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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Parabéns vovós!


Dia de Sant'Ana, mãe de Maria, é dia das nossas vovós... aquelas pessoinhas super especiais que alegram nossa vida desde que nascemos. João Augusto tem a sorte de ter as duas vovós e ainda três bisas vivinhas e corujinhas da silva para tornar a vida dele muito mais doce.

Vó Raquel e vó Sônia
A elas dedico hoje toda a minha gratidão, pois foram minha mãe e minha sogra que me deram o suporte necessário nos primeiros dias de vida do meu pequeno. Elas estiveram comigo durante toda a gestação e aguardaram a chegada dele com o mesmo amor e carinho que eu.

Obrigada mãe (dona Raquel), obrigada dona Sônia, primeiramente pelo exemplo de mães que vocês foram para mim e para o João. As coisas que vocês nos ensinaram, hoje podemos repassar para o Joãozinho, na expectativa de que ele seja também muito feliz, assim como nós.

Ah, dizem que papel de vó é estragar os netos né? Pois se vocês estão fazendo isso, continuem, porque eu amo o modo como vocês estragam meu Joãozinho com tanto afeto!

Às bisas Francisca, Terezinha e Augusta, que a esta altura da vida voltam a ser criancinhas para babar no nosso Joãozinho, todo o nosso amor! Desejo que vocês sejam para sempre estas vovós corujonas e amorosas e que se divirtam muito com este lindo presentinho que trouxemos ao mundo.

À minha vó Ema, pessoa maravilhosa que partiu quando eu ainda tinha cinco anos, um beijo especial desta neta que nunca nunca nunca te esqueceu. Teu amor ficou pra sempre gravado no meu peito vó!

Que Sant'Ana cubra vocês todas com muitas bênçãos e felicidade sem fim. Até porque, com Joãozinho por perto, motivo não falta, né?

Amamos vocês, vovós!


Vó Raquel

Vó Sônia
Bisa Francisca
Bisas Tere e Augusta



quarta-feira, 25 de julho de 2012

Um bebê no baile

Não sou a mãe que isola o bebê do mundo para evitar que ele se assuste com barulho, mas admito que não gosto de expor o Joãozinho a sons muito altos. Até já desejei que abaixassem o volume do mundo (veja aqui), só que volta e meia a gente se pega numa situação de bastante agito e que não tem como evitar... A última semana foi uma prova de fogo. Durante três noites consecutivas, meu filhinho participou de solenidades da formatura da tia dinda Dani, e me surpreendeu!

Sair da rotina já é um desafio e tanto pra nós. O horário do banho e de dormir costuma ser sagrado e nesses dias aí, tivemos de alterar tudo. Eu senti que ele não gostou muito de adiantar o banho e que ficou perdidinho sem saber se já dormia ou brincava mais um pouco.

Mas se na missa e no baile (sim, ele foi ao baile!!!) ele deu um show de bom comportamento, a colação foi uma triste experiência para nós, pais, e para ele.O chororô foi grande e a culpa também é nossa. Acompanhe...

A formanda, cunhada comadre Dani

Quinta-feira, uma das noites mais especiais na vida da minha cunhada e a gente na expectativa... Como Joãozinho iria reagir ao barulhão de uma cerimônia de formatura no teatro? Eu passei o dia em função de adaptar a rotininha dele. João pai chegou em cima da hora e saímos às pressas, mas com o menino nos trinques de lindo com a roupinha nova e até com a pulseirinha de ouro que tem o nome dele gravado (presente da madrinha).

Que moço lindo, né?

Chegamos quando o negócio tava começando e sem muito tempo pra pensar, sentamos nas cadeiras que, com a maior boa vontade do mundo, a formanda nos reservou lá na frente do palco. Ele dormia profundamente no bebê conforto, que deixei do meu ladinho, no corredor do teatro, enquanto acontecia aquela muvuca de pré-evento... fotógrafos em posição e eu com a câmera em mãos para filmar a apresentação da sobrinha Duda (filha da formanda Dani, no caso).

