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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Oito meses: de volta à realidade

Você vai me deixar na escolinha mesmo, vai?
João fez oito meses ontem, o mês de dezembro chegou e espontaneamente retornei às minhas tradicionais listas. Fiz hoje de presentes de Natal e de tarefas urgentes, aquelas que venho adiando, como procurar uma escolinha pro bebê, uma academia pra mim, orçar a festinha de um ano, fazer dieta, transferir a conta do banco para o atual endereço, distribuir currículos, arrumar um novo trabalho...

Nestes nove meses que fiquei em casa conquistei uma certa "libertação das listinhas". Passei boa parte desse tempo sem relacionar o que fazer, exceto as de compras de mercado e esporadicamente uma ou outra de atividades. Minhas atenções e todo meu esquema de organização estiveram voltados, a maior parte do tempo, para Joãozinho.

Agora preciso admitir que as listas e tudo o que continha nelas está fazendo falta, que preciso voltar pro mundo real, aquele em que eu trabalho fora, tenho uma carreira e gosto disso. Chegou a hora de entender que meu filho está aqui, forte e saudável, e que apesar de ter mudado completamente a minha vida, eu posso continuar a ser mulher e profissional, além de mãe.

Até aqui, me dediquei quase que integralmente apenas à missão "ser mãe" por vontade própria, porque eu quis e porque felizmente pude. Agora, a intenção é procurar quem eu era, adicionar lá a maternidade e me redescobrir, ver quem me tornei, quem poderei ser e ir à luta. O lado bom é que o resultado vai ser positivo, pois sou melhor assim, com meu filho, com certeza.

Sempre fui do tipo que faz muitas coisas ao mesmo tempo. No trabalho, em casa, cozinhando, na diversão, onde for. Por isso, para não me perder entre as atividades, especialmente quando o assunto é profissional, faço listas de pautas, eventos, agenda enfim... com ordem de prioridade para cada coisa. Na listinha de hoje, o tópico mais importante é "distribuir currículos e fazer contatos". A vida boa acabou, minha gente.

E não é só porque eu quero retornar ao batente, é porque eu preciso também, no sentido financeiro da palavra "preciso", rerere. O contrato do meu marido em seu trabalho está encerrando. A partir do ano que vem, ele vai ter de procurar outro emprego e as perspectivas, embora boas, são de redução em relação ao salário atual. Foram três anos de uma experiência com serviço público bem bacana na vida dele e sabíamos que findaria. Assim como o meu emprego teria fim, mesmo que eu não tivesse pedido  a exoneração, já que era cargo de confiança numa prefeitura onde a oposição foi eleita.

Trocando em miúdos... precisamos, nós dois, de empregos novos a partir de janeiro ou fevereiro. Por um lado, acho ótimo. Quem sabe o João não arruma algo aqui em Ponta Grossa e para de viajar todos os dias? Aí vai poder dedicar-se um pouquinho mais à família! Joãozinho vai curtir e talvez o papai possa ter mais tempo pra cuidar da própria saúde, porque o bonitão tá gordinho e sedentário né? #PuxãoDeOrelhaModeOn

E eu vou atrás das oportunidades que apareceram nesse período e arriscar uns contatos em outros lugares. Tenho fé que logo vai aparecer algo legal, em que eu possa conciliar sem muitos traumas a rotina de mãe e a atividade de jornalista.

Quanto à academia, tá mais que na hora #vamocombiná! Fiquei na esperança de que pudesse naturalmente voltar ao corpo de antes só com a amamentação, mas já vimos que não é o caso né? Abafa. kkkkk. #HoraDaVerdade. Então comecei hoje o regime típico da segunda-feira e nesta semana ainda vou dar um jeito de fazer atividade física, mesmo que eu tenha de levar Joãozinho no bebê conforto junto pra academia. Por enquanto, não tenho com quem deixá-lo.

Sobre a festinha de um ano, ainda faltam quatro meses mas pretendo aproveitar dezembro, enquanto ainda estou em casa, para providenciar o máximo possível. Até porque, dependendo do lugar é preciso agendar com bastante antecedência. Tem muita criancinha por aí. É impressão minha ou junto com Joãozinho nasceram mais crianças que nos últimos dez anos somados? auhauah.

