a Clarinha na lavanderia. Nos últimos dias, por exemplo, ele foi ao treino de taekwondo comigo e assistiu à banca do Trabalho de Conclusão de Curso do pai. É provavelmente o primeiro bebê  a rastejar naquele tatame e a participar de uma banca na faculdade.

Aí então resolvi que está na hora de tentar, aos poucos, acostumar meu filho aos cuidados de outras pessoas também. Respirar um pouco sozinha, cuidar de mim e deixá-lo menos dependente da minha presença... A única vez que passamos uma hora distantes foi quando ele ficou com o pai em casa enquanto fiz a compra da semana no mercado, há cerca de um mês. O resto de todo o tempo de sua vida, João Augusto passou comigo. Deve ser por isso que anda tão agarrado e até manhozinho. Será?

Apesar de estar no oitavo mês, quando segundo os entendidos o bebê passa pela angústia da separação, tomei uma séria decisão (coloca música de drama aí, rarara): contratei uma babá para ficar com ele nas três vezes por semana que estou indo à academia. É a Scheila, minha vizinha, mãe carinhosa do João Victor (sete anos) e a pessoa que já trabalha aqui em casa desde julho. Venho observando ela desde que começou a me ajudar com a limpeza. Joãozinho já a conhece, ri e vai no colo dela sem estranhar e minha esperança é que se adapte. Mas é só uma horinha em três manhãs. Jogo rápido, nem dá tempo de lembrar de mim.

Pelo menos foi isso o que constatei já no primeiro dia. Saí com o coração partido de casa, depois de dar papinha, banho, mamá e deixar um monte de recomendação pra Scheila e providenciar a Galinha Pintadinha no DVD - cenário perfeito praquela soneca da manhã. Dito e feito. Lá fui eu pra minha segunda aula de taekwondo e entre chutes, socos e um vocabulário completamente novo pra mim, em alguma língua coreana, meu pensamento voltava pra casa. Suei meio litro, fiquei com a boa sensação de "que agora sim vou emagrecer" e retornei o mais rápido que pude para constatar que... meu filho sobrevive sem mim. auhauahuaha

"Joãozinho nem tchum pra mamãe", eu disse pra Scheila, esperando que ela me contasse que ele chorou um monte pra dormir sem peito, que fez manha o tempo todo, que ficou procurando a mãe. Mas quê? "Ele começou a resmungar, eu passei a mão no cabelinho dele e dormiu", contou a babá, para meu alívio e frustração. kkkk

No segundo dia acordamos mais tarde, portanto ele não teria sono no meu período de ausência. Ficou no colo da Scheila ali no portão, com os olhinhos curiosos pra rua e de novo "nem tchum pra mamãe". Eu também fingi que "nem tchum pro bebê" e fui bem mais tranquila. Treinei sem tanta ansiedade e voltei pra casa suada, serena e exausta. Achei os dois brincando no tapete da sala. Cinco minutos de mamazinho e o fofo já dormia (sei que tem muita gente que acha errado, mas já dei a manha do peito pra dormir e assim será até que eu consiga mudar isso, rere).

Enfim... Deu tudo certo até aqui, embora ter uma babá tenha sido sempre minha última opção. Quando voltar a trabalhar, pretendo ter a Scheila em casa para cuidar da limpeza e da comida todos os dias, mas João deve ir pra escolinha. Tenho receio, depois de ouvir tanta história negativa, e quero ver como meu bebê vai se sair interagindo com outras crianças. Portanto, como não conheço muita gente na nova cidade, quanto menos uma profissional de verdade na área, aceitar que a Scheila vai cuidar dele por algumas horinhas foi um passo importante.

E pode acreditar: isso é evolução pra mim. Joãozinho nunca ficou nem com as avós, pois minha mãe mora em outra cidade e minha sogra do outro lado desta cidade. Sempre que vou à casa dela com o pequeno é para passearmos, nunca ele precisou ficar aos cuidados dela.

Foi assim que o encontrei quando cheguei em casa na nossa primeira separação

Criação com apego

Isso tudo me faz perceber que, apesar de não ter tido acesso a estas informações antes, estou intuitivamente exercendo um novo modelo de cuidado parental que descobri nesta semana. É o “Attachment Parenting”, designado no Brasil como "Criação com Apego". Há na internet uma rede de debates sobre o tema e eu indico um post interessante do blog Cientista que Virou Mãe. Vale a pena dar uma olhada. Me identifiquei.