Pausa para a explicação: Mãe e filha fizeram a homenagem aos pais, a Duda cantou lindamente e emocionou toda a plateia no momento mais top da cerimônia... (pena que a gente teve de ver isso lá do lado de fora). 

Som baixinho, parentada aproveitado pra babar no nosso bebezinho, tudo corria bem até que aquela tonelada de caixas de som bem na nossa frente começou a reproduzir a música de abertura da noite e, ao fundo, familiares felizes demonstravam todo seu amor pelos formandos com aquelas insuportáveis divertidas buzinas, cornetas e vuvuzelas. O guri deu um pulo e acordou do seu soninho em meio ao fim do mundo... claro que se assustou! E começou a chorar... bem na hora que o reitor entra e se posiciona lá no meio.

Repare: estávamos na terceira fileira, atrás apenas dos professores, bem no centro do teatro. Ah, e a mamãe aqui não teve o bom senso nem de botar uma roupa discreta, era vermelha mesmo. O mestre de cerimônia chamando as autoridades para compor a mesa e no meio disso eu tirando o peito pra fora para tentar acalmar o menino. Todas as atenções do teatro voltadas para... nós!

O berreiro continuou e com o peito meio pra fora meio pra dentro levantei dali decidida a levar o menino pra fora... a música já tinha parado, os formandos estavam sentados, e ia começar o hino nacional. Não tendo como ser discreta, passei na frente da mesa de autoridades mesmo e lá fui me posicionar no cantinho do teatro para embalar o Joãozinho até que o pai tivesse coragem de sair do lugar e vir atrás de mim.

Lá no cantinho estava, quando o hino começou e os formandos se voltaram para... mim!!! Sim eu estava embaixo das bandeiras!!! De vermelho, com o bebê chorando, o peito meio pra fora e uma cara de avestruz procurando buraco... Pois só me restava cantar o hino. kkkkkkk

Passado o sufoco, bebê mais calminho, o pai já disfarçadamente presente, achamos bancos mais para o fundo. Mas aí vem a psicologia do bebê que não sei porque pancadas d'água volta a chorar se a gente senta. Desistimos da colação e subimos rumo à porta de saída, sem muita esperança de participar daquilo tudo.

Foi quanto nos demos conta do quanto fomos imbecis irresponsáveis. Ser mãe de primeira viagem tem dessas coisas viu? Nem me condenem! rarara. Ali no saguão de entrada do teatro, com as portas abertas o suficiente para assistirem a tudo o que se passava lá no palco, estavam umas dez crianças com seus pais e mães. Lá era o nosso lugar desde o começo. Quanta pretensão levar o menino pra dentro da caixa de som e achar que poderíamos assistir à colação colados no palco né?

Aí relaxamos nos sofás decorativos dos cenários montados pela empresa que organiza a festa e descobrimos mais uma vez que pais e mães de bebês não podem levar a vida como todo mundo. Enquanto no banheiro já tinha fila pro trocador, no sofá ao lado uma mãe trocava a fralda da menina de uns três anos, o pai balançava o bebê de colo e outros pais andavam para lá e para cá mostrando as flores cenográficas para suas crianças.

Pudemos ver, apesar de lá de longe, o momento da homenagem e no telão vi a cara dos meus sogros aos prantos de emoção. E, àquela altura mais espertos, batemos em retirada antes que o teatro todo resolvesse sair. Até porque Joãozinho já estava irritado de sono e agitado demais, chorando de novo.

Chegamos em casa exaustos e com mais uma lição aprendida. Nosso lugar nesses eventos é o mais longe possível das caixas de som, do palco, do palanque, da cena em si. Mas perto o suficiente para sentir com os que amamos a emoção que o momento proporciona.

Pena que não pude filmar a apresentação e o João só conseguiu registrar a voz da Duda... Nem pudemos tirar as tradicionais fotos no cenário com a cunhada... Só sobrou essa foto aí, do papai e do bebê assustado nos sofás do hall e o videozinho com a cantoria da sobrinha.

Cara de pau: com os pés nos sofás do cenário, rara


Segundo e terceiro dias...

