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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A família aumentou: bem-vindos Eduardo e Carolina!

Na última sexta-feira fui despertada às cinco da manhã com o telefone tocando e a notícia era maravilhosa. Meu sobrinho Eduardo estava dando sinais de que queria sair logo da barriguinha da mamãe dele e vir pro colo da tia! rerere. Levantei rápido, arrumei tudo, peguei meu filho e corri pra Castro, a tempo de ver meu irmão Robson pegar seu caçula pela primeira vez e levar pro quarto. 

Foi aquela emoção... A carinha mais meiga do mundo, aquele serzinho tão pequeno, tão frágil, enroladinho, dormindo. Pude acompanhar a primeira tentativa de mamar e registrar as primeiras fotinhas deste anjinho. Troquei a primeira fraldinha, ainda cheia de mecônio, e me derreti toda com os gemidinhos daquela pessoinha que estava acabando de se descobrir fora do útero. Mas as emoções daquele dia 22 de fevereiro não pararam por aí. 

Também naquela manhã chegou a este mundo a princezinha Carolina, filha de grandes amigos nossos. Voltei pra Ponta Grossa e pude ver de pertinho a carinha serena e a pele limpinha desta bonequinha.  É como se eu tivesse recebido dois sobrinhos num só dia, e sem serem gêmeos. Bem-vindos ao mundo meus queridos Eduardo e Carolina!
Eduardo Iank Wisnievski

O Dudu é  filho do meu irmão Robson e da comadre Raphinha - padrinhos do meu Joãozinho. Já a Carolzinha é a segunda filha do Edu e a Bianca, amigos desde a faculdade, portanto é como se fosse sobrinha também. Os dois resolveram passar pro lado de fora quase que ao mesmo tempo e foi maravilhoso poder vê-los pela primeira vez. Já estou morrendo de saudades.

Uma das melhores coisas da vida é ser tia. Alguém concorda? Já tenho a Isabella, de 11 anos, o Luiz Henrique, de sete, e o Mateuzinho, de dois aninhos. Mais o Dudu e meu João agora são cinco netinhos pra meus pais. E todos eles são lindos e deliciosos demais!
Carolina Martins Seidl

Linda também é a Carolina, assim como seu irmão Bernardo. Ela chegou com quase quatro quilos, a danadinha, perto das sete da manhã. Com a pele lisinha, parecia uma bebê de um mês, sem olheiras, sem carinha amassada. Fofa demais.

Já o Duduzinho nasceu com 3450 kg e medindo 45 cm, às 5 e pouco da madruga, um gordinho (perto do meu que teve menos de 3 kg) com o narizinho arrebitado igual ao da mamãe, tão fofo que deu vontade de trazer pra casa! Tive a oportunidade de dar o primeiro banho nele em casa. Revivi tantas emoções.

Aos dois anjinhos, desejo imensas alegrias, uma vida iluminada, cheia de gente de bem em volta para dar exemplo bom, com saúde de sobra, com curiosidade para ir longe, com muita, mas muitaaaaaa, felicidade! Que a missão designada a vocês nesta vida seja leve. A titia aqui quer estar sempre pronta a ajudar no que for possível. Aos papais, parabéns mais uma vez, meus queridos. Que Deus abençoe as famílias de vocês.

Beijoooooos

Robson, meu irmão, com o filho no colo pela primeira vez

Eu, obviamente, curtindo o sobrinho

Duduzinho
Carolzinha

Bianca e Carolina

Só faltou o Bernardo


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Não deu! Escolinha e trabalho: missão fracassada

E quem quer trabalhar fora se tem em casa uma coisa linda dessas?
Frustração. É uma parte do que sinto depois de ter encarado o medo de botar o bebê na escolinha e ver que mesmo assim ainda não posso voltar a trabalhar. Foram quatro dias no jornal Diário dos Campos, onde reencontrei o amor pela minha profissão, o prazer de ter uma ocupação para além do lar e descobri que minha carreira precisa ficar de lado por mais um tempo. Mas tem a parte boa da história... não preciso mais ficar longe do meu amor e sentir aquele aperto enorme no coração, uma saudade que doeu.

Tomei a decisão de não trabalhar ainda porque meus horários ficaram incompatíveis com os da escolinha. A princípio a proposta era pra eu fazer a página de economia das 13h30 às 18h30. Inicialmente teria de me virar para buscar o bebê às 17 e deixá-lo com a sogra, pensei, já que logo o pai dele vai assumir um novo trabalho aqui em Ponta Grossa e poderia buscar o Joãozinho na saída. Eu chegaria em casa no máximo as sete da noite. Beleza né?

Mas não deu certo. Primeiro porque houve mudanças no jornal e acabei ficando com a página policial, que eu, dramática e trágica como sou, adorei. rerere. Problema é que o horário também mudou e eu teria de fazer das 14h30 às 19h30. Só que não consegui sair antes das 21 horas nenhum dia. E João não podia ir buscar o bebê ainda. Quer mais? Simplesmente não tinha quem fosse pegar meu pequeno. E agora, José?

Já que mamãe não fez foto na escolinha...