Com base em tudo o que se falou sobre educação infantil nas últimas décadas, inclusive nos Super Nanny da vida, você pode achar que estou criando um monstrinho mimado, por tanta proximidade comigo, mas há quem diga o contrário. Olha lá o que defende a Ligia Moreiras Sena, autora desse blog:
"A expressão se relaciona a uma forma de cuidado com os filhos que leva em consideração a teoria do apego (...) para explicar como acontece a formação dos vínculos entre o bebê e seu principal cuidador e quais as implicações da forma como esses vínculos foram construídos – ou não foram – para a vida futura da criança."
"A criação com apego é um conceito amplo que envolve, sobretudo, a criação de pessoas seguras, autoconfiantes e empáticas, baseada no respeito aos comportamentos inatos da criança - aqueles que ela demonstra sem precisar aprender, como chorar quando não se está satisfeito com algo, desejar constantemente o contato físico ou visual, tocar, sorrir – e na proximidade física e emocional com a mãe (ou o principal cuidador). Se nós tivermos sempre em mente que muitas pessoas criam seus filhos assim intuitivamente, sem precisar aprender ou ler nada sobre isso, fica fácil entender que não existem regras ou técnicas. É, apenas, o respeito às necessidades naturais de um bebê, de uma criança, permitir a ela que crie o vínculo de maneira inata e espontânea, sem limitações impostas por convenções".

Como anda minha lista

Este foi o ponto de partida para a nova etapa que estamos iniciando, como comentei no post sobre minhas listinhas, lembra? Das prioridades lá anotadas, já consegui riscar algumas. Enviei currículos e fiz muitos contatos. Alguns com boas perspectivas de trabalho pro ano que vem. Resta aguardar. Transferi a conta do banco para agência mais próxima de casa, coisa chata e burocrática, mas fiz, na companhia do bebê pra não variar. Comecei uma dieta. E parei. E recomecei. Emagreci um quilo. Viva! Voltei a fazer atividade física. Optei por taekwondo (nem eu acredito ainda) numa academia pertinho de casa e estou adorando, já que musculação nunca foi minha praia. Pena que virei o pé tentando andar novamente de salto alto, depois de meses na rasteirinha, e agora preciso pegar leve nos chutes e saltos. Mesmo assim, tá divertido.

Para não complicar demais, escolhi fazer aula com a turma infanto-juvenil e treino ao lado de criancinhas lindas, de quem copio todos os movimentos porque obviamente até o Luquinha de cinco anos tem mais coordenação motora, elasticidade, equilíbrio e força do que eu. Só ganho na concentração. uhauahua. Ele é um lindo, minha gente. Já posso imaginar meu João lá com aquele quimono (ainda não aprendi o nome) branco e dando gritinhos fofos. Aliás, na primeira aula ele foi junto e ficou brincando na beira do tatame com um menino que estava por ali. A cada cinco minutos eu parava e corria lá inventar um brinquedo diferente, mas foi.

Falta ainda bastante coisa para fechar a lista, entre elas comprar os presentes de Natal. Estou me enrolando, na esperança de que o papai vá junto pra me ajudar, porque morro de preguiça de ir a shoppings em tempos normais, quanto mais nessa época e com um bebezão de quase dez quilos a tiracolo.

Fica em pé, firme, agarrado a alguma base

O que Joãozinho anda aprontando


Além de ficar em pé se agarrando a tudo o que vê, ele agora ligou o turbo e rasteja em velocidade cinco pela casa toda. Sai de um cômodo e vai pro outro, entra no banheiro e pega os produtos de beleza do armarinho (já deixei os que ele pode pegar sem risco) e na estante da sala tenta por toda lei tirar o trilho em que a portinha corre. Vira estátua quando a gente diz nãããão e parece entender. Vai até a piscininha que está cheia de brinquedos, se dependura nela e pega de lá o que interessa, entra debaixo das cadeiras, da mesa e lambe tudo o que estiver ao seu alcance, especialmente a sola de algum chinelo que porventura eu tenha deixado no caminho. Sim, a sola. Ele prefere a parte mais suja.

Por conta disso, meus dias têm menos tempo livre. Sempre que ele está acordado, preciso ficar de olho, porque é um perigo. Um dos objetos que ele mais ama no mundo chama-se lixeira. A do banheiro já transferi pro alto e a de lixo reciclável agora fica lá fora.

Mas "lá fora" também faz parte da sua rota e acabo cedendo: deixo ele rastejar até nas calçadas porque a felicidade é imensa, principalmente se a Clarinha estiver junto, lambendo suas orelhas enquanto ele puxa os pelos dela com toda força. Ela até chora, mas deixa ele fazer o que quer. É um amor que só aumenta. Ele fica todo vibrante quando ela vai buscar os brinquedinhos que eu jogo.

Com a amiguinha Isabela, numa tarde deliciosa
João também mudou de comportamento. Não é mais aquele menino doce e simpático que sorria até pra sombra. Agora ele reconhece as pessoas e os ambientes e não se abre todo pra gente estranha. Fica sério, sisudo e demora pra se sentir bem à vontade. Foi assim na casa da Karine, nossa querida amiga, mãe da Isabela. Fomos visitá-las e já na chegada meu pequeno fez um berreiro pro Sushi, o cachorrinho delas. Demorou pra se soltar.

