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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Meu Bebê Mon Bijou



"Coisa rara, minha joia, precioso". Estes são significados do termo francês Mon Bijou e representam o que João Augusto é para mim. E para reafirmar, ele foi eleito Meu Bebê Mon Bijou pela plateia do Programa da Eliana, no SBT, no último domingo (23/09), na promoção da nova linha de detergentes e amaciantes para roupas de bebê da Bombril. Uhuuul! :-)

Entre cinco vídeos selecionados, o do Joãozinho ganhou a simpatia da plateia e mamãe aqui será premiada com um kit Mon Bijou. O mais legal mesmo foi a repercussão. Eu infelizmente não estava assistindo no momento em que passou, mas além de me ligarem dizendo tê-lo visto, alguns amigos também correram pro face contar que João era o eleito, rere. Pirei de orgulho, claro.

Curiosa como sou, tive de aguentar até o dia seguinte para encontrar na web o trechinho da participação dele, que tá aí acima. É uma parte do videozinho do João gargalhando que coloquei na última postagem. Eu nem sabia exatamente a que estava concorrendo, porque inscrevi por indicação da sobrinha Duda, achando que a apresentadora só mostraria um quadro de bebês sorridentes. No fim, meu João Sorrisão levou a melhor. É uma estrelinha!

Não era dente

Agora que já contive toda a empolgação (uouuu), passei aqui para contar das últimas e relatar que o tal dentinho ainda não desabrochou. Acho que a sugestionável aqui sou eu, que relacionei os sintomas de irritação dele na última semana com a chegada do dentinho. Até agora não sei o que de fato aconteceu com ele. Depois de quase três noites de sono interrompido a cada hora e muita ranzinzice durante o dia, liguei pra pediatra que acha que ele estava "encubando alguma coisa".

Se estava, desencubou, porque do nada voltou ao normal. Vai entender!? De todo modo, o dentinho tá mesmo irritando. Ele coloca tudo na boca, inclusive meu dedo, para coçar a gengiva de baixo. Só que não foi pra tanta brabeza do safadinho. Agora ele já está bem bonzinho e tem dormido mais.

Cheguei a pensar na possibilidade de ele estar passando por uma das famosas quatro crises do crescimento. Conforme o site bebe.abril.com.br, todos os bebês passam por quatro fases de irritação. A primeira aos três meses e a segunda, entre cinco e seis meses, quando ele compreende o triângulo familiar. Olha:
"Por volta do sexto mês de vida, o bebê, que já conhece a mãe, começa a reconhecer a figura do pai, dando início à formação do triângulo – e da crise. (...) A criança tem um pouquinho de transtorno do sono, e o apetite diminui um pouco”, diz o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo." (Leia o artigo completo aqui)
Outra crise relatada pelos médicos é a ansiedade pela separação, que acontece também nesta fase.
Depois de acreditar que é a mesma coisa que a mãe, por volta dos 6 meses a criança não só passa a ver a diferença como também entende que pode ser deixada sozinha. É nessa fase que se inicia um medo de abandono conhecido como ansiedade de separação, algo que pode durar até os 2 anos. (Leia o texto completo aqui)
Suuuuper animador se a crise dura SÓ até dos dois aninhos... kkkk



Seeeeeeeeenta que lá vem a história

Já posso dizer isso pro meu bebê. Ele agora fica sentadinho por um tempão sem apoio. Eu ainda encho de almofadas em volta e deixo ele sentado no colchãozinho no chão da sala para evitar imprevistos, pois como ainda não controla muito bem os movimentos, às vezes cai de cara pra frente. Isso aconteceu uma vez, no chão mesmo, e posso garantir que na hora me senti a última das moicanas pior mãe do mundo quando vi o lábio dele sangrando.

O que me consolou é que o lábio dele anda sangrando à toa mesmo. Resseca enquanto dorme e parte quando ele acorda. Uma judiação. Passei protetor labial com hidratante (Nívea) e li que pode ser desidratação, fiquei assustada e resolvi dar água pra ele beber. Até então, nunca tinha tomado água. Não resolveu, parei com a água. Já melhorou, mas vou perguntar pra médica como proceder.


Ducto lactífero entupido

Amamentar é uma missão mesmo hein? Se no começo eu tinha muita dor e o peito machucava, a esta altura eu achava que seria bem mais tranquilo. Só que nos últimos dias a coisa não anda fácil. Ele resolveu fazer biquinho pra mamar e não abre a bocona direito, o que me causa um enorme desconforto na pega. Tá super sensível...

Fora isso, bem num dos dias da insônia do piazinho, aconteceu comigo uma coisa que, segundo o baby center, é rara. Um ducto lactífero ficou bloqueado. Traduzindo: um canalzinho de leite ficou entupido no bico do peito e isso dói pacas!

Levei um dia inteiro para descobrir o que era e enquanto isso senti dores horríveis tentando amamentar. O seio começou a inchar de um lado e enfebrar. No bico apareceu uma bolinha branca. Morri de medo de mastite e tentei esgotar com a bombinha, que doía menos. Saía muito pouco. Aí achei esta orientação no baby center e foi o que me salvou.

