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sexta-feira, 29 de março de 2013

Nossa segunda Páscoa em Família

Direto na fonte, né?
Sexta-feira Santa e cá estamos nós em nossa segunda experiência como família na época da Páscoa. No ano passado, Joãozinho nasceu justamente na segunda-feira da Semana Santa e neste dia já estava em casa belo e formoso dormindo e mamando sem parar, feito um anjinho. 

Nosso anjinho cresceu tanto nesse tempo, mas ainda não pode comer chocolate porque mamãe não deixa, rara. Mas desde já, pode começar a se acostumar com o verdadeiro sentido desta data, que passa longe dos ovos de cacau e açúcar que gritam aos olhos de nossas crianças (e da gente né?) nos supermercados.

Por isso a indicação que deixo aqui, para que meu filho possa assistir e entender quando tiver idade, é deste filminho maravilhoso que chegou para mim pelo face, através da vovó. Numa linguagem doce, lúdica e que nos faz suspirar, estes pequenos anjinhos narram e representam a história da entrega de Jesus para defender os ideais que apresentava naquela época, quando pouca gente ainda estava pronta para recebê-los. Este homem mudou a história da humanidade, deixou tantos bons exemplos e é preciso lembrar dele no dia em que celebramos, especialmente, sua vitória contra o medo, a maldade das pessoas, a incredulidade, a morte...

Com vocês: A História da Páscoa





O filme é projeto de Voa Flor com a Comunidade do Redentor de Curitiba. Baseada na melhor história real. A divulgação deste vídeo é livre e autorizada desde que não seja alterado e não seja usado para fins comerciais.

Fonte: Voa Flor
https://www.youtube.com/watch?v=JcvnU1w-xnkhttp://www.facebook.com/voaflor?fref=ts
http://vimeo.com/voaflor

Feliz Páscoaaaaa!!!!

Beijos

Manu

segunda-feira, 25 de março de 2013

Vídeo: Só 10 meses e todo independente

Olha o compacto de Joãozinho com 10 meses, todo independente e muito danadinho. São as imagens de fevereiro, para quem quiser três minutinhos de relax hoje! :-) 


Beijoooooos!

Manu

domingo, 24 de março de 2013

Personalidade: Joãozinho é tagarela e não dorme a noite toda!

Vamos bater um papo?

Daqui a nove dias meu príncipe completa um aninho e apesar de já ter tamanho, força e idade pra andar, ainda está aprendendo a se equilibrar em pé sem apoio, passando de uma cadeira pra outra com passinhos bambos. Mas quando o assunto é neném falando, Joãozinho tá é muito tagarela. Ele já tem umas seis palavrinhas com significado que reconhecemos em seu vocabulário e umas quatrocentas-e-cinquenta-e-oito que não conheço, mas que pra ele fazem o maior sentido.

Meu João fala o tempo todo, o dia inteiro e até dormindo. Vão dos tradicionais "dá-dá-dás" a "wiki-wiki-wikis" e muitas sílabas repetidas à exaustão de um jeito super fofinho. Sabe aquelas falinhas que ficam lindas na voz de um bebê? Sonhei com o dia em que o veria falando assim e agora posso realizar o sonho o tempo todo, rere.

Ele canta junto com a gente na igreja num "AaaAAaaaAA" ritmado, resmunga canções de ninar enquanto mama no meu peito (é... chegamos a um aninho com o bebê no peito! #orgulho) e grita forte e alto na hora da brincadeira. Repete quando a gente diz "nããão" com alguma palavrinha que só ele sabe dizer mas com a mesma entonação da gente. Das palavras com sentido conhecido, a mais linda é "mã-mã", claro. :-) Depois vem "papai", "papá", "áua" (água), "táu" (tchau) e "ati" (aqui).

E quando fica bravo, como quando tiro um "brinquedo" (sempre algo perigoso, né?) de suas mãos, dispara num palavrório sentido, com olhinhos marejados e cara fechada, como quem diz barbaridades. Sinto que está me insultando e rio sozinha, escondidinho.

Só percebi que ele é falante assim quando comecei a compará-lo com outros bebês da mesma idade. Percebi que o danadinho, embora fique uns cinco minutos mudo quando chega num ambiente diferente, logo solta o verbo e domina as atenções com seu falatório. Puxou a quem será? Eu nem sou de falar muito, magina... kkkk.