Na missa foi tudo tranquilo
Escolados com a aventura da noite anterior, na sexta adotamos novas estratégias. Chegamos atrasados à missa e tentei manter o bebê acordado, para não levar aquele susto da noite anterior. Funcionou bem e a solenidade foi mais rápida, então sobrevivemos sem traumas. Tivemos de ficar em pé o tempo todo, porque sentar é pedir manha, mas tudo bem... por isso mesmo já ficamos lá no fundão, no corredor lateral da igreja. A coisa fluiu tão bem que pudemos até ir lá no altar tirar fotos no final. E ainda fomos à pizzaria comemorar. Ele dormiu boa parte do tempo e aguardou minha última garfada na marguerita para pedir peito e jantar também.

Primeiro longo pós-Joãozinho

No sábado a agitação começou cedo. Eu e dona Sônia tínhamos salão marcado pras 15 horas. Saímos de lá às 17 e tudo correu bem. Ele até gargalhou pra cabeleireira. Mas daí em diante as horas voaram e entre mamadas, banho e arrumação (ele tava lindo de bonito com camisa social e suéter), joguei o vestido pela cabeça (sem cinta, na barriga no peito e na coragem, escondendo a polchete e erguendo a central de aticínios) e saí calçando os sapatos para estarmos todos prontos às 22. Só parei um minuto pra exigir que o marido tirasse uma foto. Afinal, cenzão de salão + vestido + acessórios + sapatos... vocês me entendem né?

Antes que dormisse, olhei fundo nos olhinhos do meu filhinho e conversei. Vai que ele compreende né? "Filho, estamos indo no baile da tua tia. Lá vai estar o maior barulhão, mas não se assuste tá? É tudo festa e alegria e a mamãe vai estar do teu lado o tempo todo. Não precisa ter medo". Acho que ele copiou!

No caminho ele adormeceu e pedi ao João que colocasse música no carro. Foi aumentando o volume gradativamente até chegarmos lá, para ir se ambientando aos poucos. Como fomos uns dos primeiros, a música ainda era baixinha e tudo correu bem. Fizemos a foto oficial e procuramos a mesa.

Pausa para o drama: não levamos a câmera boa porque não deixavam entrar, levamos a menor... que ficou sem bateria na segunda foto. Viu que bom que exigi a foto antes de sair de casa? rerere.

A única foto com a dinda, graças à câmera da Kati

É claro que a dinda Dani tinha conseguido escolher um lugar maravilhoso pra família acompanhar a festa: na frente (eu disse NA FRENTE) do palco! uahauhauhaauhhua. Ai gente, que dor no coração. Se no teatro o som era alto, ali era estratosférico. Bora rezar pro sono do guri aguentar pelo menos até a entrada dos formandos.

Como a vida muda né? Há um ano eu era arroz de festa e amanheceria numa formatura dessas, dançando muito, me divertindo muito. No sábado passado, minha única e exclusiva preocupação era não deixar meu filho se assustar. Cobri o bebê conforto com o cobertor, tentando criar um isolamento acústico, botei paninhos ao redor das orelhinhas dele e segurei a mãozinha dele quase o tempo todo.

Mas este meu Joãozinho me encheu de orgulho e mergulhou profundamente nos braços de Morfeu. Dormiu mesmo quando a música ficou alta e o locutor começou a chamar os formandos. Foi quando as torcidas começaram de novo com as malditas doces buzinas, vuvuzelas, cornetas dos cornos!

A cada cornetada, um pulinho e uma ameaça de abrir os olhos. Eu fazia carinho, tentava tapar os ouvidos e ele continuava dormindo. Aquele barulho era insuportável até pra gente... e pensar que antes eu achava super legal, rerere. Aí um rapaz resolve passar buzinando atrás de mim. Ele praticamente esvaziou a corneta onde, onde? Coladinho no bebê conforto. Ai ai ai...