Furei o bico do peito com uma agulha e... uuuhhh... que alívio. Consegui esgotar. Tudo voltou ao normal, tirando a dor da perfuração. Pensando pelo lado mecânico da coisa, é bastante compreensível o que aconteceu né? O corpo da gente tem cada segredinho...


"Comigo não!"

É básico: a gente olha outras mães e diz que "comigo vai ser diferente". Até que chega nossa vez e a gente faz igualzinho, senão pior. João aos poucos está ganhando minha cama. Ainda dorme no bercinho à noite, mas de madrugada, com tantas solicitações por mamá, cansei de levantar e levei ele pra cama um dia, dois e agora é quase toda madrugada... rarara.

Antes eu já levava ele de manhã, quando o pai sai pra trabalhar. Agora ele vai um pouco antes e obriga o papai a ir pro cantinho, quase cair da cama. Ahhhh mas é tããããão gostoso acordar e já encher ele de beijoca! E tão mais cômodo pra mim. Vou só revezando os peitos e nem vejo ele chorar. Ele puxa a blusa e já vai procurando o mamá por conta, rarara. O problema é controlar a manha depois. Ele já sacou que se me chamar bastante vai parar no meu colinho. Já tá dando baile na mãe né?

Esperteza é o que não falta pra este pimpolho que está sempre com uma novidade prontinha pra tirar gargalhadas de todo mundo. É um simpático e sorri pra todas as vendedoras de lojas, na farmácia, no restaurante, em toda parte. Adora gargalhar e, o horário que antes era de tristeza, agora é de alegria. Às seis da tarde ele ri de qualquer coisa. Eu pisco pra ele e ele já solta uma gargalhada. Facinho!

Deu de virar a cabecinha pros dois lados, bem rapidinho, quando está tentando dormir. Me dá uma canseira na troca de fralda porque adora rolar peladão pelo berço. Se estica todo e gira 360°, um lindo. E até dormindo se parece com o pai. Vira de ladinho, abraça a almofada de proteção do berço e coloca um pé sobre ela, semelhante à pose do Joãozão no sofá da sala, kkk.


Primeira papinha

Se os suquinhos desceram redondo, a primeira papinha também foi aprovada. Ele comeu banana amassadinha sorrindo e ficou bravinho quando acabou. É que é bem pouquinho mesmo. Problema foram os gases. Foi conseguir dormir só as 11 da noite e teve prisão de ventre. O cocô só veio no outro dia depois do almoço. Logo acostuma. E logo virão as papinhas de sal. Sexta tem consulta e tudo indica que a doutora vai nos liberar para as comilanças.

Ah, e viva o friozão que chegou. Eu gosto quando intercala um pouco. Aquele calorão já estava nos fazendo mal. Bora aproveitar pra usar as roupinhas de frio que Joãozinho já está deixando pequenas.

Para encerrar, ficam as fotos da sessão família com a Fabiana Guedes, continuidade da sessão que iniciamos lá em dezembro, ainda grávida. Aqui, Joãozinho tinha quatro meses. Um lindo né?
Chegaram as fotos do nosso book. Aqui, João tinha quatro meses








segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Tem um dentinho despontando no horizonte


Tem coisa melhor que uma gargalhada dessas? Enche a vida de alegria, levanta o astral e afasta qualquer deprê né? Mas de ontem pra hoje essa cena aí ficou mais difícil de acontecer. Tem um safado dum dentinho apontando na arcada inferior pra tirar o sono e fazer doer este sorriso lindo. Esta noite foi de choro e mamá praticamente de hora em hora e hoje, durante o dia, a soneca demorou pra acontecer. Até o quadradinho branco saltar para o mundo, a rotina aqui de casa vai requerer mais carinho e atenção do que o normal.

Para amenizar a dor, tenho feito o que recomenda o baby center: dou mordedores apropriados e faço massagem com meu dedo. Um dos mordedores foi presente da tia Karine e é bem interessante porque vem com água dentro da borrachinha. Boto no freezer para gelar e a sensação de alívio parece ser maior.

Mordedor com água gelada

O engraçado é que ontem tava tudo mil maravilhas. Fomos ao show do Patati Patatá na Efapi (Feira Agropecuária) para acompanhar meu irmão Mateus, a cunhada Day e o sobrinho Mateusinho, de um ano e nove meses, apaixonado pelos palhacinhos. João tava só sorrisos. Aí encontrei a querida da Miss Castro Valquíria Cristina Cantele, que agora tem um pimpolho lindo de oito meses, e ela me contou que lê o blog, que com ela foi tudo igual, coisa e tal, e relatou que aos cinco meses surgiu o primeiro dentinho em meio a três noites de chororô e irritação. Acho que João Augusto é sugestionável, porque escutou tudo e resolveu imitar. auhauah

E é tudo igual mesmo né? Em geral, as crianças têm comportamentos bem semelhantes e quase toda mãe passa pelas mesmas situações. Chegou minha vez de encarar o rompimento das gengivinhas do meu amor e dar adeus ao sorriso banguela mais lindinho do universo universal. Ah e dar boas-vindas, tirar muita foto e celebrar a chegada do amiguinho tão importante nesta nova fase que contém uma deliciosa aventura chamada papinha! 