Ninguém dooooormeeeee!

Ele ainda acorda à noite

Tava aqui lembrando do meu post sobre o quinto mês do João Augusto, quando lamentava o fato de não ter conseguido ensiná-lo dormir a noite toda como sugerem os especialistas espalhados pelo baby center afora... Ingênua, achei que não passaria do sexto mês e que loguinho poderia restaurar meu soninho da beleza por mais de três horas consecutivas. Ledo engano! Joãozinho ainda acorda toda noite pra mamar. E ultimamente ele acorda a noite toda!!!

Tínhamos firmado uma rotina de três mamadas noturnas, em que o marido às vezes levantava pegá-lo no berço, às vezes eu, e meio dormindo eu dava-lhe o peito. Muitas e muitas vezes ele ficava na cama com a gente entre uma mamada e outra porque eu adormecia sem levá-lo de volta. Aí veio aquela virose que tirou meu filhote de combate e levou-o ao peito 24 horas por dia... e agora, voltimeia ele acorda até oito, nove vezes por noite.

Isso me assusta sim. E me transforma num zumbi. Meu bebê tem um aninho e acorda várias vezes à noite pedindo peito. Onde foi que eu errei? Na hora de ensiná-lo a dormir. Sei que aos poucos vamos retomar a rotina das três mamadas, porque essa manha da virose já está passando e tem noites que ele volta "ao normal", mas mesmo assim tenho consciência de que ele já deveria estar dormindo a noite toda há bastante tempo, se eu tivesse acertado na forma de fazê-lo ir pra cama.

O problema é que acostumei a amamentá-lo sempre que pedia peito e deixava dormir no meu colo. Pé por pé, levava ao bercinho e lá deixava meu bebê dormindo. Aí toda vez que acordava, chorava e eu corria atender. Bem ao contrário dos indicados "rotinas e rituais para a hora de dormir". Eu até faço tudo no mesmo horário, rigorosamente, todos os dias, com papinha, banho, cantoria... mas incluo aí o peito.

O "correto" seria colocá-lo acordado no berço para que aprendesse a dormir sozinho e para que ao acordar na madrugada, recuperasse seu soninho também sozinho. Mas que nada! Ele levanta no berço e abre a boca. Dorme só quando reencontra o meu peito.

Olha lá o que é aconselhado:
"Se conseguir, evite que a mamada seja a última coisa da rotina. Dê de mamar mais cedo -- pode ser até antes do banho --, porque por vários motivos o ideal é que o bebê não associe a hora de dormir à comida. Muitas vezes, porém, será inevitável que o bebê caia no sono mamando. Nesse caso, tente acordá-lo um pouquinho só para dizer boa noite e pô-lo na cama semidesperto". (Baby Center)
E eu até tentei umas três vezes, mas ao acordar ele chorava e queria peito. Desisti fácil. Sempre achei que cada um adota seu jeito de criar seu bebê e preferi não ficar tão encanada com os conselhos dos especialistas. Mas neste caso vou ter que admitir que deveria ter persistido um pouquinho. Vai que...

Além disso, quase todo bebê adota um bichinho de pelúcia, uma fraldinha ou cobertinha como objeto de transição, aquele com que se apega e não larga por nada, que lhe dá mais segurança quando sozinho. O do João é meu peito. uahauaua. Eu insisto em colocar um determinado travesseirinho ao seu lado sempre que dorme, mas ele joga longe.

A notícia boa é que no último mês ele se adaptou ainda melhor ao carrinho e, nas sonecas do dia, geralmente basta empurrar o belezoca por um tempinho, de preferência com algum desenho na TV, pra ele adormecer. Mas não dá pra tirar dali e colocar no berço que acorda. Fica meio tortinho mesmo.

Aí o conselho das pessoas mais experientes é: deixa chorar que em três noites ele aprenderá a dormir sozinho. Mas acho que eu ainda não estou preparada pra isso e prefiro protelar mais um pouquinho. Acho que acostumei com o sono picado e nem ligo mais de acordar à noite. Só não vale oito vezes!!!

Não tira meu peitinho não mamããããe

Hora de desmamar?