Desde o início

Em novembro do ano passado comecei a juntar forças para voltar ao mercado de trabalho. Levantei as opções de escolinhas da cidade e decidi esperar mais um pouco, afinal ninguém merece recomeçar justamente quando o marido finalmente ia ter uns dias de folga pra ficar com a gente. Entrou janeiro, o ano novo, e com ele minha vontade de retomar a profissão. Como você sabe, eu trabalhava como assessora de comunicação na Prefeitura de Tibagi e saí em março do ano passado em licença-maternidade.

Nunca pensei que eu seria capaz de ficar um ano inteirinho sem trabalhar fora, mas nunca imaginei que iria desejar tanto passar esse tempo todo com uma pessoinha tão gostosinha também né? Depois de 13 anos trabalhando sem ter passado um dia sequer desempregada, em outubro, quando venceram minhas férias e licença, pedi exoneração e pela primeira vez me tornei oficialmente dona de casa. Tibagi fica a 100 quilômetros da minha nova casa. Ainda tive o 13º salário em novembro, por isso me mantive tranquila. Mas agora são três meses sem remuneração e as contas começaram a pesar pro papai aguentar sozinho.

Avaliei as oportunidades que me tinham aparecido até então e tomei a decisão: dia 13 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas, eu ressurgiria das cinzas no mundo profissional. Escolhi a escola de acordo com uma lista de critérios que compartilho num próximo post. Achei que tinha acertado. A mais ampla, com três acomodações distintas para recreação, alimentação e cuidado com os bebês, apenas sete alunos na turminha que tem três tias, onde tudo estava impecavelmente limpo no dia em que conheci. A mensalidade também não é das mais caras, a localização é ótima, tem vaga para estacionar e Joãozinho se jogou no colo da tia Emilly e foi brincar no tatame já de cara. Pensei que seria fácil...


A não-adaptação à escolinha

A realidade é que não conseguimos passar da fase de adaptação. Ainda. Levei Joãozinho duas vezes na semana anterior ao Carnaval. Na primeira ele chorou muito e tive de levá-lo embora 40 minutos depois. No segundo dia fiquei no pátio roendo as unhas e arrumando defeito pra tudo. Vi abelhas, achei que as outras crianças fazem muito barulho no horário do recreio (como não?), tinha sujeira no pátio e todos, eu disse todooooooos, os bebês do berçário resolveram chorar ao mesmo tempo e sem cessar. Inclusive João Augusto. Chorou muito e a tia, com a maior paciência do mundo, tentou de tudo. Pouco tempo depois voltei pra casa desolada.

Quanto a deixar com a avó, vários motivos me fazem preferir a escolinha, mas citá-los aqui já causou uma interpretação errada. Como diria dona Copélia, "prefiro não comentar", rererere.

Primeira semana de trabalho


Eu já tinha aceitado a proposta de trabalho e precisava enfrentar. Avisei no jornal que eu faria uma experiência naquela semana, como freela, e se desse certo entregaria a carteira para assinar. Optei, então, por deixar meu bebê na casa da avó no primeiro dia, já que ainda era feriado.

Saí de lá às 14 horas e só o encontrei às 9 da noite, dormindo. Fiquei arrasada de não ver meu príncipe acordado naquele dia. Senti uma saudade enorme, uma vontade de voltar pra casa, um cansaço imenso, mas estava animada por voltar a trabalhar e super ocupada, correndo o dia todo para dar conta de boletins de ocorrência acumulados do feriadão. Sobrevivemos, não sem ferimentos, mas saímos vivos dessa prova de fogo.

No segundo dia, levei pra escolinha (saí chorando de lá, claro) meia hora antes para poder sair no meio do serviço e levá-lo até a casa da vovó. Seria um bálsamo no meio do dia. Mas só encontrei meu filho, novamente, às 21 horas. Ele veio engatinhando rápido, sorrindo, até a porta e me encheu de alegria. Já o papai estava convencido a tirar o bebê da escola para deixar com a avó. Não nos entendemos em relação a isso e ficou um climão entre a gente pelos próximos dias.

Avisei na sexta-feira no jornal que cumpriria o free lancer até sábado e não iria mais a partir da próxima semana. Fiquei triste por isso, afinal, já começava a me apegar aos novos colegas de trabalho e à rotina maluca de uma redação, que me enche de adrenalina e me faz sentir viva como profissional. Faz um tempinho que sou mãe, dona de casa, uma mulher de fibra que enfrenta essa aventura toda, mas sentia falta da coisa do trabalho. Fiquei frustrada por ter de abandonar o projeto. Mas curti meus dois últimos dias lá.

Sábado ele ficou com o papai em casa e eu ainda pude trabalhar numa pauta chocante (infelizmente) que virou capa de domingo - minha despedida foi com matéria sobre um duplo homicídio e um bebê de três meses atingido por bala perdida no meio da confusão. Sim, foi uma pauta que me engasgou a garganta. Também me deu um nó ter de dizer tchau praquela turma bacana que conheci e pras amigas que reencontrei lá. Fica a boa impressão de um ambiente de trabalho gostoso, de pessoas colaborativas, de profissionais competentes. Um dia eu volto, pra ficar, se Deus quiser!

Mas e eu, mamãe?
Como vai ser agora

A garganta ainda está engasgada com a sensação de retrocesso sabe? Eu tinha dado um passo importante e tive de voltar. Mas tenho a plena convicção de que Deus está no controle de tudo e sabe o que é melhor para nós. Estou em casa, de novo, agora sem diarista porque gastei horrores com a escolinha e o que vou ganhar pelos quatro dias só cobre o valor da mensalidade.