Madrinha Dani mandou esta super dica pelo face! Quem resiste?

O suquinho desceu redondo

Vou confessar e tomara que a dotôra não leia o blog! Não aguentei esperar por viiiiiiiiiiiiinte dias para dar o primeiro suquinho pra ele. Ondé que eu ia colocar tamanha ansiedade em ver a reação dele frente às primeiras colheradas? No 12º dia (foi pouquinho antes só, tô perdoada né?), dei suco de laranja-lima! Ele amou! Sorri enquanto toma e resmunga se demoro muito entre uma colherada e outra. Fica tão afoito que tenta agarrar a colher. 

Depois de três dias veio o melão e o danado mandou ver! Já sei que vai gostar de manga e espero que aprove também a melancia. Enfim, minha casa virou uma quitanda e eu, claro, tô aproveitando pra comer fruta também. Sempre gostei e agora tenho motivação a mais. Expectativa pelas papinhas, mas estas ela só vai liberar depois da próxima consulta, dia 27. Eu vou esperar, prometo! rere 


Banho com bagunça e bagunça com priminho Mateus
Delícia, delícia... 
Vira e revira

Peraltices

Nas últimas semanas, Joãozinho aprendeu um monte de novas façanhas para orgulho da mamãe. Banho agora é sentado e batendo as mãozinhas e os brinquedinhos na água. Pra manter minha integridade, já tô providenciando uma capa de chuva, kkkk. Ele faz a maior bagunça e eu adoro!

Até outro dia eu deixava ele deitadinho num colchão sobre o tapete da sala, brincando com os penduricalhos eletrônicos, enquanto dava um tapa na casa. Até que ele aprendeu a rolar para os dois lados. Antes só desvirava quando estava de bruços. Agora vira e revira. Acabou saindo do colchão e indo parar no tapete, todo assustado. O jeito é ficar em cima. 

Dos cabelos que ainda me restam (veja como isso começou aqui), Joãozinho tenta arrancar. Vivo com eles presos, mas o serelepe tem um prazer enorme em se agarrar àqueles novinhos que estão nascendo na nuca, bem lá onde dói mais. rerere. Também adora se dependurar na correntinha, que ainda resiste bravamente à força do sapeca. 

Ele também já sabe bater um brinquedo no outro e faz festa pro espelho. Todo dia, na saída do banho, ele dá um baita sorrisão pra sua imagem refletida. A cada dia aprende a soltar novos sons e se diverte repetindo aqueles murmurinhos lindos sem cessar. Uma graça. 
Sentado na cadeirinha de restaurante e fresquinho no
passeio pela Efapi, de onde vieram novos livrinhos lindos

Cabe sentado naquela cadeirinha de restaurante, um charme, e me dá abraço apertado mesmo sem saber que é um abraço apertado. Sorri até pra sombra e o melhor de tudo é que se arreganha todo ao me ver, quando fico um tempinho distante. Difícil é tirar foto dele bem de pertinho porque estica os bracinhos tentando roubar a câmera.

Com o calorão que tem feito, fica quase sempre só de bodyzinho, deixando as dobrinhas lindas das pernocas à mostra pra mamãe morder. Eu tento me controlar, mas não consigo. rarara. Ganhou sandalhinhas de presente e até uma miniatura de havaianas que é um luxo. A parte ruim do calor são as bolinhas no pescoço. Por recomendação da médica, tenho usado talco líquido Amilia, mas não resolve muito. Se você souber o que ajuda, manda aí. 


Com a vó, o biso e as bisas em Tibagi

Passeios

Para não variar, Joãozinho passeou bastante com a mamãe nos últimos tempos. E apesar do agito, teve uma noite que ele dormiu até as cinco da madrugada para alegria geral da nação!!! Com o papai, tivemos em Tibagi no feriadão do sete de setembro numa tarde muito gostosa em que visitamos os tios, o biso, as bisas e recebemos uma porção de amigos. Foi muito bom rever Tia Zeza, Liliana, Lilian, Flavi, Krislem, Regiane, Juliana, Ana e Walmar! 

Durante a semana também saímos bastante por aqui. Na quinta fomos assistir ao show da Esquadrilha da Fumaça, que eu adoro, na abertura da Efapi. Joãozinho até olhou pro céu vez ou outra, mas ficou mesmo fazendo farra com a vó Sônia e até pediu um mamá no meio da apresentação. 