A intenção é usar a famosa penosa como tema. Joãozinho ama a Galinha Pintadinha, acho justo que ela, o Galo Carijó e até o indiozinho que não soube remar estejam na festinha. Vai depender de quanto isso pode custar e dos empregos que eu e o pai dele vamos arranjar!

Na lista, o item "escolinha do João" é o que me causa maior resistência. Pular corda e correr na esteira é mole, quero ver deixar um filho numa sala cheia de estranhos e virar as costas numa boa. Estive numa escolinha bastante recomendada, em outubro ainda, e voltei de lá chorando.

Dez crianças numa sala com duas tias. Dois gêmeos chorando sem parar, as tias tentando consolá-los e as outras crianças todas "largadinhas", umas no chão emborrachado, outras no bebê conforto, outras penduradinhas nas cadeirinhas de mesa, com papinha escorrendo pelo canto da boca e tudo. Do lado de fora da janela, o parquinho das crianças maiores, que já fazem um barulho ensurdecedor, mais o ruído da rua. Sei que os bebês estão bem, saudáveis e que pode ter sido só aquele momento, o da visita, assim meio tumultuado. Mas não gostei do barulho, do aperto, do calor e de saber que meu bebê iria depender de duas tias assoberbadas.

Ah, e a tia que me apresentou tudo tentou me convencer de que "João vai pegar mamadeira facinho", que "só não pegou ainda porque é com a mãe, longe ele aprende", enquanto eu insistia em dizer que não quero que ele tome leite enquanto não for necessário. Ele ainda tinha seis meses e mal estava começando na papinha.

Por isso fiz minha listinha de itens a verificar na escolinha (quando chegar a hora, compartilho), desde espaço físico até conceito pedagógico, com exigência de uma tia para cada três crianças no máximo, e pretendo levá-la às outras instituições que deverei visitar em breve. Se alguém aí tiver a fim de me acompanhar, vai ser ótimo! Preciso fazer isso agora, antes das férias escolares, para assegurar vaga pro ano que vem. E pra animar, penso que se as outras mães conseguem, eu vou conseguir também. Até lá, João já estará com mais de nove meses. Um homenzinho, rerere.

Como vocês já perceberam, amigas, as coisas estão mudando bastante aqui em casa e a hora é de ter coragem e atitude. O ano novo já começa diferente pra gente e a listinha de desejos para 2013 logo estará pronta, pois não precisa muita coisa. O mais importante já temos: um menino que cresce saudável e que está cada dia mais lindo. Não é verdade?



Como foi a sua volta ao trabalho? E a escolinha dos seus filhos, é 100%? Conta aí. Beijinho. Volto logo com as daninhesas do bebê na semana que passou. 

22 comentários:

  1. Oi cumadi, faça academia la no monteiro e enquanto isso deixa o Joãozinho comigo em casa. fica aí a dica. Bjs Dani

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    1. Oi cunha... Problema é enfrentar trânsito e atravessar a cidade três vezes por semana, seria um desestímulo ficar quase uma hora no volante só pra fazer academia, cada vez. rerere. Outro problema é a que a dinda trabalha né? rerere. E depois das 18h30, Joãozinho segue as regras da casa que incluem papinha, banho e soninho. Mas obrigada pela intenção mesmo assim. Hoje fui à academia aqui do bairro. Pela manhã o movimento é super tranquilo e acho que dá pra levar o João. Vou testar. Beijoooo

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  2. Passei nesse cantinho e resolvi ficar!
    Estou te seguindo!
    Visita nosso cantinho...
    tarcieadoceespera.blogspot.com.br

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  3. Realmente a gente fica um pouco alienada quando fica em casa só com o bebê.
    Eu cogitei parar tudo e viver de ser mãe, mas quando retomei minhas atividades normais percebi o quanto amava a minha vida corrida de trabalho.
    Boa sorte, bom retorno.
    beijão
    Lele
    #amigacomenta