Eu ainda acredito que Joãozinho vai acabar se adaptando à escolinha e que é normal ele estranhar o novo ambiente nos primeiros dias. Achei a tia Emilly uma amada e confio nela. Sabe o que ela fez para me tranquilizar no dia em que fui trabalhar? Me mandava mensagens do próprio celular, gastando seu próprio crédito, para dizer como ele estava. Que amor né?

Por isso pretendo continuar levando ele, aos poucos, para aprender a gostar de lá. E tem mais. Já recebi outra propostinha super legal de freela, mas este com carga horária bem menor. Seriam algumas materinhas para uma rede de televisão em horários que posso agendar. Tomara que dê certo. Se ganhar o suficiente para manter meu pimpolho na escola, já ajuda bastante. E é mais um desafio né? TV não é minha praia, mas a gente aprende a nadar quando a água bate na poupança, né mesmo?


Dona de casa de vez!

No meio disso tudo ainda me decepcionei com minha auxiliar aqui de casa. A Scheila, que há oito meses trabalhava comigo como diarista, já tinha aceitado ser minha empregada doméstica de todos os dias, mas no dia em que pedi sua carteira resolveu me deixar. Ela "ficou dividida" entre mim e minha vizinha que ofereceu trabalho dois dias da semana para ela. Bad!

No fim, foi bom mesmo porque agora quem cuida sozinha da comida, da roupa e da limpeza desta casa sou eu! Assim gasto menos. E quer saber? Hoje já fiz faxinão e até lavei o carro (R$ 35 a menos no lava car) kkkk. Não estranhe se eu começar a cortar a grama também. rarara.

Eu quero a câmera!

Como está meu amor

Passei para registrar minha tentativa fracassada de voltar ao trabalho e das experiências não tão boas do neném na escolinha, mas preciso contar que Joãozinho está mais lindo do que nunca (acha que eu falaria outra coisa dele? rere). Ele tá muito ágil agora, super rápido, toma as coisas da mão da gente numa destreza que é uma fofura. Engatinha de ré na cama e no sofá até conseguir descer no chão, bem rapidinho, bem ninja.

Ele está soltando o verbo, falando mil palavrinhas inventadas e adora dizer "babau" nos últimos dias. Continua aficionado pelo Home da sala, aperta para ejetar o DVD e fica todo feliz arrastando as mídias pelo chão. Não deixa a gente tirar foto de perto porque quer pegar a câmera. Tá bem mais interativo agora. Responde com as mímicas que sabe fazer a toda provocação e faz uma birra terrível por qualquer coisa. Se larga a chorar em alto tom se fica sozinho por um segundo. Detesta a solidão.

Depois da distância nesses dias, ele ficou ainda mais grude da mamãe. Minha gente, ele se agarra à minha perna e chega a me tirar a roupa de tanto puxar. Só quer colo ou, no mínimo, ficar ao meu lado o tempo todo. Inclusive a noite toda. Não quer mais saber de berço. rarara. E pra falar a verdade, eu também vinha com tanta saudade que queria passar a noite toda agarradinha a ele.

Tá mais manhoso e chorão também, mas isso há de passar. Tem dois caninos chegando por aí e isso também faz com que coma irregularmente. Tem dias que vai que uma beleza. Tem dias que não come quase nada. Tô aprendendo a ter mais paciência e parar de tentar forçar que coma.

No mais, só alegria! Fomos a Tibagi no Carnaval e passamos por Castro no aniversário da vovó Raquel. Hoje é do meu sobrinho fofo, Luiz Henrique. Vivaaaa eles! Ah, e meu sobrinho Eduardo, irmão do Luiz Henrique, está para nascer a qualquer instante e estou super ansiosa pra ver a carinha dele.

Bola pra frente que atrás vem gente! Agora me conte de você. Conseguiu voltar a trabalhar de primeira?

Beijinhos e até logo mais.

Feliz Aniversário vovó Raquel

Tio Zeco

Com o priminho Mateus no carro velho do vovô Valdemar

Com a priminha Isabella

Mateuzinho assopra a vela sempre! rere 

P.S.: Este post foi modificado em 28/02 para atender pedidos.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Conselhos de João Augusto

Desde que nasceu, quase todo dia eu filmo meu bebê por um minuto no celular. Envio os vídeos pro papai, que está lá em Curitiba trabalhando e não pode acompanhar tudo de pertinho, como gostaríamos. Alguns dos vídeos mando também para os parentes mais próximos e alguns amigos. É uma forma de fazer com que as pessoas que amo façam parte do desenvolvimento do Joãozinho, mesmo a distância.

Aí, criei o hábito de todo mês editar estes videozinhos num só, mais curto, um resuminho, e postar no Youtube. Nem sempre dá tempo, porque não sou especialista nestas edições e nem tenho softwares adequados pra isso, e deixei de fazer os compactos dos meses três e quatro, acho.

Pra não passar batido de novo, corri fazer o do mês de dezembro, que já estava atrasado, e ainda falta o de janeiro. Desta vez, as atividades do meu pequeno que estava ainda aprendendo a engatinhar, aos oito meses, viraram um clipe com os Conselho de Joãozinho. rarara. É claro que é super caseirinho, uso o Movie Maker mesmo e nem tenho habilidade pra este tipo de edição. Falando nisso, alguém aí tem alguma dica de programa gratuito pra esse tipo de trabalho e que seja bom? Aceito.