Show da Esquadrilha da Fumaça
No final, aproveitamos para dar um rolé na feira e comprar livrinhos infantis pro meu futuro leitor. Um veio com DVD bem bacana com historinhas do fundo do mar. Outro é de plástico e ele leva pra banheira, põe na boca. O outro tem historinhas lindas e ilustradas para ninar. Tem ainda um com som de macaquinho e um que é mágico: dependendo do modo como folheamos, ele é todo branco, preto-e-branco ou colorido. Tudo super baratinho. 

O papai também quis ir à feira e a tarde de sábado serviu pra gente andar muuuuuuuuuito por lá, num calorão danado. Bebê ficou todo faceiro sem camisa. E João pai aprovou o sling para carregar o rapaz, apesar da suadeira.


Só eu e Joãozinho ainda fizemos mercado nesta semana e ele adorou andar na cadeirinha do carrinho. Visitamos tia Bianca na loja e ainda fomos a Castro na casa da vó Raquel para levar a Clara à veterinária. Nossa menina está super bem, 100% recuperada da cirurgia. Mas este foi um dia ainda mais especial por outro motivo...



Madrinha Rapha tá esperando um menino! 

Mais um priminho vem aí!

Há dois anos tive naquele consultório com a cunhada Day para ver Mateusinho no ultrassom. Ano passado era eu que estava lá a cada mês escutando o coraçãozinho do João. Agora é a vez da cunhada Raphaella, e eu fui junto, claro!

Ah gente, que emoção! Revivi aqueles momentos mágicos de ver na tela do ultrassom a imagem daquele serzinho lindo que vive dentro da gente. No caso, dentro da Rapha, rerere. Foi tão gostoso que quase chorei. Obrigada, comadre Rapha, por me deixar ir junto. Não que eu tenha pedido, né? Eu simplesmente me enfiei e fui! rerere. 

Ela está de 14 semanas e neste ultra não deu para ver o sexo. Mas em seguida fizeram o morfológico e ao que tudo indica, vem por aí mais um rapaz para esta família tão repleta de homens! Ainda não decidiram o nome, mas este menino já traz uma imensa alegria para todos nós! Viva, Joãozinho vai ter mais um priminho pra fazer bagunça e até dividir a banheira, como fez com o Mateusinho ontem. É uma bênção né? 

Tenho tempo pra nós dois, ainda!

Decidida: vou ficar em casa mais um tempo

No último post falei sobre a minha dificuldade em decidir se voltou ou não a trabalhar. Agradeço de coração a todas as mamães que deixaram seus conselhos, dividiram sua história comigo e me deram uma força. Resolvi que por enquanto vou ficar em casa. Não é definitivo. Quero voltar a trabalhar sim, mas enquanto der para adiar, vou adiar. 

E nesta hora que meu bebê tá todo resmungão por conta do dentinho me pergunto como fazem as mamães trabalhadoras deste mundão hein? Que bom que estou aqui.

Por hoje é só. Beijo pra você e volte sempre!

Show do Patati e Patatá com o priminho e titios
Tenta pegar a câmera


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Acabou a licença-maternidade. E agora?

Voltar ou não? Eis a questão!
Requerimento de exoneração. Ele estava nos meus planos desde que me descobri grávida, mas parecia tão distante... Até que chegou o momento de pedir as contas e tornar definitiva minha saída do trabalho. Acabo de enviar a solicitação para o RH da Prefeitura de Tibagi. Já recebi os merecidos seis meses de licença-maternidade e estou em férias até 1° de outubro. Depois disso serei oficialmente uma mãe desempregada!

Não precisei pensar muito para tomar esta decisão, pois, pouco antes do João nascer, mudei para Ponta Grossa e sabia que seria difícil voltar. Mesmo assim o sentimento de despedida mexe um pouco comigo. Bateu saudade daquela rotina, das coisas que eu fazia, da diversão naquele palácio e principalmente das pessoas com quem dividia meu expediente e minhas horas de folga. Saudade dos amigos, das festinhas e até do arroio onde virava e e mexia, estava eu me refrescando. Na nova vida não tem arroio, não tem festinha, não tem tempo de sobra e são poucos os amigos. Só que tem João Augusto lindo, gorducho e sorridente aprendendo tudo e me fazendo babar de alegria...

A equipe que me faz tanta falta

E por ele mesmo é que bate ainda uma certa insegurança quanto ao futuro. Não quero trabalhar já. Para mim, este é um momento único e pretendo, se puder, ser mãe em tempo integral. Felizmente tenho reservas financeiras para até o final do ano e, se faltasse, poderia contar com o João pai para sustentar sozinho a casa por um tempinho. Mas também fico preocupada em como será o retorno, quando chegar a hora.

Pensei em voltar ao trabalho só em 2013 (isto é, daqui a pouco mais de três meses apenas), mas há neste momento uma proposta bastante interessante para fazer meio período numa instituição bacana, onde teria certa liberdade para conciliar horários, caso precise. O salário é compatível com o que o 'mercado' está oferecendo no momento e se eu perder a chance posso não tê-la ano que vem. É um desafio bacana, com uma equipe de gente boa que já conheço. Teria de começar agora, em outubro.