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  4. eita manu, terminei de ler o post de hj revoltada! mas depois passou.... ergui a kbça e pensei, não tô nessa pq quero mas sim pq preciso! a minha Rebeca esta na escolinha no periodo vespertino (das 13 as 17h) desde dia 1º de outubro, ela estava com 8 meses completos.... CONFESSO, Não eh facil, nem pra gente muito menos pra eles... ela ficava xorando no colo da "tia" e eu ia trabalhar xorando no carro,rezava nao sei qtos santo-anjo ate xegar no meu trabalho, qtas vezes de parar na esquina pra atravessar e as pessoas ficarem me olhando admiradas (o q sera q aconteceu com ela) eh.... sem contar q depois de uma semana inteira de xoro, ela ficou doente, pegou um resfriado e uma tosse sem fim! eu juro q axava q não ia conseguir, mas Deus é Pai e nós somos Mães Q TRABALHAM FORA e temos q conseguir superar esse obstaculo! Agora, dois meses depois, ela já tá quase me dando tchau qdo deixo ela lá, vai sorrindo no colo da tia (confesso q ate sinto ciumes) aprendeu a fazer mais bagunça ainda, hehehehe, e outras coisinhas tbm(essas boas e eduacativas, eu te garanto!na salihna dela são 8 bebês até 2 anos para 2 "tias"... realmente eles ficam largadinhos no chão, o barulho do lado de fora e o xoro das outras crianças dentro da propria sala não eh nada gostoso pra tirar o coxilinho da tarde, mas realmente isso entra na rotina deles e eles se acostumam, tem o lado bom: em casa a gente nao precisa mais ficar andando na ponta do pé, pra nao acorda-los... mas eu sei: dá uma dó né? ah eu nao entendi a parte q vc escreveu sobre uma "tia" pra cada tres crianças (?) não sei como é aih em PG, mas por aqui 8 pra cada duas é um previlégio, mais excluisividade melhor contratar uma babá e deixar em casa nao axa? é companheira, Bem Vinda ao time! Fico triste por perder 8 horas por dia de segunda a sexta de ficar com minha pequena, mas sei q sou guerreira, sou empenhada, saio do trabalho e vou correndo busca-la, levo comigo onde posso, deixo a casa virando de ponta cabeça pra ficar juntinho dela e tenho orgulho em dizer q mesmo ela estando na escolinha meio período e meio periodo aos cuidados da minha mãe quem ensinou ela a bater palminha e a dizer a primeira palavrinha FUI EU!!!!! \o/\o/ só q ela disse primeiro: PAPAI :O( declaradamente PAPAI! Trabalhar faz bem MAnu, vc sabe disso, faz bem pro bolso pra nossa auto estima tbm, ainda mais cqdo se faz oq gosta (Axo q é o seu caso) só tenho a lhe desejar Boa Sorte, Perseverança.... se é o q vc quer.... tudo passa, depois é so olhar pra trás e dar risada, tenho certeza q vc vai encontrar uma boa opção! bjos, um especial no João Lindão!