Mas aqui em casa continua um fanfarrão, cheio de energia e sorrisos com aqueles dois dentinhos afiados e lindos que teimam em morder meu nariz. Com força agora. As unhas são afiadinhas e por mais que o corte duas vezes por semana, em qualquer descuido ele se arranha no nariz e nas pálpebras.

Tio Bira, tia Rosi, Pedro Lucas e Tia Dalila
Continua gulosinho e come de tudo o que eu ofereço. Na casa da tia Rosi, em Curitiba, saiu da rotina e da dieta e comeu até um pedacinho de bolo de aniversário, mastigando com as duas serrinhas. Estivemos lá pra visitar também a minha amada prima Carla e o Rômulo, que está cada dia mais lindo e esperto. É de derreter de amor ver ele fazer de conta que está tocando pandeiro, batendo as mãozinhas. Ainda encontramos tia Dalila e conhecemos a mulher do meu tio Bira, Samara, e seu filho Pedro Lucas, um mimo de educado e simpático. Eles eram de Pernambuco e acabaram de se mudar pra Curitiba. Pedro teve a maior paciência do mundo pra brincar com meu João e ofereceu o segundo pedaço do seu bolo de aniversário pro novo priminho. Não é um amor?

Passeamos no trabalho do papai e do vovô, fazendo tooooodos os colegas deles babarem um pouquinho, e também participamos da confraternização do departamento onde o pai trabalha. Tô falando... Até em bar este menino vai, minha gente! A dinda Dani tava junto. Foi um dia bem gostoso.
Enquanto o pai preparava o discurso... 

Quanto à banca do TCC do João, graças ao bom Deus foi aprovado e com muitos elogios, recebeu a nota máxima. Estamos vibrantes! Foi super engraçado porque enquanto ele apresentava lá na frente, pra banca de três professores e mais um convidado, eu lá no fundo da classe fazia de um tudo pra manter Joãozinho quieto - no sentido de não fazer barulho, porque quieto mesmo ele não ficou um segundo. Rastejou por debaixo das carteiras, achou uma parede descascando e tirou até cimento lá de dentro, brincou em pé na cadeira e riu gostoso pra imagem dele refletida no vidro da sala. Mas deu tudo certo e eu pude acompanhar toda a avaliação, já que participei ativamente da elaboração desse projeto né? De certa forma, me senti aprovada também. rerere.

Ah, voltamos à piscina e ele mais uma vez brincou até ficar cansadinho, junto com o pai e com os padrinhos. Só fiquei tristonha porque justamente quando estava comigo é que engoliu água e se afogou um pouquinho. Duas vezes. Me senti o ó do borogodó das péssimas mães. Depois larguei a culpa ali mesmo e segui brincando. rere.

E assim vamos nós, brincando, trabalhando na casa de montão, passeando bastantão também e procurando sempre um jeito certo, o nosso jeito certo, de sermos mãe e filho.

E você, o que acha dessa nova onda do "criação com apego"? Fez diferente e deu certo? Conta aí. E até breve. Um beijo.


Registros



Bebê no Diarinho do Diário dos Campos do final de semana

Esta saiu em outubro por ocasião do meu aniversário, no Página Um


João e Isabela aprendendo a compartilhar




Muita fofura né?



Karine, amada, e meu filho aprendendo a escalar
Clara, a amiga do João

Amor demais
Ela lambe as orelhas dele e ele puxa os pelos dela

Estas são da viagem a Tibagi, de um post anterior, que só chegaram agora

Com a bisavó Cuca

Com o Marcelinho e a Katiane, do amigo Christian Camargo

"Pó pidi que eu toco uma moda" 

Ajudando o papai antes da banca

Com os professores e avaliadores do papai na banca do TCC

Pedro Lucas, o novo priminho

Tia Rosi e Carla, meus amores

Rômulo tocando pandeiro

Na confraternização do trabalho do pai. Ao fundo, a dinda sorridente! 

8 comentários:

  1. Manu,também sou muito apegada a minha filha de 2 anos e ela a mim,agora estou no sétimo mês da minha segunda gestação e terei que ficar 3 dias no hospital quando o bebê nascer,já estou sofrendo pois nunca passei uma noite longe dela,agora percebo ,o quanto fez mal meu excesso de apego,mas ao mesmo tempo não me arrependo,acho que temos que saber dosar nossa corujisse,queria ser como aquelas mães que deixam seus filhos e não estão nem aí,mas...meu coração dói quando deixo a minha pequena que já vai fazer 3 anos,mas quem sabe agora na vinda do meu segundo filho eu consiga ser uma mamãe sem neuras,bjs Manu,seu blog é show.

