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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Não deu! Escolinha e trabalho: missão fracassada

E quem quer trabalhar fora se tem em casa uma coisa linda dessas?
Frustração. É uma parte do que sinto depois de ter encarado o medo de botar o bebê na escolinha e ver que mesmo assim ainda não posso voltar a trabalhar. Foram quatro dias no jornal Diário dos Campos, onde reencontrei o amor pela minha profissão, o prazer de ter uma ocupação para além do lar e descobri que minha carreira precisa ficar de lado por mais um tempo. Mas tem a parte boa da história... não preciso mais ficar longe do meu amor e sentir aquele aperto enorme no coração, uma saudade que doeu.

Tomei a decisão de não trabalhar ainda porque meus horários ficaram incompatíveis com os da escolinha. A princípio a proposta era pra eu fazer a página de economia das 13h30 às 18h30. Inicialmente teria de me virar para buscar o bebê às 17 e deixá-lo com a sogra, pensei, já que logo o pai dele vai assumir um novo trabalho aqui em Ponta Grossa e poderia buscar o Joãozinho na saída. Eu chegaria em casa no máximo as sete da noite. Beleza né?

Mas não deu certo. Primeiro porque houve mudanças no jornal e acabei ficando com a página policial, que eu, dramática e trágica como sou, adorei. rerere. Problema é que o horário também mudou e eu teria de fazer das 14h30 às 19h30. Só que não consegui sair antes das 21 horas nenhum dia. E João não podia ir buscar o bebê ainda. Quer mais? Simplesmente não tinha quem fosse pegar meu pequeno. E agora, José?

Já que mamãe não fez foto na escolinha...

Desde o início

Em novembro do ano passado comecei a juntar forças para voltar ao mercado de trabalho. Levantei as opções de escolinhas da cidade e decidi esperar mais um pouco, afinal ninguém merece recomeçar justamente quando o marido finalmente ia ter uns dias de folga pra ficar com a gente. Entrou janeiro, o ano novo, e com ele minha vontade de retomar a profissão. Como você sabe, eu trabalhava como assessora de comunicação na Prefeitura de Tibagi e saí em março do ano passado em licença-maternidade.

Nunca pensei que eu seria capaz de ficar um ano inteirinho sem trabalhar fora, mas nunca imaginei que iria desejar tanto passar esse tempo todo com uma pessoinha tão gostosinha também né? Depois de 13 anos trabalhando sem ter passado um dia sequer desempregada, em outubro, quando venceram minhas férias e licença, pedi exoneração e pela primeira vez me tornei oficialmente dona de casa. Tibagi fica a 100 quilômetros da minha nova casa. Ainda tive o 13º salário em novembro, por isso me mantive tranquila. Mas agora são três meses sem remuneração e as contas começaram a pesar pro papai aguentar sozinho.

Avaliei as oportunidades que me tinham aparecido até então e tomei a decisão: dia 13 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas, eu ressurgiria das cinzas no mundo profissional. Escolhi a escola de acordo com uma lista de critérios que compartilho num próximo post. Achei que tinha acertado. A mais ampla, com três acomodações distintas para recreação, alimentação e cuidado com os bebês, apenas sete alunos na turminha que tem três tias, onde tudo estava impecavelmente limpo no dia em que conheci. A mensalidade também não é das mais caras, a localização é ótima, tem vaga para estacionar e Joãozinho se jogou no colo da tia Emilly e foi brincar no tatame já de cara. Pensei que seria fácil...


A não-adaptação à escolinha

A realidade é que não conseguimos passar da fase de adaptação. Ainda. Levei Joãozinho duas vezes na semana anterior ao Carnaval. Na primeira ele chorou muito e tive de levá-lo embora 40 minutos depois. No segundo dia fiquei no pátio roendo as unhas e arrumando defeito pra tudo. Vi abelhas, achei que as outras crianças fazem muito barulho no horário do recreio (como não?), tinha sujeira no pátio e todos, eu disse todooooooos, os bebês do berçário resolveram chorar ao mesmo tempo e sem cessar. Inclusive João Augusto. Chorou muito e a tia, com a maior paciência do mundo, tentou de tudo. Pouco tempo depois voltei pra casa desolada.

Quanto a deixar com a avó, vários motivos me fazem preferir a escolinha, mas citá-los aqui já causou uma interpretação errada. Como diria dona Copélia, "prefiro não comentar", rererere.

Primeira semana de trabalho


Eu já tinha aceitado a proposta de trabalho e precisava enfrentar. Avisei no jornal que eu faria uma experiência naquela semana, como freela, e se desse certo entregaria a carteira para assinar. Optei, então, por deixar meu bebê na casa da avó no primeiro dia, já que ainda era feriado.