Agora vamos ver o que nos aconselha este meu pimpolho? :-)

Beijinhos


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

10 meses: um furacão chamado João

Sou o "terror" da mã-mã-mã

Nos Estados Unidos cada furacão que passa recebe o nome de uma mulher, a exemplo dos famosos Katrina e Sandy que causaram grandes estragos. Aqui em casa, o furacão tem nome de menino e também provoca uma devastação por onde passa. Ele se chama João Augusto e invade cada cômodo da minha casa todos os dias com uma tal força que quase nada fica do jeito que estava.

Agora é assim, Joãozinho tira absolutamente tudo do lugar, abre as portas e gavetas e joga pra fora, o que alcança puxa, o que pega estica, amassa, aperta e bate no chão para ouvir o barulho que faz. Antes que quebrasse muita coisa, gerando risco pra si mesmo, tratei de tirar objetos de vidro e outros mais pesados dos móveis que ele consegue acessar. Deixei no lugar apenas potes e embalagens plásticas.

E ele mostra o dedinho como quem diz "não-não"
Acho lindas aquelas criancinhas que desde cedo obedecem quando a mamãe diz "aí nããão". Aqui tentei isso desde sempre e meu furacãozinho até entende, mas faz questão de mexer no proibido e ainda olhar pra minha cara com jeitinho sapeca me desafiando e mexendo o dedinho indicador, imitando o gesto proibitivo.

Tem horas que não me aguento e até solto uma risadinha escondida. Mas no geral tento impor os limites com uma negativa firme, tiro ele de perto do alvo cobiçado e mostro quem manda. No fim, todos sabemos que é ele quem manda (pelo menos tenta persistentemente se governar) e volta pro seu brinquedo proibido. kkkk.
  
Ama o telefone acima de todas as coisas

Há dias em que quase me descabelo. Saio de perto dele e vou dar umas bufadas no quarto, para liberar a irritação e voltar animadinha. rarara. Mas quase sempre fico toda orgulhosa em ver que meu bebê está crescendo e ficando muito espertão, desenvolvendo sua personalidade e mostrando que é teimosinho, até meio birrento. Experimente tirar o telefone da mão dele quando ele finalmente consegue surrupiá-lo de mim! Estica os bracinhos e grita muito bravo, até chora dependendo da ocasião.

Estas e outras muitas peripécias já fazem parte do nosso dia a dia agora que ele completou dez meses! Gente, são mais de 300 dias na companhia deste mini-homenzinho e nesse tempo ele se transformou taaaanto. Como pode a natureza ser tão forte né? A cada noite meu bebê aumenta alguns milímetros e engorda uns graminhas, suas conexões neurais estão a toda e muitos aprendizados surgem a cada dia.

De tão empolgado com as novidades que aprende, custa a dormir porque quer experimentar tudo o tempo todo e não se contenta em ficar aqui dentro de casa. Precisamos passear pelo jardim todo dia. Ah, e não para na cama comigo. Vira de bruços com as perninhas apontando pra fora e vai se empurrando até encontrar o chão. Faz isso super rápido e preciso me virar pra apoiar suas costinhas e não deixar que caia. Ele quer é se virar sozinho.

Aprendeu a engatinhar de quatro, inclusive levando algum brinquedo na mão e só rasteja quando quer ir mais rápido. Está especialista em levantar, agachar e sentar. Agarra-se a tudo e anda apoiado aos móveis. Enquanto come no cadeirão, precisa sempre de um brinquedinho à mão para jogar no chão mil vezes e ver a mãe catar. Já sabe pedir as coisas apontando pra elas e choramingando. Bem que podia simplesmente dizer "dá-dá" né? rerere. Diz dá-dá o tempo todo, misturando sempre outras sílabas, mas sem significado conhecido. Também diz "tau-tau" abanando a mãozinha para se despedir.

Ele agora é capaz de imitar nossas ações e faz muitas gracinhas. A exemplo da coreografia da música do pintinho amarelinho. Quando digo "cabe aqui na minha mão" ele aponta o dedinho pra palma da mãozinha. Coisa mais fofuxa deste mundo!

Os grampos sempre me ajudam na hora de lavar a roupa

E ontem ele me observou enquanto escovei meus cabelos, em seguida pegou minha escova e, olhando para o espelho, passava na sua cabecinha quase sem cabelinhos como se tivesse penteando longas madeixas. Não é de babar de orgulho?

Ele imita a sonoridade da nossa voz. Quando falamos mais alto, ele fala também. Quando brincamos baixinho, ele cochicha. Adora quando assopro na sua nuca e esfrega a cabecinha no meu rosto, pedindo chamego. Acho que vai ser do tipo pegajoso, amoroso sabe?