Andei fazendo também um teste numa emissora de TV aqui da cidade para apresentadora de um programa de variedades. Recebi a ligação por indicação de uma amiga e senti vontade de conhecer a oferta de perto. Foi divertido. Me senti a Ana Maria Braga do Socavão com ponto na orelha e tal, rara. Nem tive resposta se seria aprovada ou não, mas de toda forma a vaga também é para meio período e a partir de outubro.

Mas e aí? Joãozinho está só no peito por enquanto. Precisaria bolar toda uma estratégia às pressas para alimentá-lo com complementos ou papinhas e ainda confiar boa parte do seu desenvolvimento a uma escolinha.

Não conheço nem tenho intimidade com alguém confiável o suficiente para ser babá e acho que nem toparia essa ideia mesmo que confiasse... Sou medrosa demais e não gosto da história de outra pessoa ficar na minha casa tomando conta do meu bebê. Penso que pode ser melhor submeter esta responsabilidade a pessoas que, supostamente, são especialistas em crianças numa instituição de ensino projetada para recebê-lo. Será que estou certa? O que você acha?

Bom, deixar com as avós nem pensar. Minha mãe mora em outra cidade e minha sogra é bastante atarefada, não teria condições. Elas já criaram os filhos delas né? Não posso querer deixá-las com esta enorme responsabilidade a esta altura da vida. Veja bem... não sou contra! Admito que há muitos casos em que as avós são a melhor proteção que bebês podem ter. Mas pra gente ficaria bem fora de mão, porque além de tudo a sogra mora no outro canto da cidade. Enfim...

Ainda na relação de prós e contras eu teria o custo disso tudo. Em casa, para manter a coisa em ordem, precisaria de uma empregada pelo menos de meio período nuns quatro dias da semana. Pesquisei pelo bairro e só consigo uma assim por no mínimo uns R$ 500 mais despesas da carteira assinada. Quanto à escolinha, os preços para maternal variam bastante, mas a que me indicaram, que inclusive tem câmeras para monitoramento através da internet (gostei disso) está por volta de R$ 400 (e não é a mais cara), além de material, uniforme e tudo mais.

Tem ainda a despesa com combustível para ir e vir do trabalho todo dia, mais refeições fora... E assim vai-se boa parte do salário. Será que compensaria? Até agora não fiquei longe do meu filho nem por meia hora. Não que eu ache absolutamente necessário ficar com ele o tempo todo, mas não tive necessidade nem sequer oportunidade de desgrudar, rere. Tenho certeza de que seria beeeem difícil deixá-lo numa escolinha já. :-(

Outro dia vi uma amiga contar no face que deixou sua bebê de três meses com a avó, em outra cidade, por uma semana para viajar com o marido. Depois ela voltaria ao trabalho. Admiro a coragem dela! Sei que não deve ter sido moleza, mas ela enfrentou e pronto. E eu? Quando é que terei esta força? Se é que terei... rerere.

Fico pensando nas artes que ele aprende todo dia, em como eu perderia de vibrar junto dele a cada novidade. E nesta fase ele muda tanto de uma semana para a outra. Ontem ele disse "dá" e eu achei o máximo. Há alguns dias ele começou a rolar na cama, para os dois lados, e fiquei toda empolgada. Agora ele puxa minha blusa e meu sutiã de tanta pressa de mamar e foi um barato quando ele fez isso pela primeira vez. Logo ele vai dizer as primeiras palavrinhas, aprender a engatinhar e a sentar sozinho. E se eu aceitar voltar ao trabalho, não estarei lá! Viu só que drama!? rarara.

E pensar que a maioria das mulheres precisa desgrudar de seus filhos no quarto mês! Poxa... no serviço público a licença já aumentou para seis meses, mas acho que deveria ser de dois anos pelo menos! rara.

Apesar de todo esse meu dramalhão, sinto que voltar ao trabalho pode ser bom pra mim. Fiquei onze anos em atividade, super atividade diga-se de passagem, e esta parada me fez ver o quanto gosto de trabalhar. Embora eu ame ser mãe e esteja vivendo um momento divino ao lado do meu pequeno, o lado mulher tá começando a bater à porta.

Já li outros tantos posts sobre esse mesmo assunto, já ouvi tantas vezes este mesmo questionamento das amigas e agora estou eu aqui, com a mesma dúvida: voltar ao trabalho ou não? Vendo pelo lado positivo, que bom que eu tenho essa escolha, mesmo que por pouco tempo. Né?

Diga aí o que você pensa... Como foi com você? E volte logo porque o próximo post é sobre as peraltices do meu rapaz, com vídeo gargalhante e tudo mais!

Beijinho.

Ser mãe: o melhor trabalho de todos!

Fotos de Tibagi, pra matar saudade. Acreditem... tudo isso aí era a trabalho! rere










quarta-feira, 5 de setembro de 2012

É tão bom ter amigos!