Saí de lá às 14 horas e só o encontrei às 9 da noite, dormindo. Fiquei arrasada de não ver meu príncipe acordado naquele dia. Senti uma saudade enorme, uma vontade de voltar pra casa, um cansaço imenso, mas estava animada por voltar a trabalhar e super ocupada, correndo o dia todo para dar conta de boletins de ocorrência acumulados do feriadão. Sobrevivemos, não sem ferimentos, mas saímos vivos dessa prova de fogo.

No segundo dia, levei pra escolinha (saí chorando de lá, claro) meia hora antes para poder sair no meio do serviço e levá-lo até a casa da vovó. Seria um bálsamo no meio do dia. Mas só encontrei meu filho, novamente, às 21 horas. Ele veio engatinhando rápido, sorrindo, até a porta e me encheu de alegria. Já o papai estava convencido a tirar o bebê da escola para deixar com a avó. Não nos entendemos em relação a isso e ficou um climão entre a gente pelos próximos dias.

Avisei na sexta-feira no jornal que cumpriria o free lancer até sábado e não iria mais a partir da próxima semana. Fiquei triste por isso, afinal, já começava a me apegar aos novos colegas de trabalho e à rotina maluca de uma redação, que me enche de adrenalina e me faz sentir viva como profissional. Faz um tempinho que sou mãe, dona de casa, uma mulher de fibra que enfrenta essa aventura toda, mas sentia falta da coisa do trabalho. Fiquei frustrada por ter de abandonar o projeto. Mas curti meus dois últimos dias lá.

Sábado ele ficou com o papai em casa e eu ainda pude trabalhar numa pauta chocante (infelizmente) que virou capa de domingo - minha despedida foi com matéria sobre um duplo homicídio e um bebê de três meses atingido por bala perdida no meio da confusão. Sim, foi uma pauta que me engasgou a garganta. Também me deu um nó ter de dizer tchau praquela turma bacana que conheci e pras amigas que reencontrei lá. Fica a boa impressão de um ambiente de trabalho gostoso, de pessoas colaborativas, de profissionais competentes. Um dia eu volto, pra ficar, se Deus quiser!

Mas e eu, mamãe?
Como vai ser agora

A garganta ainda está engasgada com a sensação de retrocesso sabe? Eu tinha dado um passo importante e tive de voltar. Mas tenho a plena convicção de que Deus está no controle de tudo e sabe o que é melhor para nós. Estou em casa, de novo, agora sem diarista porque gastei horrores com a escolinha e o que vou ganhar pelos quatro dias só cobre o valor da mensalidade.

Eu ainda acredito que Joãozinho vai acabar se adaptando à escolinha e que é normal ele estranhar o novo ambiente nos primeiros dias. Achei a tia Emilly uma amada e confio nela. Sabe o que ela fez para me tranquilizar no dia em que fui trabalhar? Me mandava mensagens do próprio celular, gastando seu próprio crédito, para dizer como ele estava. Que amor né?

Por isso pretendo continuar levando ele, aos poucos, para aprender a gostar de lá. E tem mais. Já recebi outra propostinha super legal de freela, mas este com carga horária bem menor. Seriam algumas materinhas para uma rede de televisão em horários que posso agendar. Tomara que dê certo. Se ganhar o suficiente para manter meu pimpolho na escola, já ajuda bastante. E é mais um desafio né? TV não é minha praia, mas a gente aprende a nadar quando a água bate na poupança, né mesmo?


Dona de casa de vez!

No meio disso tudo ainda me decepcionei com minha auxiliar aqui de casa. A Scheila, que há oito meses trabalhava comigo como diarista, já tinha aceitado ser minha empregada doméstica de todos os dias, mas no dia em que pedi sua carteira resolveu me deixar. Ela "ficou dividida" entre mim e minha vizinha que ofereceu trabalho dois dias da semana para ela. Bad!

No fim, foi bom mesmo porque agora quem cuida sozinha da comida, da roupa e da limpeza desta casa sou eu! Assim gasto menos. E quer saber? Hoje já fiz faxinão e até lavei o carro (R$ 35 a menos no lava car) kkkk. Não estranhe se eu começar a cortar a grama também. rarara.

Eu quero a câmera!