Lembro de uma aula de Psicologia da Comunicação na faculdade que definia os tipos de personalidades de acordo com a forma como as pessoas se comunicam. Há as visuais que compreendem melhor o mundo a partir do que veem, como as que decoram a matéria pela página do caderno e lembram daquela imagem na hora da prova. As auditivas são as que têm facilidade, por exemplo, para reconhecer as pessoas pela sua voz e desenvolvem uma melhor memória auditiva. Já as cinestésicas, e acho que este vai ser o talento do meu João, aprendem a conhecer o mundo pelo contato físico, pelo tato, pelo movimento. Sabe aquela pessoa que não consegue conversar com você sem te tocar? Então, são cinestésicas. Ainda é cedo para afirmar, mas tenho a impressão de que meu filho é desses.

Agora são quatro dentes

Mais dentinhos

A novidade deste mês é que nasceram outros dois dentinhos, os superiores incisivos. E isso foi motivo pra muita chateação pra "mã-mã-mã" aqui. Há duas semanas que ele rejeita as refeições, come muito pouco, ficou manhoso, quer mamar no peito o tempo todo, vive pendurado em minhas pernas e ficou com o soninho confuso.

Acho que aqueles dentões estão incomodando pra valer. A solução foi oferecer frutinhas mais geladinhas e triturar todas as papinhas para que não precise mastigar. Mas ontem já vi que está melhor. Dei-lhe um pedaço de carne assada para manusear e ele passou um tempão mordendo e chupando aquilo. Adora carne e puxou isso do pai dele, com certeza. Até agora não experimentou leite de vaca nem de fórmula, também não conhece mamadeira. E eu que achava que não existia bebê sem mamadeira? Tô aprendendo muito.

Brincando ao lado dos priminhos: ele adora crianças.

Brincar lá fora é o mais legal, principalmente se a amiguinha Diovana tiver por perto
Ambiente seguro

Com toda essa energia, meu furacão-João representa risco constante e por isso preciso ficar em cima o tempo todo. Só passo por aqui quando ele está dormindo em seu bercinho que já está com as grades láááá embaixo (haja dor nas minhas costas). Além de retirar as coisas cortantes, vidros e objetos pequenos das gavetas que ele consegue abrir, também tirei quase tudo da estante da sala e coloquei tampas em todas as tomadas. Para as portas não fecharem com o vento coloquei pesos e outra dica é amarrar uma toalha no trinco, de um lado a outro, para não fechar.

Para tomar banho, deixo ele brincando com potinhos (ele não quer saber dos seus próprios brinquedos) ao lado da pia e fico atenta. Ergo a lixeira, o papel higiênico e todos os produtos que possam vazar das embalagens. Mas agora ele aprendeu a abrir a porta do box e fica o tempo todo tentando entrar no banho comigo. kkkk. Vou ter de mudar de estratégia.


O furacão passou por aqui

Como acidentes domésticos são a maior causa de traumas e mortes em criancinhas, acho importante estarmos atentas, por isso recomendo que todas as mamães assistam ao programa Bem Estar que passou num dia de janeiro (não lembro e não aparece no site), mas que está no link abaixo:

Bem Estar: Quedas, queimaduras e atropelamentos são os acidentes com crianças mais comuns

O ponto alto do programa foi quando o apresentador Fernando quebrou um andador a marretadas com a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, que condena o uso do equipamento. Outro destaque é a participação de um bebezinho muuuuuito fofo, o Michel, que ficou o tempo todo agitando nos cenários do Bem Estar e foi tirar onda até com a Sandra Annenberg nos estúdios do Jornal Hoje. Uma graça. 

Todo cuidado é pouco: daqui já virou duas vezes

Dodói 
João cortou a boca

Mesmo tomando todos esses cuidados, meu bebê volta e meia se machuca de leve. Da motoca que ganhou no Natal, já caiu duas vezes, felizmente sem gravidade. Mas aquilo vira fácil, então é bom ficar segurando o tempo todo.

Já na semana passada, deixei ele com a Scheila para ir ao Taekwondo, por uma horinha, e voltei às pressas com o telefonema desesperado dela. Ele machucou o lábio, fez uma bolsa de sangue e isso também colaborou pra que não quisesse mais comer. Ela diz que foi com uma latinha de bala, que ele estava brincando e quando viu ele já tinha se cortado. Por que ela deixou ele brincar com a latinha? Onde estava? Não sei. Mas provavelmente o fato de ter trazido seu filho de sete anos para brincar com ele deve tê-la distraído. Não tive tempo de conversar direito com ela sobre isso, tamanho era seu desespero. Quase desmaiou porque não pode ver sangue. 

Depois disso resolvi parar de treinar :-( e dispensar a Scheila como babá. Ela continua me auxiliando em casa, mas achei que ela ficou nervosa demais e não daria conta se fosse algo realmente sério. De todo modo a rotina vai mudar por conta da minha volta ao trabalho, então já ia parar com a academia mesmo. 

O cortinho sarou em dois dias, mas ainda não tenho certeza de como foi o acidente. Ah, pra quem gosta de coincidências... a marca da balinha é Kiss! E na hora em que notei isso, na TV passava mais uma das incansáveis reportagens sobre o incêndio que matou 238 pessoas na boate Kiss de Santa Maria. O que isso quer dizer? Nada. auhauah. 

Consulta

Na semana tivemos a consulta mensal do bebê com a pediatra e fiquei meio aborrecida por ver que meu pimpolho quase não engordou neste mês. Foram menos de 300 g e pra quem estava acostumada a ver a balança marcar sempre quase um quilo a mais, foi frustrante. Mas aí a doutora explicou que os bebês crescem 30 g por dia no primeiro trimestre e a esta altura o recomendado é 10 g por dia. Ou seja, João cresceu dentro do esperado. "E ele tem reservas, não precisa se preocupar. Quando começar a andar, pode até perder peso", salientou a médica. 