Num impulso irracional, virei para trás e acertei minha mão nas costas do rapaz. A vontade era de esganar, mas o cérebro agiu rápido e eu voltei pros eixos. Não sem antes largar um sonoro 'filhodaflauta' pro moço que ficou sem entender nada. A família toda já estava virada em nossa direção, porque o som da corneta chamou a atenção. E tio Celso quase tomou minhas dores e foi tirar satisfação com o corneteiro, que continuou sem entender por que todo mundo naquele lugar podia brincar com o objeto barulhento menos ele. kkkkkkkk

Claro que fiquei morrendo de vergonha por minha atitude, mas naquela hora mamãe virou leoa e não pensou em mais nada. Até me dar conta, no segundo seguinte, que quem estava no lugar errado éramos nós, não ele. E quer saber? Joãozinho não acordou.

Que que tá acontecendo aqui, mamãe?

Os formandos todos foram apresentados, cada um com sua música, tudo super divertido e eu quase não via nada além de um bebê dormindo... Felizmente tudo ficou bem. O baile começou e o tchu-tcha-tcha acabou acordando o pequeno, mas aí já era pra além da uma da madrugada. Ele estalou os olhinhos e procurava de onde vinha o barulho enquanto eu ficava bem pertinho conversando. Ou seja... pra mim não foi exatamente um baile de formatura, mas uma maratona de 'não deixe o bebê chorar'.

Lá pelas tantas peguei ele no colo e dancei um pouquinho. Dancei com o papai também, pra não ficar com ciúmes, enquanto o vovô cuidava do neném. E quase duas da manhã voltamos pra casa sem ouvir um pio de choro. Quando entrei no carro ele abriu o berreiro. Mas aí já era hora de mamar... e voltamos felizes pra casa.

Foi uma aventura e tanto. Entre arranhados e feridos, salvaram-se todos os tímpanos. Acho que depois dessa, podemos ir a qualquer lugar com o pequeno. Já passamos no teste!
Agora você me pergunta: por que não deixamos ele com alguém? Por enquanto não tenho coragem. Ele mama no peito e só no peito. Ficar duas horas longe é tempo demais.

Pais aprovados

Destaques: foi tudo lindo, perfeito em cada detalhe. A Dani caprichou no bolo, salgadinhos, frisantes (tomei um pouquinho) e até nos copos personalizados. Ela tava linda demais. Mara mesmo.

Bolo lindo e delicioso

Por hoje é isso, mas logo volto porque semana que vem tem consulta com a pediatra e neste final de semana sessão de fotos com a Fabi Guedes (finalmente vamos fazer a segunda parte do pacote que começou com minhas fotos de gestante, em dezembro) e curso de pais e padrinhos para batismo. Tem também um monte de novas peraltices que relatarei em breve.

Beijocas. 

Agora as imagens da semana!
 
Presente de quem? Adivinhe!







 


Congelei na Avenida Brasil, kkkk


Papai também congelou... :-)

terça-feira, 17 de julho de 2012

Um ano com você, meu amor!


Filhinho

Eu aproximo meu rosto do teu e tuas mãozinhas começam a explorar minha face, apertar minha boca e meu nariz. É uma das experiências mais gostosas da vida da mamãe. Meu filho me conhecendo pelo tato! Você já tem três meses e meio no mundão aqui de fora, mas faz exatamente um ano que entrou pra minha vida... que literalmente entrou em mim.

Foi nesta época do ano passado que um pedacinho do papai se uniu a um pedacinho da mamãe para gerar este novo ser humaninho: o mais importante do meu mundo. É incrível imaginar que há 360 e alguns dias você, que agora tem mais de seis quilos, era apenas uma porção de células se dividindo e multiplicando aceleradamente... e que em pouco tempo, meu príncipe, você já tinha um coração pulsando no meu ventre.

Paro pra pensar que meu corpo foi sede dessa divina transformação e me encho de orgulho: aqui dentro uma bolinha de DNA tornou-se um bebê rechonchudo, com os olhinhos mais lindos do universo universal, uma boquinha de coração que faz o beicinho mais fofo do mundo mundial, o narizinho mais perfeitinho da galáxia galaxial, orelhinhas que parecem ter sido esculpidas por um artista muito talentoso, mãozinhas que têm dedinhos com as pontinhas moreninhas iguais aos do papai e uma infinidade de detalhes deste corpinho que agora é minha grande razão de viver e de ser feliz. Fui eu quem fez!!! Na verdade foi o Papai do Céu, claro... mas dentro de mim! Que honra né, meu filho?