Como está meu amor

Passei para registrar minha tentativa fracassada de voltar ao trabalho e das experiências não tão boas do neném na escolinha, mas preciso contar que Joãozinho está mais lindo do que nunca (acha que eu falaria outra coisa dele? rere). Ele tá muito ágil agora, super rápido, toma as coisas da mão da gente numa destreza que é uma fofura. Engatinha de ré na cama e no sofá até conseguir descer no chão, bem rapidinho, bem ninja.

Ele está soltando o verbo, falando mil palavrinhas inventadas e adora dizer "babau" nos últimos dias. Continua aficionado pelo Home da sala, aperta para ejetar o DVD e fica todo feliz arrastando as mídias pelo chão. Não deixa a gente tirar foto de perto porque quer pegar a câmera. Tá bem mais interativo agora. Responde com as mímicas que sabe fazer a toda provocação e faz uma birra terrível por qualquer coisa. Se larga a chorar em alto tom se fica sozinho por um segundo. Detesta a solidão.

Depois da distância nesses dias, ele ficou ainda mais grude da mamãe. Minha gente, ele se agarra à minha perna e chega a me tirar a roupa de tanto puxar. Só quer colo ou, no mínimo, ficar ao meu lado o tempo todo. Inclusive a noite toda. Não quer mais saber de berço. rarara. E pra falar a verdade, eu também vinha com tanta saudade que queria passar a noite toda agarradinha a ele.

Tá mais manhoso e chorão também, mas isso há de passar. Tem dois caninos chegando por aí e isso também faz com que coma irregularmente. Tem dias que vai que uma beleza. Tem dias que não come quase nada. Tô aprendendo a ter mais paciência e parar de tentar forçar que coma.

No mais, só alegria! Fomos a Tibagi no Carnaval e passamos por Castro no aniversário da vovó Raquel. Hoje é do meu sobrinho fofo, Luiz Henrique. Vivaaaa eles! Ah, e meu sobrinho Eduardo, irmão do Luiz Henrique, está para nascer a qualquer instante e estou super ansiosa pra ver a carinha dele.

Bola pra frente que atrás vem gente! Agora me conte de você. Conseguiu voltar a trabalhar de primeira?

Beijinhos e até logo mais.

Feliz Aniversário vovó Raquel

Tio Zeco

Com o priminho Mateus no carro velho do vovô Valdemar

Com a priminha Isabella

Mateuzinho assopra a vela sempre! rere 

P.S.: Este post foi modificado em 28/02 para atender pedidos.

20 comentários:

  1. Emanoelle, eu também não consegui voltar de primeira. Mas quanto a escolinha acredite, demora e leva muito tempo, por aqui a adaptação do Murillo era para ser só 10 dias, já vai fazer 1 mês e ele ainda reclam um pouco para não ir para escola, mas me apaixonei pela professora também e confio nela, então vejo que é uma fase de toda criança.
    Boa sorte amiga!
    Beijos Ca

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    1. Ai amiga... mas não é fácil né? Hoje foi melhor, sabe? Ele até dormiu na escolinha o/
      Força pra gente né? Obrigada pelo apoio. Beijoca

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  2. Oi Manuca!!!! Completamente natural tudo o que aconteceu, paciencia e fé que vai dar certo! Como vc também acho que as vovós devem mesmo brincar e deseducar os netos, sendo assim, a escolinha é a melhor opção. Perfeita nenhuma será, mas tem escolas muito boas. Coloquei o Rômulo na escolinha uma semana antes do carnaval e ainda nao se adaptou, quer dizer choooooora quando vê o uniforme e diz "tóua amanhã" (escola amanhã)....hoje não...entrego ele pra tia Cássia fica aos berros e eu quase morro do coração, mas a tia disse que depois de meio minuto já está brincando e quando vou buscá-lo está lá feliz da vida brincando. Ainda nao voltei trabalhar estou esperando ele se adaptar bem, pra mudar pra periodo integral (hj fica só meio período).
    Beijão Carla

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    1. Carlinha minha amada! Tia Rosi me contou da peraltice do Rômulo em não querer ir pra aula. Mas quem iria querer se tem em casa uma avó super babona e uma mãe tão tão tão legal que eu mesma morro de saudade?! rerere. Obrigada pela força. Vou perseverar e vai dar tudo certo. Cê vai ver. Beijo amore.