Agora ele está com 10.205 kg e 75 cm de estatura, o que, de acordo com a pediatra, é tamanho de criança com um ano e um mês. Portanto, nada de socar comida na criança, Manu!

Sobre isso ainda, vale ressaltar o que diz o baby center sobre as greves de fome dos nossos filhos:
"E não se desespere se um belo dia seu filho resolver fazer "greve" de comida. As crianças não se alimentam de maneira uniforme. Um dia comem bastante, outro dia não comem quase nada. Na hora da greve, procure não demonstrar muita ansiedade e não insista demais. Resista à tentação de fazer aviãozinho, chantagem, teatrinho etc. A criança provavelmente vai compensar aquele dia e sua saúde não vai ficar prejudicada."

Ama brincar de cavalinho. Aqui com a vovó Raquel
Volto logo

Bem amigos da rede Manu de blogs... Por hoje já falei tanto que até cansa de ler né? Mas preciso aproveitar as oportunidades de estar aqui, afinal daqui a pouco ele acorda e vem desligar o computador ou bater no teclado. kkkk. Tô devendo os videozinhos dos meses 8 e 9 ainda e os relatos sobre minha volta ao trabalho, na semana que vem, e a escolha da escolinha em que já está matriculado. Ah, e ainda tem a festinha de um ano toda programada já. É muita novidade pra pouco tempo. rarara. Então até loguinho.

Agora conta aí... Já teve um furacãozinho desses em casa? Algum truque para ajudá-lo nesse período? E volte sempre. Beijoooo!

Mamãe não pode sentar aqui, porque o brinquedo é meu!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Agito e loucurada: o comportamento de Joãozinho pelos bailes da vida

No baile de formatura do papai
Dezembro de 2012, janeiro de 2013: meses que passaram voando na minha vida, mas que deixaram lindas e importantes recordações. Apesar de não ter me sobrado tempo para estar aqui compartilhando tanta aventura, não posso deixar de registrar que nosso verão tem sido super agitado com muitas viagens e eventos. É sobre essas ocasiões que falo hoje. Em alguns, Joãozinho foi um lord. Em outros, eu queria sumir!

Não vou negar que tem horas que dá uma saudaaaaaade de quando bastava um banho e mais meia hora para estar pronta para a balada e dela só voltava quando a banda parava de tocar. Hoje a coisa é bem diferente e a programação para uma festa é grande, começa bem mais cedo. Ah, e a festa geralmente termina pra nós quando está ficando boa.

Neste tempo todo estivemos em churrasco de confraternização do trabalho do pai dele; apresentação de canto da Duda, priminha; festas de Natal e Ano Novo; um casamento; na praia e até na formatura do João. Foram dias de muito corre-corre, de soninho afetado, de lamentar que todos os meses desenvolvendo rotina tenham ido por água abaixo... rerere.

RO-TI-NA! Eu detestava essa palavra que antes tinha um significado enfadonho pra mim. Agora ela virou minha obsessão, vivo a persegui-la na tentativa de ter um pouco de tempo pra mim também. O dia que você tiver um bebê em casa vai me entender. Se já tem, sabe do que estou falando.

Quando Joãozinho comia, dormia, brincava e tomava banho nos mesmos horários todos os dias, eu podia até me programar para tomar o meu banho com mais calma ou para sentar aqui e deixar algumas palavras registradas. Depois do fuzuê da festarada, cada dia é uma surpresa e tem horas que me sinto muito, mas muito cansada disso tudo. Já cheguei a ficar irritada de verdade, a ponto de pedir pra sair. Quem nunca? Daí eu olho praquela carinha sapeca e sorridente e me encho de ânimo para tirá-lo de perto do home theater, ou de dentro do box do banheiro. E fico até me sentindo culpada por não ter tanto fôlego quando gostaria. kkkk

Na festinha de final de ano do trabalho do papai tinha espaço pra criança. Oba!

Vamos então às festas e viagens:

Foram várias viagens a Curitiba, a Castro e a Tibagi neste período e nosso pequeno às vezes dorme o tempo todo, às vezes faz muita manha e quer vir pro colo, chora muito e resiste a todas as tentativas de brincadeira que faço lá no banco de trás. Andar na frente virou coisa rara pra mim.

A pior viagem foi uma de Tibagi a Ponta Grossa, que embora de apenas 100 km durou umas cinco horas por conta de uns percalços (esquecer as coisas e voltar do meio do caminho, dar uma passadinha não sei onde e assim por diante). Ele reinou o tempo todinho e me deixou desolada. Sabe quando a gente fica tão esgotada que não tem ânimo nem pra reclamar? Cheguei em casa e chorei, chorei, chorei... até o ânimo voltar pra dar banho e continuar a missão. Uahuahau.

Mas para a praia, nosso anjinho foi um exemplo de menino. Foram nove horas de estrada, com paradas estratégicas para almoçar, papinhas e trocas, além de uma esticada nas pernocas. Foi tudo super programado e mesmo com congestionamento deu certo: papinhas doces para emergências dentro do carro, as salgadas descongelando no caminho e esquentadas nos restaurantes, o DVD portátil rodando a Galinha Pintadinha Ad Nauseum, água no potinho que ele mais gosta, muitos brinquedinhos na mão e até umas bolachinhas de maisena pra ele roer de vez em quando. Funcionou ida e volta.