Quando penso em quem eu era há um ano, vejo tanta mudança em mim. Lá estava uma mulher beirando os 30, mas com tipão de moça ainda, ansiosa pelo casamento que se aproximava, trabalhando feito doida, festando bastante...

Lá estava eu numa correria sem fim, pensando em engravidar depois do casamento, mais pro final do ano. Planejando uma gestação sem pressa. E de repente a surpresa: no primeiro mês sem anticoncepcional, lá estava meu lindo, no primeiro óvulo fértil, com pressa de chegar.

Do outro lado, lá no lugar de onde veio, estava você, meu pequeno, se preparando para o momento de descer para este planeta e ingressar nesta vida através de mim. Filhinho meu, muito obrigada por me escolher, por me permitir te receber nesta tua missão. Por deixar que eu fosse tua primeira morada.


Agora, um ano depois da surpresa mais maravilhosa que já tive, tenho você todinho aqui, crescendo sem parar, com suas células trabalhando enlouquecidamente para que aprenda rápido a conhecer este mundo. E aí vem você com suas mãozinhas no meu rosto, com um sorriso meigo e com olhinhos brilhantes. ooowwwnnnn. Que mais eu poderia querer? Hoje sou uma senhoura bem mais responsável, com a rotina cheinha de... você. Mamãe não é mais mocinha e adora esta nova vida.


Você já faz tanta baguncinha que é até difícil lembrar de todas, mas nos últimos dias o que mais diverte a mamãe é tua gargalhada. Com as vovós, então, é uma loucura. Você adora a cara delas e o modo como elas viram suas palhacinhas pra te ver sorrir de montão.


Joãozinho meu querido... Você agora ama pôr a mãozinha na boca e chupar bem forte quando tem vontade de fazer cocô. Só pega a chupeta nessas horas ou quando tá com muito soninho. Você tá espertão demais e bate nos brinquedinhos do móbile e do tapetinho com força, leva os brinquedinhos pra boca, faz o maior auê com as perninhas, mexe sem parar e fala lá na sua língua que tá adorando aquelas cores. Mama feito um bezerrinho, às vezes até meio esganifado de tanta fome que tem. Dá cada arrotão que faz tremer a casa. Um sarro.

Ah, você vira o rostinho pra minha direção quando falo teu nominho! Já sabe que se chama João Augusto e sabe que sou eu quem te cuida. Quando acorda de manhã, às seis, quando tô caindo de sono, você faz a maior festa e alegra esta mamadi, faz compensar a levantada neste frio. Aí te coloco deitadinho sobre minhas pernas e te vejo esticar as perninhas pra soltar uns punzinhos. É uma graça. Mais terremoto.

Tua carinha dormindo é a coisa mais angelical do planeta e a mamãe tá toda faceira porque você dorme sozinho no bercinho, sem precisar embalar. É só colocar o cobertor perto do nariz, ligar a musiquinha do teu pinguim e fazer um carinho na sobrancelha que você puxa um ronquinho muito cuti cuti. Dar banho em você tem se tornado uma atividade física de grande esforço pra mamãe, de tanto que você se agita. O banheiro fica todo molhado. E eu adoro.


Teu pescocinho já está firme e quando a gente sai passear você não quer dormir para poder olhar todas as coisas novas que aparecem ao seu redor. Você se comportou feito um menino grande nos muitos passeios que mamãe teve de dar nos últimos dias, viu? Não chorou, não fez manha, sorriu pra todo mundo. Um amor (vamos pular a parte que a mamãe fica horas dentro do carro nos estacionamentos da vida pra você mamar ou pra te trocar a fralda no aperto do banco de trás, rere). Quando de bruços, você faz flexão com os bracinhos. Tá bem fortão.