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  3. Oi manu tudo bem? Quanta saudade, sua sumida, mandei email pra vc ja faz tempinho e ainda aguardo sua resposta.
    Amiga, vc conhece minha situação neh. Eu estava pra fazer dois anos numa loja otima por aki qd tive q tirar licença maternidade cm 8 meses d gestação por conta do stress e da lonjura do lugar. Depois q a princesa nasceu tive q sair do emprego pq meu esposo estava terminando o curso tecnico e ñ tinha qm cuidasse dla enquanto eu estivesse trabalhando.
    Só tenho ensino medio completo e meu curriculo ñ é la mt favoravel qd se trata de emprego, essa loja foi o lugar q trabalhei mais tempo.
    Enfim, eu tava fazendo meu curso tecnico qd meu esposo tv q mudar de emprego e começou a viajar, cmo vc conhece a historia tive q parar d estudar pq eu ñ tinha outro apoio cm relação a kekel p continuar os estudos. Agora q ele voltou d viagem e tm emprego estavel eu até poderia voltar a estudar, mas cm os horarios d trabalho do meu esposo ainda ta impossivel, e as escolinhas particulares daki são o olho da cara, e as publicas eu ñ consegui vaga. To fazendo aula de orgao na minha igreja, entao pelo jeito esse ano ainda vai ser só casa, raquel e órgão.
    Meu coração tambem doi qd penso nisso, afinal, se for parar p pensar só tenho ensino medio completo, empregos temporarios e um d quase dois anos. Mas, o q for p ser será, só tenho q me apoiar em Deus, e ñ questionar as vontades Dele, e aguardar neh.
    E como o joãozinho sentiu sua falta acho totalmente normal ele ficar tao apegado a vc e ñ dormir a noite, normal d tds os bbs nesses momentos.
    Enfim amiga, vejo q seu fofo ta bem espertao.
    Kekel ta linda tb, quase correndo ja, e cm um molar nascendo no bocao, imagina cmo ela ta sofrendo neh.
    Um bj, aguardo seu email.

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    1. Minha querida... respondi seu e-mail, finalmente... a vida aqui andava tão maluca que deixei passar esse tempo todo sem te mandar nada. Mas agora vai. :-)
      obrigada pelo apoio de sempre, viu? Sei da sua luta aí, mas sei também que a Kekel é tudo na sua vida e que você é uma mãe super dedicada. Tudo será recompensado, você verá. Nosso Deus é mais!
      Beijos pras duas!!!

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  4. Oieee,

    Ah, acho q vc tá certa, as coisas tem q ser boas para os dois lados e o importante é que vc fique bem com a sua decisão!
    vai dar tudo certo, aos pouquinhos as coisas se ajeitam, vc vai ver!

    bjo!

    Loreta #amigacomenta;)
    @bagagemdemae

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    1. Já estão se ajeitando, amiga... tivemos evoluções. Conto na próxima. Beijooooo

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  5. Ah como é dificil lidar com todos esses dilemas ne?
    Mas fique tranquila, tudo se acerta no devido tempo.
    beijão e boa sorte para vocês
    Lele
    #amigacomenta

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    1. Obrigada Lele!!! Já estou contando com essa sorte. Beijoca

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  6. Minha filha está com 4 anos e eu ainda não voltei ao batente, já ensaiei e acho que estou com certo medo, insegurança pura, penso em mudar um pouco meu rumo p/ ver se me reencontro( totalmente perdida) rs. Essa adaptação é mesmo complicada p/ a grande maioria, desejo que as coisas se acertem ai e vc consiga se encontrar na tua profissão, acho muito legal o jornalismo mesmo tendo que lidar com essas notícias ruins.
    Bjs
    #amigacomenta

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    1. Amiga... você é uma guerreira. eu amo estar em casa com o Joãozinho, mas só porque sei que a situação é temporária. Quero muito voltar ao trabalho e reencontrar um dos grandes prazeres da minha vida sabe? Mas tudo a seu tempo né? E cada mãe/bebê têm seu tempo. Curta muito sua princesa. Ela merece. Beijoooo

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  7. OI Emanoelle, é difícil mesmo conciliar o trabalho cm a maternidade. Eu retomei a minha carreira, mas até hoje me questiono diariamente. Ima gino a sua frustração, mas no final vai dar tudo certo. Já, já o bebê está maior e você vai conseguir conciliar as coias.
    beijos
    Chris
    #amigacomenta

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    1. Certo que sim Chris! E por ora é o melhor que tenho a fazer: aproveitar meu pequeno que está um artista de tão traquininha. Beijo querida.