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    1. Ah certeza que vc não queria ser desapegada porque a gente não ocnsegueeee. rerere. E é tão bom ficar grudadinho né? Mas concordo que devemos dosar nossa corujisse, afinal, eles são seres independentes (por mais que a gente não queira) e precisam de espaço. Desejo tudo de melhor no mundo pra sua família e que este novo bebezinho traga muita, mas muita alegria pra vocês. Apareça sempre. Pena não saber seu nome. Mas volte e me conte :-)
      Beijoooooooooo

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  2. Oi, Manu!

    Tem algum tempo que acompanho quietinha, só lendo o seu blog.
    Mas hoje tive que me manifestar e dar todo o apoio a sua criação juntinho com o João. Digo isso porque também sou assim com o meu David, de 6 meses e não me arrependo em nenhum momento.

    Diferente de você, tenho muita intromissão da minha mãe e da minha avó (sim, das duas: lindas, lúcidas, prestativas e pentelhas, cheias de crendices e velhos pensamentos). Tudo bem que é uma mão na roda deixar o David com elas quando preciso ir pra aula na pós-graduação (o marido morre de medo de ficar sozinho com o guri - mas não adimite - além de não ser exatamente uma pessoa carinhosa - criação japonesa é assim mesmo).
    Mas quando o assunto é alimentação do David (entre outros "delicados") só na base da briga mesmo pra entenderem que Mucilon, Danoninho, sorvete de chocolate, frango assado... não pode.
    Por isso, acho sim, extremamente saudável nossos filhos assim, juntinhos de nós. Pelo menos poderemos ter certeza que o melhor do melhor que há pra eles está sendo feito.

    Beijos, parabéns pelo blog e continuo lendo (identificando, divertindo) com seus posts!

    Dani

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    1. Dani... Felizmente não tenho tanta intromissão aqui, mas as vezes a gente precisa se fazer de surda mesmo. A contratação da Scheila, por exemplo, não foi tão pacífica, precisei ignorar os pedidos de "não, por favor", rerere. Mas no fim a gente acaba achando um jeitinho próprio de lidar com a coisa toda né? E se errar, tenta de outro jeito. Agora que João tem quase nove meses, às vezes deixo ele provar (só experimentar mesmo) outras comidinhas, como uma pontinha na colher de um iogurte, pedacinho de bolo, lambidinha no picolé. Mas a gente precisa ficar atenta.
      Tô adorando conhecer sua família lá pelo seu cantinho também. Quanta papinha gostosa. Quanto à criação com apego, é um bom tema né? Rende bastante polêmica. Mas o importante é que a gente está procurando informação. Já é meio caminho. A intuição dá conta de uma boa parte também. Volte sempre, querida. Quem sabe não nos conhecemos um dia? Curitiba e PG são do lado. Beijooooo (e comente sempre que eu fico feliz :-)

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  3. Eu fui uma mãe canguru,todo lugar que eu ia era com a filha grudada em mim dentro de um sling,tanto que quando saio sem ela as pessoas e atendentes de lojas que me conhece perguntam por ela,e dizem que se lembram dela dentro daquele saquinho...hehehehe.
    Minha filha é super independente,não tive problemas com isso e nunca liguei p/ os pitaqueiros de plantão.
    bjs
    #amigacomenta

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    1. Silma, vai ver por isso tua florbela é tão simpática e linda. Ela merece colinho mesmo, até hoje! rerere. Obrigada pela visitinha e volte sempre. Vou lá no teu agora. :-)

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  4. Manu, eu não fui uma mãe canguru, tive que voltar a estudar e trabalhar por necessidade e ele acabou ficando com a babá, no sexto mês já. Mas quando chegava em casa, eu era toda dele, estuda de madrugada e me matava para aproveitar o máximo meu tempinho com ele. Ano que vem vamos passar mais tempo juntos de novo, GRAÇAS A DEUS, não vejo a hora, a babá dele vai embora agora dia 21 e vou ter que trabalhar somente meio periodo para cuidar dele, sem contar que Janeiro vamos passar todos os dias juntinhos, eu e ele. To ansiosa, quero logo, ele só pra mim. Gostaria de ter sido uma mãe canguru e se tiver outro filho, acho que largo tudo e vou ser para os dois.

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    1. Imagino tua ansiedade Camila... Imagino o quanto foi forte para conseguir estudar de madrugada e dedicar seu tempo pro pequeno. Mas no fim, pra tudo dá-se um jeitinho né? Eu ainda sou privilegiada por não ter tido que voltar a trabalhar. Mas sei que cedo ou tarde vou entrar pra esse clube. Por enquanto, vou aproveitar. Obrigada pela sua passagem aqui. Volte sempre. Beijoca

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