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    1. Oi Adri... Primeiro, que bom ter você aqui de novo! :-)
      Menina, que barra hein? Tadinha da Rebecuxa que chorou tanto assim. Talvez essa idade ainda seja muito cedo pra eles né? Oito meses é justamente quando eles passam pela tal angústia da separação, quando têm medo que a mãe vá embora e não volte mais. Até entender que vai voltar... Judiação de vocês. Eu imagino teu nervoso. Ainda mais porque criança em creche pega doencinha messsssmoooo. O Mateuzinho, meu sobrinho, foi pra escolinha com mais de um ano e adorou. Desde o primeiro dia. Não teve sofrimento. Mas vive doente. Tá com catapora agora. Fazer o quê se a gente não pode e nem deve criar uma bolha pra eles né?
      O lado bom é ver eles interagindo com outras crianças e outras "tias". Torna nossa vida bem mais fácil porque conheço bebê que não vai pra escolinha e fica demais de manhoso com ciúmes da mãe, não pode sair de casa, nada.
      Na escolinha que visitei, aquela turma de dez era apenas de crianças menores de um ano, tinha bebê de quatro meses ali. Fico meio assim com barulho pq eu mesma sou meio intolerante a som alto, sabe? Só quando é festa. Senão... gosto de silêncio. Muito tempo morando sozinha, fiquei ranzinza, rerere. E João é daqueles que acorda até com o carro do churros. Quem sabe agora ele vai aprender a dormir melhor.
      Uma tia pra cada três crianças é o ideal, segundo especialistas aí que vi pela internet. Ou seja, que uma profissional tenha no máximo três crianças pra atender. No caso da sala com 10 crianças, tinha que ter no mínimo mais uma tia. Por isso as coitadas lá estavam se vendo loucas, pois só os gêmeos já tomavam toda a atenção. Quando um chora, o outro também.
      E não era uma escolinha barata não. 500tão por mês meio período louca do céu. Quase caí pra trás. O bom é que tinha monitoramento pela internet por câmeras. Mas desisti de trabalhar em outubro por conta disso também.
      Aí pensei na babá. Aqui não conheço quase ninguém ainda, mas pensei na minha diarista, que adora o João e é uma boa mãe pro filho dela. Mas ainda não consigo, menina. Não me entra na ideia deixar uma outra pessoa trancada aqui em casa o dia todo com o João. Se fosse da família... Aí prefiro levar junto de outras criancinhas. Mas vamos ver. É uma possibilidade.
      Tô aprendendo que ser mãe é isso aí que você descreveu, amiga: "Fico triste por perder 8 horas por dia de segunda a sexta de ficar com minha pequena, mas sei q sou guerreira, sou empenhada, saio do trabalho e vou correndo busca-la, levo comigo onde posso, deixo a casa virando de ponta cabeça pra ficar juntinho dela"...
      Parabéns Adri, pela sua força, pela coragem e obrigada pelo carinho e por compartilhar teu sentimento aqui comigo.
      E dona Rebeca, a senhorita foi muito da danada... deveria ter dito mamãe primeiro, rerere. Fica a dica, srito João. auhauhau.
      Mais uma vez obrigada, Adri! Força aí pra vocês também. Aproveitem as férias, as festas natalinas e façam bastante bagunça!
      Um beijão!!!! Beijo nessa fofura aí.

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  5. Olá Manu!!!! Sempre leio seus posts e hj não pude deixar de te escrever....Laís tá com 6 meses e eu volto a trabalhar agora dia 12/12. Quando fiquei grávida a primeira coisa que eu e meu marido combinamos foi que ela ficaria na escolinha...fácil, levamos ela de manhã, pegamos a tarde e tá tudo certo, simples assim né? Pois então, esse dia chegou no dia 29/11, quando ela começou a adaptação. Para ela começou no dia 29 e para mim veio um tremendo “pitizão” no dia 27, tive febre, dor de garganta, comi todas a unhas e ninguém podia falar comigo que eu tinha vontade de voar no pescoço!!!!! Mas o dia chegou e eu não tinha outra opção...então fomos lá...Laís e eu pra escolinha... no primeiro dia eu fiquei um pouquinho com ela e depois ela deveria ficar sozinha com as tias por 1 hora, se eu quisesse poderia ficar na escola olhando pela câmera sem que ela me visse. Como moro pertinho da escola resolvi voltar para casa, fiquei com medo de ouvir o choro dela e invadir a sala e matar todo mundo pra salvar minha filha....a escola me garantiu que se ela chorasse eles me ligariam, afinal a semana era de adaptação e nada poderia causar espanto, pânico, qualquer coisa que pudesse traumatizar a criança. Lógico que cheguei em casa e fiquei com o telefone de um lado e o celular de outro sempre conferindo se tinha sinal....hahahaha....(agora lembrando é engraçado), enfim a 1 hora mais demorada da minha vida passou, voltei pra escolinha morrendo de medo de encontrá-la chorando, cheguei lá, a tia me trouxe a pequena que na hora que me viu ficou toda eufórica, batendo as perninhas e gritando....fiquei com ela um pouquinho no colo, ela puxou meu cabelo, mordeu meu queixo, brincou com minha mão e adivinhe?????? Esticou os bracinhos pra que a tia a pegasse no colo....eu não sabia se chorava de felicidade, de desespero, de ciúme, de tristeza....todos esses sentimentos juntos, mas que no fundo no fundo queria dizer: graças a Deus!!!! Nesse primeiro dia que ela deveria ficar 1 horinha na escola só pra brincar ela ficou 2:30, brincou, cochilou, comeu e eu lá esperando na secretaria!!!! Nossas idas à escola tem sido super tranquilas, procuro mil afazeres pq se eu ficar em casa não paro de pensar na pequena nem por um segundo e ai vem a vontade de buscá-la e sei que tenho que me controlar pq mais tarde quem pode sofrer é ela. Tenho a sorte de ter essa escolinha perto de casa, a tia responsável pelo berçário que ela está é um amor e são 3 crianças pra 1 tia e nesse caso confiança nas tias, na escola é a alma do negócio. Posso te garantir uma coisa, embora nossos pequenos não falem eles expressam muito bem os sentimentos, sabemos pelo olhar deles se está tudo bem ou não, eles são transparentes, não existe meio termo, ou gostam ou não. Sempre converso com a Laís, falo que vou deixá-la na escolinha, que ela vai brincar com as tias, com os amiguinhos, que eu vou trabalhar (por enquanto vou ao shopping mas ela não precisa saber) e mais tarde vou buscá-la pra gente brincar bastante em casa, e assim as coisas são...Somos profissionais E agora mães!!!! Só posso te desejar boa sorte na busca pela escola!!!! E pode ter certeza que o coração de mãe sempre fala mais alto e vc vai saber escolher certinho o melhor para o João.