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  8. Esse passo e sempre muito dificil para nos mae. No meu primeiro filho demorei quase um ano para voltar a trabalhar. E quando voltei de verdade me senti exatamente como vc descreveu!! Minha estrategia foi: coloquei ele em um bercario que eu gostei, nessa epoca eu so trabalhava uma vez por semana 3horas, e de poquinho fomos indo, fiz toda a adaptaco dele e depois so deixava ele la quando eu tinha que fazer alguma coisa que ficaria muito complicada com ele, tipo banco e o trabalho, e aos poucos fui aumentando meu horario de trabalho para tres vezes por semana e foi. Com a minha pequenina eu ja nao senti tanto, voltei logo apos a licenca, trabalhando 3 vezes por semana e hj trabalho a semana toda meio periodo, se bem que nao posso chamar de meio periodo trabalho 4 horas. O bom de ser profissional liberal e isso consigo ser exatamente o que eu gosto: ser mae contemporania, trabalhar e ainda curtir os filhos. Arranjo tempo ate pra fazer as decoracoes de aniversario deles, com uma pitada de loucura kkkkk
    Vc tambem poderia trabalhar em casa, fazer uns freelance, pois nao e sempre e quando vc precisar de mais tempo e concentracao vc chama alguem ou deixa ele em uma bercario. Ate vcs se acostumarem com a ideia, fora q entra uma graninha, q ate pode nao ser muita mais e melhor que nada kkkk
    Bjs
    Mari
    #amigacomenta

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    1. Mari... preciso urgentemente aprender a empreender. Sempre disse que amo mesmo ser empregada, ter 13o salário, férias e salário na conta todo mês. Mas já vi que não dá mais. Preciso fazer alguma coisa que eu mande em mim. Vou me inspirar em você. Obrigada por partilhar comigo. Beijinho

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  9. Olha, eu acredito que tudo tem um tempo certo para acontecer, e isso independe de idade da criança, profissão da mãe ou o que for. É mais uma coisa intuitiva, ou emocional. É você se sentir pronta e segura.
    Em 2012 foi o primeiro ano da Bia na creche, ela entrou com 2 anos e 4 meses, e todo esse tempo eu não trabalhei, na primeira semana de adaptação foi muito cruel principalmente para mim, e bem de cara apareceu uma oportunidade super bacana de emprego para mim e eu topei. Era em outra cidade e fiz um esquema com a minha tia, passava as 6 da manhã, deixava a bia com ela, ela levava na creche, buscava e eu só buscava a bia com ela quando eu chegava as 21 horas!
    Aguentei 3 meses, foram ótimos no quesito profissional, era muito bom ter um tempo pra mim, ver gente, fazer coisa de adulto, ter conversa de adulto e claro, financeiramente falando foi ótimo. Mas o fim para mim foi um dia que eu estava em outra cidade, quase em outro estado e minha tia me ligou, dizendo que a Beatriz estava passando muito mal na creche, que ela iria buscar e me ligava do pronto socorro. Imagina só, eu não podia voltar pra cidade e mesmo se voltasse não adiantaria porque não daria tempo, passei o dia todo muito mal. E no outro dia não fui mais!
    Beatriz continua na creche e agora eu trabalho em casa, não é a mesma remuneração, trabalho mais, mas o fato de estar " perto" dela compensa demais!!!!


    Beijos

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    1. Isa... acho que minha intuição concordou com meu destino. Ambos dizem que não é a hora. Fiquei com peninha de vcs nessa historia de emprego em outra cidade. Cruel mesmo hein? Puxa. Aguentou foi muito.
      Também sinto falta do mundo adulto e também procuro algo que eu possa fazer em casa. Fiquei muito tempo acomodada como empregada e não sei ser profissional liberal. Mas hei de aprender amiga. Hei de aprender. Beijo e obrigada por partilhar.

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  10. Oi Manu! Eu não saberia sair para trabalhar e voltar às tantas, muitas vezes sem ver minha pequena acordada e por isso optei pelo home office. A verdade é que a gente trabalha muito mais, mas estar presente nas pequenas coisas do dia a dia dela compensa o lado ruim de não ter um convívio de um ambiente de trabalho com outras pessoas, outros assuntos... Vc vai saber achar seu ponto de equilibrio, quem sabe não está aí nessa nova oportunidade?! E quanto à escolhinha a palavra é paciência, ele acabará se adaptando. Pense se vc não está passando a sua ansiedade para ele, esses pequeninos sentem isso a km. Boa sorte! bj
    Débora
    #amigacomenta
    @personalbebe

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    Respostas
    1. Menina... ele acabou se adaptando, mas aí tive de tirar da escolinha de vez. Agora quero fazer o que você me aconselha, mas não sei por onde começar. Vou atrás, preciso empreender. E vou conseguir. Obrigada por partilhar comigo. Beijo querida.

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Comenta aí que a mamãe fica faceira! E volte sempre, a casa é sua! :-) Ou me mande um e-mail: emanoellew@gmail.com

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