A aventura na praia merece um post a parte, minha gente. Volto, se Deus quiser.

Dudinha se apresentando lindamente, como sempre

No Teatro

Fomos ao Cine-Teatro Ópera ver a priminha Duda se apresentar com o grupo da aula de canto. Pense numa pessoa arrependida! Eu! Arrependida por ter ido de salto alto (às vezes bate uma vontade de ser bonita), por ter sentado lá no meio achando que o tempo ruim já passou e que agora Joãozinho pode participar de um evento, arrependida por ter colocado um colar grande, arrependida de ter ido enfim! rarara

Estava com sono e ao invés de dormir, a cada aplauso o menino berrava e se esticava todo. E como manda a lei de Murphy, da turma de 25 alunos, Dudinha era a 24ª a se apresentar! kkkk. Lá fomos eu e o João pra escadaria, subir e descer, sair e entrar pela porta dos fundos a cada apresentação. Nos aplausos íamos para fora. Nas apresentações, tentávamos assistir, sentados nos degraus. No final, graças a Deus, meu sogro foi dar uma força e ficou com ele do lado de fora um tempinho. Resumo da ópera: voltamos cansados demais, com calo no pé e fazendo promessas de nunca mais ir a um lugar desses. Como se fôssemos cumprir alguma promessa... kkk

Papai formando em Direito

Antes de começar

Durante a colação, brincando com o celular  lá no fundão

Na colação e no baile

Não levou um mês e lá estávamos nós de novo, só que agora num teatro maior, o Marista, com muito mais barulho, na formatura do papai. Vocês lembram da saga que foi acompanhar as três noites de formatura da minha cunhada quando ele tinha três meses né? Desta vez as coisas foram diferentes, tivemos uma aliada: a experiência!

E ela contou muito. Calejada da vida (ó o drama), lembrei das lições aprendidas e fiz planos dos meus dias de evento em função das solenidades. Chegamos adiantados para a foto oficial, procurei o último lugar da última fileira de cadeiras e lá fiz campana. Afinal, ano passado a coisa ficou feia quando resolvi sentar na frente da mesa de autoridades e quase dentro da caixa de som.

Alguns parentes ficaram por ali também e foi a melhor coisa. O som lá no fundão é bem mais abafado, as cornetas não incomodam tanto, fiquei pertinho das portas e ainda sobrou um bom espaço pra ele brincar no chão ali atrás. Deu tudo certo.

Joãozinho ficou o tempo todo engatinhando pelo corredor e brincando com meu celular. Desta vez não se importou tanto com os aplausos até porque eu tinha feito ele dormir antes de irmos para só ter sono mais tarde da noite. Saímos de lá e ainda fomos a um restaurante comemorar enquanto nosso príncipe dormiu no bebê conforto.

Ele dormiu no carrinho durante a missa
Segunda noite: missa! Nem deu trabalho porque agora já está acostumado a ir comigo sempre à missa.


Dançando com a mamãe
Disfarçado no baile

Terceira noite: baile! Aí você pensa... no bailão o bicho pegou! Que nada menina... Foi no baile que ele me fez a maior surpresa boa. Chegou dormindo e assim permaneceu até as duas da madrugada. Aí acordou e foi dançar comigo, depois voltou a dormir e só chegamos em casa às seis da manhã!

A enfermeira do plantão e tia Scheila, a babá, cuidando de Joãozinho durante o baile
Mas aí tem truque. Primeiro: solicitamos a última mesa e por sorte tivemos bastante espaço ali. Segundo: a babá foi junto. Terceiro: babá e bebê ficaram no andar de baixo, na enfermaria, loooonge da muvuca. Só subiu pro baile quando acordou. A Scheila foi ótima nessa noite e cuidou super bem do nosso pequeno, que dormiu de novo no embalo do carrinho com (adivinha quem?) o DVD da Galinha cocoricando na cabecinha dele. Valquíria deu uma mão e eu voltei com as panturrilhas malhadas de tanto que subi e desci aquelas escadas para dar uma olhadinha nele a cada quinze minutos. Perfeito!

O vestido emprestado que Joãozinho batizou

Um vestido vomitado

E teve o casamento dos primos Sidney e Luciane, em Curitiba. Como já vinha gastando as tampas com a formatura do marido, resolvi economizar e aceitei a oferta de empréstimo de um vestido lindíssimo da amiga Leilane. Ela é um amor! Obrigada mesmo querida. Só que eu sou neura e quando empresto alguma coisa, cuido mais que se fosse minha e devolvo rapidinho. Morro de medo de estragar. Mas já falei que sou perseguida pelas leis de Murphy né? Então...

Lá fui eu linda e formosa com o vestido da Leilane pro casório, a desfilar pelo clube. Já passava das dez da noite, Joãozinho já tinha resistido ao culto, à viagem e estava até de bom humor, jantado (pedi pro pessoal do cerimonial esquentar a papa), quando resolvi dar aquele mamazinho do soninho. Fui ao fraldário fazer isso, afinal o vestido era mula-manca e eu não queria ficar seminua na frente de todo mundo.