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    1. Ligia... esse teu comentário merece um post sabia? rerere. Amei a forma divertida como me relatou esse momento que deve ter sido muito tenso na tua vida. Obrigada por partilhar isso comigo!
      A Lais deve ser muito da simpática e espero que meu João seja assim também. Acho que vou ter ciúmes e vai me passar pela ideia esganar umas tias sim, mas que bom saber que pra vocês está dando certo. Me motiva, traz força!
      São histórias como esta que me fazem relaxar aqui do outro lado do computador, tirar as neuras da cabeça e seguir em frente. São também motivação para continuar me expondo, colocando nossa vida aqui neste blog, afinal tanta coisa boa já me chegou através deste espaço. Uma delas é a amizade de pessoas que nem conheço, de outras regiões do Brasil. Vou adorar saber mais de vocês. Me manda um e-mail? emanoellew@gmail.com
      Ou te acho no face? Beijos pras duas!!!
      Apareçam sempre.

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  6. Manu.
    Escola é um assunto muito, muito delicado.
    Eu deixei joaquim aos prantos, quase desisti e ele tinha 2 anos rs.
    Mas, depois entendi que é possível viver em grupo, que eles andam tipo um cardume e melhor, rola uma obediência que não dá para entender (ou até dá, porque as professoras estão trabalhando) e não cedem ao famoso choro/birra. Só tenho elogios. São 15 alunos, 2 professoras e foi bom, já que joaquim é único. A única coisa ruim é que eles adoecem montes, principalmente no primeiro ano. Então, é legal ter alguma flexibilidade no trabalho. Considere isso. No mais, parabéns pelo seu menino. Ele é mesmo um homenzinho lindo. Bjs Fabi - Mulher e Mãe
    #amigacomenta

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    1. Fabi... já tô quase me conformando com a ideia. rerere. Vou ser forte. Obrigada por partilhar. Ah, quanto a ficar doente, tô vendo pelo meu sobrinho. Nesta semana teve catapora. Ai que dó!

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  7. Manu.
    Escola é um assunto muito, muito delicado.
    Eu deixei joaquim aos prantos, quase desisti e ele tinha 2 anos rs.
    Mas, depois entendi que é possível viver em grupo, que eles andam tipo um cardume e melhor, rola uma obediência que não dá para entender (ou até dá, porque as professoras estão trabalhando) e não cedem ao famoso choro/birra. Só tenho elogios. São 15 alunos, 2 professoras e foi bom, já que joaquim é único. A única coisa ruim é que eles adoecem montes, principalmente no primeiro ano. Então, é legal ter alguma flexibilidade no trabalho. Considere isso. No mais, parabéns pelo seu menino. Ele é mesmo um homenzinho lindo. Bjs Fabi - Mulher e Mãe
    #amigacomenta

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  8. Manu.