Eles acabaram de se conhecer, mas já são amigos de infância. João Augusto e Isabela, de quatro meses, se encontraram hoje e mostraram como é que se faz amizade. Foi um tal de chupar a mão do outro, resmungar e até uma conversinha rolou. Ele se apaixonou pelo sapato dourado da bailarina e ela queria mais é dar tapinha no rosto dele. Um encanto...

Foi assim que conheci pessoalmente a Karine Carneiro, mais uma mãerinheira de primeira viagem deste barco lindo chamado maternidade. A gente vem se acompanhando aqui pelo blog e pelo face desde antes da Isabela nascer e finalmente pudemos nos encontrar. Foi uma tarde deliciosa! Não resisti e tive de postar o videozinho porque foi a primeira vez que meu João interagiu assim com outro bebê. Não são uma graça? Serão grandes amigos!

Voltem sempre, tá? Beijinhoooo

P.S.: Hoje é dia 5 de setembro, dia dos irmãos! Que excelente dia pra se fazer uma nova amizade, né?








segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Cinco meses e a fome sem fim


Com 7.430 kg e 67 centímetros de gorduchice e fofurice, meu pequeno João Augusto chegou ao quinto mês de vida e já não serve mais para o adjetivo 'pequeno', que mamãe tanto gosta. Ele tá é grandão, bagunceiro, sapeca, sorridente e muito saudável, cheio de amor pra dar e de dengo pra fazer. Ah, e com sono leve... rarara. A saga continua.

Há alguns dias eu falei aqui sobre a dificuldade em fazer este rapazinho dormir durante o dia e depois disso ele até que melhorou... tem tirado umas sonequinhas com mais facilidade e inventou uma nova moda. Agora ele canta para dormir. Aceita o colinho para ninar e faz uma gemeção tão fofa que dá vontade de morder. Mas o soninho dura pouco e ele logo acorda todo disposto a brincar e a mamar sem fim.

Não é à toa que o menino tá desse tamanhão. Ele mama mama mama e parece nunca estar satisfeito. Acho que de fato nunca fica totalmente satisfeito e que tá na hora de dar papinha, mas a doutora ainda não autorizou. Então, resta-me continuar acordando todas as noites, pelo menos três vezes, pro bezerrinho tapear a pancinha até que possamos preencher este vazio com comidinhas mais substanciosas. Não que leite materno não seja substancioso, pelo contrário, é o alimento mais completo, mas como tem fácil digestão, o efeito de satisfação dura pouco (acho que é isso).

Peguei no Facebook e não me lembro de quem  

Pois então... João Augusto tem cinco meses e ainda acorda várias vezes na noite. Sim, a mamãe tá cansadona, tem vontade de reclamar, mas segue firme na luta. Menos firme, é preciso reconhecer, afinal agora levo ele pra cama e dou o peito deitada, meio cochilando, até acordar para devolvê-lo ao berço. Antes eu acordava totalmente e ia pra sala.

É que eu pensava que meu filho seria como a maioria dos bebês que conheço e que no segundo mês já passaria a dormir a noite todinha, bem lindo. Aí veio o segundo mês e ele dormiu por duas noites. Eu vibrei. E depois desvibrei porque voltamos à rotina das mamadas à 1, 3 e 6 horas da manhã.

Chegou então o terceiro mês e, cheia de esperança, coloquei o mister cochilinho no berço achando que poderia repousar o corpitcho... Que nada! No máximo pulava a mamada da 1 hora. Finalmente o quarto mês despontou no horizonte e eu não tinha dúvida: agora ele vai virar a noite! Foi quando ele passou a acordar três vezes de novo. Estamos no quinto mês... torce aí! rarara.


E quando ele faz cocô durante a madrugada e me obrigo a trocar, tudo fica mais difícil porque o safado desperta totalmente no maior pique e quer pegar a girafinha do travesseiro, bater no móbile, morder o pé, gargalhar e fazer brum-brum, depois demoooooora a dormir de novo. E olha que eu deixo a luz do quarto apagada, não converso, faço o mínimo possível de barulho.

Novidade: desde que nasceu eu tento ensiná-lo a fazer brum-brum (o som do caminhão, que ele tanto temia) e, num belo dia da semana passada, do nada, ele me acordou com o barulhinho dos lábios tremendo e um monte de bolinha de baba... Fiquei toda orgulhosa! rere. Cada bobagem né? As mães me entendem. A gente fica tonga.

Além da fome e do cocô, outro fator que pode colaborar para que Joãozinho ainda não durma a noite toda é o meu DNA agindo no corpinho dele. Sempre fui agitada demais e dormir muito não é exatamente minha especialidade. Tadinho, já que não se parece em nada comigo, fisicamente, deve ter herdado meu comportamento hiperativo. Me culpo e tento me frear na correria para não passar ansiedade a ele... Vai que adianta. No entanto, volta e meia, por conta de uma discussão com o marido (quem não?) por exemplo, sou eu quem não prega o olho a noite toda. E o corpo reclama! Fora a permanente canseira, ando com muita dor nas costas, principalmente do lado esquerdo, que é onde mais frequentemente seguro o bebê.