Ele mamou, mamou, mamou, parou, olhou pra mim com o olho parado, achei que queria arrotar, levantei-o e recebi o maior jato de vômito já lançado por um bebê em toda a história da humanidade. Sim, pois meu Joãozinho nunca foi de vomitar, nem babar o menino baba, aí guardou tudo para esta ocasião especial. Um litro e meio (!) de leite materno visguento no meu cabelo e de cima a baixo em toda a lateral direita do vestido!!!  

Quis morrer, mas não podia sem antes limpar a sujeira toda. Enquanto isso, os noivos eram recebidos em festa no salão e por mais que eu acenasse da porta do fraldário, ninguém na mesa olhava pra mim. Deixei Joãozinho choramingando no chão enquanto tentei lavar o cabelo na torneira da pia e tirar um pouco do azedume dos ombros com lenço umedecido.

Esqueci de dizer: ele arrebentou este colar
Lá pelas tantas minha sogra viu meu desespero e veio em meu auxílio. Vieram também as moças do cerimonial que procuraram por um secador e nada, um ventilador e nada, um pente e nada... Minha escova estava no carro que ficou loooonge demais pro marido se prontificar a buscar. Fiz o que deu, esperei a galera ir servir o jantar e disfarçadamente dirigi-me à mesa de onde não arredei o pé até a hora do tchau. Ah, Joãozinho não dormiu nessa noite. Só depois que pegamos a estrada, antes mesmo do baile começar. O mais hilário foi na hora de tirar a foto com a noiva. João acha que ela sentiu meu cheirinho de leite azedo, mas disfarçou.

Para completar, eu já estava preocupada em lavar o vestido antes de devolver, pensando "tomara que não tenha manchado", quando descobri três furinhos na saia e fiquei pra morrer de novo. Como entregar a roupa agora? Quase não apareciam os furinhos, mas puxa vida...

O cheiro foi fácil, lavei com o maior cuidado e deixei com odor de amaciante. Mas e os furos? Dei uns pontinhos e levei pra entregar, com dor no coração, disposta a pagar pelo vestido e devendo mil desculpas. Estava agoniada demais da conta, jurando que nunca mais na vida emprestaria roupa de ninguém, lamuriando uns "ô vida, ô azar" até descobrir que os furinhos já estavam lá antes da Leilane me emprestar. Uahauhuahua. Sofri à toa, graaaaaças ao bom Deus. Ufa!

Natal em Castro: tudo belezinha
Refrescando com o papai

Refrescando com o primo
Foguetório

No Natal foi tudo tranquilo pro Joãozinho porque ficamos na casa da minha mãe em Castro. Por mais barulheira da parentiada fazendo churrasco, ele dormia bem porque meu quarto continua lá e fica longe do auê. Ele nadou na piscininha dele e na piscinona do tio, brincou muito com os priminhos e foi paparicado pelos tios e avó.

No feriadão de Ano Novo fomos a Tibagi nos avós do João e ele amou nadar no rio. Valquíria então me saiu uma excelente babá e pude descansar um pouquinho. O único momento de chororô foi realmente o da virada, porque até eu tenho vontade de chorar com aquele foguetório todo. No fundo, tenho medo. Coloquei algodão nos ouvidos dele, mas arrancava. Estranhou bastante, se agarrava a mim e dormiu assustadinho, grudado no meu peito. No mais, só alegria.

Na hora do show pirotécnico... belo jeito d  e começar 2013

Prontinhos pro ano novo


Bagagem

Vai viajar e quer saber como arrumar as malas? Não me pergunte como! Uahuahau. Eu levei tanta, mas tanta coisa nessas viagens que o carro ia socado. Isso que tem um porta-malas enorme. João pai também é super exagerado e levou até a caixa de som da sobrinha, que é gigante, além do violão. Juro que desejei ter um caminhão. Pensei até numa daquelas carretinhas de engatar no carro. kkkkkkkkk. É verdade que não usamos um quinto de tudo o que carregamos.


Bem, estes foram alguns dos nossos momentos das férias animadas com Joãozinho, que estão chegando ao fim. Ele agora está matriculado numa escolinha e semana que vem euzinha aqui volto a trabalhar. Isso é novidade demais para este post, por isso pretendo voltar, se meu filhote deixar, em breve para contar tudo.


Vídeo

A indicação de vídeo de hoje veio da Kary Heidemann, mãe de um João que regula de idade com o meu. Achei lindo e compartilho. O que você gostaria de saber antes de seu filho nascer?



E você, viajou neste verão? Passou sufoco com as crianças? Conte-me de suas experiências e fique à vontade pra pagar da minha cara. kkkk. Um beijo especial e até loguinho. Ficam as fotos do período!

Manu

Nas compras de Natal

O presente da Dinda

Com os padrinhos

Tirando o time do papai... é uma coisa linda né?

Bolinhas de sabão com a vovó

Dias de calor


Novo enfeitinho da estante da bisa

Banho no rio Tibagi com a vó e Valquíria


Pôr-do-sol em Tibagi

Voltando do rio, de

Avós e tias na formatura do papai

Taí o diploma


Baile de formatura

Mamãe toda trabalhada na miçanga, kkkk
No casamento com a famiage

O vestido antes do desastre
Os noivos



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