Para que o papai possa acompanhar melhor tudo isso, filmo você toda manhã e mando pro e-mail dele. Lá do trabalho ele baba um pouquinho e manda beijos pra você. De lambuja, mando cópias para os e-mails do vô Alci, vó Sônia e para as madrinhas Dani e Rapha. Assim todo mundo tem a chance de alegrar o dia com teus sorrisos, até a vovó Raquel lá em Castro, que pode assistir pelo e-mail da Rapha. Também faço incansáveis sessões de fotos com você enquanto brincamos de manhã. Já temos um arquivo bem grandão e quando você tiver terminando a faculdade, terá trabalho pra escolher a mais linda para colocar no convite da formatura. Você é demais de fotogênico. Mamãe tá até pensando em te agenciar como modelo, rere.


Agora que tuas dores passaram, nossa convivência está ainda melhor, sabe? Mamãe não fica mais tão nervosa e tem mais tempo para cuidar das coisas da casa, cozinhar coisas gostosas (você vai junto, no bebê conforto), ficar mais tempo na cama com você e passear. Também voltei a comer quase de tudo e isso me faz super feliz, porque sou gulosinha, você sabe (ah mas já tô quase como eu era antes de esperar você)... Comi um restinho de um ovo de Páscoa que tinha ali. Foi um momento delícia pra mamãe...

Tivemos algumas noites de soninho comprido. Você dormiu por mais de sete horas consecutivas duas vezes neste mês. A noite toda!!! Depois passou a dormir até as quatro da manhã, pelo menos. Mas, nos últimos três dias, acordou várias vezes na noite e me fez relembrar dos nossos primeiros dias juntos. Tudo bem, deve ser este friozão ou a agitação que mamãe te colocou por conta da nossa saideira. Ou ainda, vai ver é aquela cestona de poncã que a mãe mandou ver que te deixou com dorzinha de barriga.

Meu amado... ver que você está se desenvolvendo no tempo certo, que aproveita cada segundinho do dia para aprender novidades e que é um garotinho feliz é a maior alegria. Para a mamãe, é uma conquista e tanto! Olho pra você e vejo que o futuro nos reserva tanta coisa gostosa juntinhos. Já posso te imaginar sentadinho, comendo sua papinha, fazendo barulho de caminhão com a boca e até jogando playstation com o papai, revirando minha sala e bagunçando minha rotina. Vai ser maravilhoso. Mas tento não ter pressa, porque a cada dia que passo com você, vivo coisas novas e tenho deliciosos momentos.



E já que estou aqui, neste dia de muito frio e chuva (tá uns 9 graus hoje, filho. Frio pacacilda), vou aproveitar pra contar pras amigas da mamãe que a gente passeou muito e conheceu os teus amiguinhos de Tibagi, Marcelo e Pedro Augusto. O Marcelinho é filho do Chris, que trabalha com a mãe, e o Pedrinho é filho da Ju, tão presente neste blog. Eles são lindos demais! Também visitamos as bisas e o biso de Tibagi, a tia Leri, a Camila e a tia Neusa foram lá pra te conhecer e passeamos de montão no shopping com teu priminho Hike. Ainda tivemos na tua primeira festinha junina, o Arraiá da Elissa, lá em Palmeira. Tinha tanta coisa gostosa, inclusive você com um bigodinho safado que tua vó pintou. 

E nesta semana teremos novas aventuras porque você vai acompanhar mamãe e papai na colação, missa e até no baile de formatura da tua dinda Dani. Confesso que tô cheia de receios, mas vamos torcer para tudo dar certo né? Como será que você vai reagir no barulhão hein? E no final do ano será a vez do papai se formar na faculdade! Viva, ele passou de período, apesar de ter faltado bastantão pra ficar com a gente aqui em casa. Viu como Deus é bom?

Nossa vida está cada vez melhor, meu amor. Ter você ao nosso lado é a maior bênção que já recebemos. Mais uma vez, obrigada por tudo, vida minha!

Um beijo muito especial da tua mamadi e parabéns por este primeiro aninho conosco!

Juliana e Pedro Augusto... seus lindos!

Marcelinho com um mês
Vai tudinho direto pra boca

No Arraiá da Elissa

No Shopping

Bisa Tere

Colinho da bisa

Bisa Augusta

Coisa mais linda do mundo!

Tia Leri

Marcelinho

Minha amiguinha Camila

Leri e Marcelinho

Marcelinho

Katiane e Marcelinho




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