Também me sinto sobrecarregada por ter de cuidar dele e da casa praticamente sozinha durante a semana, pois o pai sai de madrugada e volta só às 10 da noite. Aí, quando o baixo astral dá pinta, lembro que a faculdade dele dura só mais este semestre e que estou trabalhando na missão mais importante da minha vida: criar um filho. Quem disse que seria fácil? Penso nas mães que não dormem porque estão rezando pela saúde de seus filhos doentios, respiro fundo, olho praqueles olhinhos desenhados de alegria do meu filhote e volto ao batente mais entusiasmada. Afinal, chegamos ao quinto mês e muita coisa boa está acontecendo!!!


Joãozinho não chora mais! No máximo resmunga, choraminga para me chamar quando acorda... Nunca mais fez aquele berreiro que me deixava quase maluca. E isso é uma bênção. Ele dá gritinhos de bravinho e me belisca toda quando se irrita com alguma coisa, mas a maior parte do tempo passa sorrindo e colocando tudo o que estiver ao seu alcance na boca. Já sabe passar um brinquedo de uma mão para a outra, estala a língua e tenta imitar as caretas que a gente faz. Qualquer dia vai mandar beijinho.

Há duas semanas ele também ganhou um banho extra por dia, o ofurô da manhã, só para relaxar. Tenho a impressão de que isso tem ajudado a acalmá-lo durante o dia. Não cabe mais deitadinho na banheira e agora é tudo sentadinho, brincando com a tartaruga-termômetro. Está super firme e já permanece sentado sozinho por alguns instantes. Com apoio fica um tempão. Adora ficar em pé e também aprendeu a estender os braços para vir com a mamãe. Fico toda toda quando se joga pro meu colo e quando agarra minhas mãos e faz aquela força danada para ficar em pé!

Como Joãozinho está compridão, o mamá agora nem sempre é deitadinho no colo. Temos inventado posições e tem uma que acho uma graça. Eu deito de costas na cama e coloco ele sentadinho ao meu lado. Enquanto brinca com o lençol ou com os botões do meu pijama, estica o pescocinho para a boca alcançar o bico do peito. Suga como se tivesse tomando de canudinho. Eu praticamente sou o chimarrão do bebê, rara. Um sarro!


Cupcakes para comemorar

A gente sempre comemora o 'mesversário' do bebê. Neste mês, dia 2 caiu num domingo e isso nos entusiasmou a celebrar ainda mais, junto com os avós paternos que vieram pra almoçar. Fiz cupcakes de chocolate (desta receita aqui) com cobertura de nata. Recortei letrinhas de EVA e compus o nome do Joãozinho sobre os bolinhos, com direito a velinhas e tudo. Ficou uma graça.


Amiguinha de quatro patas

Desde que mudamos de Tibagi para Ponta Grossa, minha filhota Clarinha, uma cocker spaniel inglês, voltou a morar com minha mãe em Castro. Adiamos a vinda dela porque precisávamos fazer as grades e ajeitar um cantinho pra ela. O tempo foi passando, João nasceu, surgiram mil atividades na minha rotina e ela continuou na casa da vó, para me poupar trabalho. Até que na semana passada ela adoeceu.

Quem acompanhou minha história com o Kiko, irmãozinho dela, sabe o quanto foi sofrido vê-lo partir no início do ano. Decidi que era hora de enfrentar o compromisso e trazê-la pra perto. Nesse período longe ela teve cio, pegou cria de algum cachorro de rua (minha mãe mora numa área grande, aberta, tipo chácara e é comum entrarem outros cães lá) e perdeu os cachorrinhos. Alguma coisa ficou lá dentro e originou uma infecção. Concordei com a veterinária que estava na hora de fazer a histerectomia da Clarinha. Ela tem seis anos e já teve quatro crias.

Fui a Castro na última quinta para buscá-la na clínica. Passou pela cirurgia para remoção do útero e agora está se recuperando. Tive que aprender e aplicar injeção para medicá-la e acredito que esteja evoluindo bem. Acho que ela gostou de vir pra cá. Adotou a casinha nova como se sempre tivesse morado nela e, apesar de ter sido criada em apartamento comigo, por enquanto está obediente, fica só lá fora. Achamos melhor que seja assim porque ela é peludona e se suja com facilidade. Se a entrada for permitida, a higiene da casa e dos brinquedos do Joãozinho demandam de mais cuidado né?

Falei dela para a pediatra, que é totalmente favorável à convivência do bebê com um animalzinho de estimação. Doutora Tiyoco é 'cachorreira' como eu e afirmou que muitos estudos comprovam que quanto mais cedo expostas a animaizinhos, mais anticorpos as crianças desenvolvem. Sem falar no caráter educativo, no desenvolvimento emocional e na afetividade né? Tenho certeza de que João e Clara terão uma linda amizade. Ela é um doce.