    Não sei se meu comentário foi para aprovação, de qualquer forma, eu comento novamente rs.
    Eu tinha pavor de escola, esperei até os 2 anos. Todo mundo contra, mas foi uma boa coisa. 2 professoras para 15 alunos, mas eles só aceitam a partir de 1 ano e meio. A escola foi importante (e é). Ele fez amigos, convive com crianças, apronta. A única coisa é que fica bem doente. Faz parte do desenvolvimento imunológico (e isso deixa a gente doida) pq precisa se ausentar do trabalho e pronto. Mas o tempo passa, a gente acostuma e tudo fica bem. Teu coração vai dizer qual é o melhor bercário e estou torcendo para que tudo dê certo para vc e seu marido. Tenho certeza que vai ficar tudo bem.
    bjs
    Fabi - Mulher e Mãe.
    #amigacomenta

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    1. tadinhaaaa... escreveu de novo! Obrigada querida, que amor. Beijoca

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  9. Oi Manu. ..que dilema vc está passando hein???? Agora tb não adianta querer fazer tudo ao mesmo tempo.....prioriza a questão do trabalho....e as coisas vão se acomodando aos poucos......eu só consegui voltar para a academia qdo a Chiara fez 1 ano....e mesmo assim em horários malucos..tipo 6 da matina....agora ainda não consegui voltar..afinal o Benicio acorda a note inteira e no outro dia eu trabalho.....mas força nos teus objetivos... Vc consegue!!!
    Bjao Camila Mamãe Viver Bem Bom
    #amigacomenta

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  10. Manu, estava com saudade do seu blog, sempre visito adoro seus textos. Entendo o seu lado de "querer voltar para a realidade", acho que toda mãe passa por isso em uma fase, e também entendo a parte de "eu preciso trabalhar", eu preciso também, tenho uma empresa e meu marido tem outra, são empresas pequenas e novas, precisamos estar presentes para que o negócio cresça como a gente espera.
    Sobre a escolinha meu Deus, esse é o meu maior pavor, Murillo vai completar 2 anos no dia 27 agora e vai para escolinha em Fevereiro, eu choro só de pensar em como vai ser deixá-lo a tarde toda sozinho, ele ainda nem sabe o número do meu celular para me ligar...rsrsrs. Preciso entrar nessas das listinhas também, ando deixando tanta coisa para traz na correria.
    Boa sorte para você e seu marido. Tudo vai dar certo, estamos torcendo por vocês.
    Beijos Ca e Muri.
    #amigacomenta

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    1. "Ele ainda nem sabe o número do meu celular" foi a melhor hein amiga? auhauhau. Vou copiar. Vai dar tudo certo. Vamos com otimismo, sem sofrer por antecedência. As coisas se acertam. Boa sorte pra vocês aí. Já sei que tem viagem pela frente e muita diversão neste final de ano. Aproveeeeeitem amiga. Beijoo

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  11. Essa fase de adaptação é meio difícil, mas passa, acredite. E se você levar as coisas com tranquilidade (mesmo que as vezes seja só na aparência...rs), ele vai sentir que a mamãe está segura e vai ficar também. Durante o meio do caminho (que é bem longo) você vai ter mil dúvidas, vai se questionar mil vezes, as vezes até vai resolver dar uma guinada completa. Mas saiba que isso é normal, muitas mães passam por isso também!

    Tamu junta!!

    Beijos
    Tati
    #amigacomenta

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    1. É o que me conforta, amiga... saber que muitas mães já passaram e superaram isso. Vou conseguir sim. Obrigada pela força. Beijoooo

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  12. Manu!!! Força minha pequena! Escolha com calma! É importante pro desenvolvimento dos pequenos! Vc vai ver a diferenca que faz a escolinha! Eu lembroa dif entre o meninoe a menina da Su lembra? Eles ficam dodoizinhos sim... Mas criam mais resistencia tbem... E nos? Nao nos quebravamos? E a piolheira? E todo o resto? Coragem amada! So tenha um relacionamento estreito com as profes... Bjs

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    1. Mimocaaaa... que bom ter você por aqui! :-) Quero que meu filhinho saiba que você é uma tia super especial e que eu te amo muito. Vou tirar a ficha das profe, pode deixar, e me tornar amiga íntima delas. rerere. Beijoooo

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Comenta aí que a mamãe fica faceira! E volte sempre, a casa é sua! :-) Ou me mande um e-mail: emanoellew@gmail.com

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