Para comprovar o que a pediatra disse, olha o que diz o site Guia do Bebê:
Estudos mostram que crianças que convivem nos primeiros anos de vida com animais de estimação estão menos propensas a desenvolver alergia, pois o seu sistema imunológico já está “acostumado” com os agentes alergênicos encontrados nos animais.
Outra fonte: Bebês que crescem com animais de estimação desenvolvem menos alergias a eles

E vale o alerta desta matéria do Estadão: HC alerta para cuidados com bebês e animais de estimação em casa


Vem aí... Suco, suco gostosinho!

Voltei lépida e sorridente da consulta mensal com a pediatra. Ela defende a amamentação exclusiva até o sexto mês e eu também, mas preciso admitir que estou ansiosíssima pela experiência de inserir suquinhos na alimentação do João. Não aguento de vontade de saber como ele vai reagir. Noutro dia não resisti e dei fiapinhos de manga pra ele provar, parece que adorou!!!

Doutora Tiyoco recomendou que eu comece, devagarzinho, a dar suco para ele no final do mês, quando ele estiver com quase seis meses. Iupiiiiii. Não vejo a hora. (Ei, Ju Nogueira, agora pó mandá as receitinhas que vou testar todas!)

Vamos às orientações da doutora:
- Usar colher, prato e copo: a higienização é melhor que nas mamadeiras
- Iniciar com alimentos amassados com gargo e peneirados - até o nono mês
- Introduzir os alimentos um de cada vez, por quatro dias: para observar possíveis reações alérgicas
- Observar com atenção se leite de vaca, trigo, clara de ovo, milho e tomate provocam alergias: todos estes alimentos devem ser oferecidos somente após o oitavo ou nono mês

Sucos: Começar com pequena quantidade (10 ml) e aumentar gradativamente. As frutas indicadas são melão (aquele vendido na redinha), melancia, manga e laranja-lima. Limão, maracujá e outras frutas ácidas devem ser administradas após o nono mês.

Frutas: servir amassadas e peneiradas. Começar com banana caturra (a mais doce e molinha), pera verde, mamão e melão (o da redinha). Maçã, abacate, kiwi e outras só a partir do nono mês porque podem alterar o funcionamento do intestino.

Quanto às papinhas, ela só vai fazer indicações depois do sexto mês completo.


Vacina

Todo início de mês também tem aquele momento triste em que a mamãe quase chora e o bebê sente dor: vacina. Foi hoje, a contra a meningite, e ele chorou bem pouquinho. A enfermeira disse que nem dá reação. Por enquanto tudo tranquilo.

Desta ida ao postinho, duas coisas me chamaram a atenção: uma criança aparentemente desnutrida e uma enfermeira muito mal-humorada. Um calor do Saara, João de boddy e bermudinha e a menininha com meia-calça, calça de moletom, agasalho e cobertor! Bem molinha no colo da mãe, uma garota de no máximo 17 anos. Puxei papo e me surpreendi quando a moça contou que a Stéffany tem um ano e quatro meses. Ela também se surpreendeu quando falei que Joãozinho tem apenas cinco meses. Os dois são quase do mesmo tamanho!!! Deu um dozinho. Sem falar que as vacinas estavam todas atrasadas e a caderneta toda rasgada, sem capa, nada. #tristeza. Deve ser por isso que a enfermeira estava com a cara mais azeda que abacaxi verde. kkkk


Tempo seco

Falando em alergias, aqui em PG no mês de agosto só choveu um dia e além do tempo seco, as árvores estão cheias de flores. Prato cheio para uma rinite! Joãozinho até agora não demonstrou nada. Como mama bastante, não fica desidratado, mas como prevenção, costumo espirrar sorinho no nariz dele várias vezes ao dia e deixo sempre uma toalha úmida pendurada no berço. Ainda assim é difícil de conviver com o poeirão que invade nossa casa e com a fuligem, porque para ajudar, muita gente ignorante aproveita pra tacar fogo nas áreas baldias aqui de perto. Um horror.


Registro: Recebemos a visita da Nelci e da Tábata, minhas queridas e eternas amigas de Castro, num dia super gostoso em que minha mãe, cunhadas e sobrinho vieram também.


Oil Man

Para encerrar, deixo este vídeo (que ainda não está no youtube, só na página do G1) que é de rir de montão, em especial "prazamiga" que não são do Paraná. Em Curitiba, ver o Oil Man pelas ruas é um acontecimento que marca a vida da gente. Num dia gelado, eu cruzei com este caricato professor pedalando pelo centro vestindo apenas a sunga verde-limão, todo bezuntado de óleo de bronzear. Agora conheci um pouco mais da personalidade deste herói que parece ter saído dos quadrinhos direto pra realidade. Parabéns à RPC TV que produziu uma série documentando o retorno do Oil Man e a Sociedade dos Homens Óleo. João Augusto um dia o conhecerá!

Aqui está a primeira parte da série, exibida em 19 de agosto.



Por hoje já falei bastante. Agora me conte você... Conhece algum bebê que continua acordando pra mamar mesmo depois do quinto mês? Ou tô sozinha nesta? rerere. Beijinho e até o próximo!

Manu
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