Por conta dessa manha do João e porque ele tá enorme de grande e cada dia mais forte, cheguei a pensar se não chegou aquele momento de começar a limitar a livre demanda do peito e me preparar para o desmame. Vou confessar: ele tem sugado cada dia com mais força e isso às vezes me machuca. Sem contar que quer mamar em pé, enquanto brinca, esticando o peito lá loooonge. Na cama, eu deito e ele mama de quatro, de ponta-cabeça e em poses muito criativas. Coisa bonita de ver! auhauah. E não se importa com onde estamos, vem puxando minha blusa, arrancando botões e tirando o mamá pra fora pra quem quiser ver. Não é lá muito confortável.

Mas tá aí mais uma coisa para a qual não estou preparada. Nem ele. Ainda estamos agarradinhos demais. Vou conversar com a pediatra sobre isso e tentar apenas reduzir os mamás para duas ou três vezes ao dia. Espero que possamos ir mais longe com isso.

Mentira da mamãe: ela que fez essa bagunça

Gracinhas

Além de falante e mamante, meu papagainho também está mais ativo. Dorme apenas três horas durante o dia em duas etapas, de manhã e à tarde. No resto do tempo, quer brincar! Retira todos os brinquedos da caixa e ajuda a colocá-los novamente, abre todas as gavetas e portas que pode e joga tudo lá de dentro, passa bastante tempo abrindo e fechando potinhos, encaixando bolinhas em potinhos e espalhando meus grampos de roupa pelo chão. Ama de paixão quando a gente senta no chão com ele e inventa brincadeiras, principalmente as de "cadê-achou" e ama ainda mais ir lá pra fora se esfregar nas pedrinhas.

Sabe provocar, chamar pra brincadeira e quando isso não resolve, fica pendurado na minha perna e chora até eu ir com ele. Sabe quando está fazendo coisinha errada e adora fazê-las, como quando aponta o controle remoto pra TV e muda de canal e depois olha com carinha safada pra mim. Ou quando aperta o botão para ejetar o DVD, para, vira pra trás, olha pra mim, espera eu dizer não e volta rapidinho com o dedinho no buraquinho do DVD pra roubar a mídia de lá o mais depressa possível, pois sabe que vai perder o brinquedo. É muito fofo. Eu tento me segurar pra não rir né? Mas é muito especial aquela carinha de sapeca que ele tem.

Rola de dar risada quando cheiro o pezinho dele e faço careta dizendo "que chulééé". Aí aprendeu a arrancar a própria meia e enfiar no meu nariz pra me ver cheirar. Pior: ele cheira as minhas meias e me espera falar chuléééé. kkk. Na verdade, ele entende muita coisa do que falamos. Quando pergunto do trem, olha pro de pelúcia que fica no berço; se pergunto do elefante, ele levanta e aponta o dedinho pro desenho no papel de parede; falo "cadê o papai?", olha pra porta, e assim vai...

Anda difícil de dar papinha, pois quando não tá com vontade, cospe, bota a mão na boca e tira comida pra passar no cabelo, bate na colher e joga a papa longe, bate em todos os brinquedinhos que coloco no cadeirão na tentativa de distraí-lo até caírem no chão e joga o corpinho pra fora pra ver aonde foram parar. Mas em compensação, quando está com fome, parece um triturador e come tudo muito rápido. Ainda mais que agora apareceu mais um dentinho - já são sete!


Não é muito de TV e só presta atenção na tela quando tem algum desenho ou personagem infantil com música, como a querida-amada-idolatrada-salve-salve Galinha Pintadinha e Patati Patatá. Gosta da propagandinha da TV Digital que é um desenho animado e das aberturas das novelas Guerra dos Sexos (em desenho também) e Salve Jorge, que é bem colorida. Dança nesses momentos, balançando o corpinho, batendo palmas, erguendo os bracinhos ou apontando o dedinho pra palma da mão - a coreografia do Pintinho Amarelinho que ele adapta pra todo tipo de música.
Hora de levantar e tirar o pijaminha

Ele acorda todo dia exatamente no mesmo horário. Às 8 da manhã levanta ao meu lado, faz carinho no meu rosto, ao seu modo meio forte demais, enfia o dedo no meu olho, no meu nariz, na minha boca, puxa meu cabelo e começa a falar. Se joga por cima de mim, pega o controle remoto na cabeceira, liga a TV, pega meu celular e aperta o botãozinho que faz a tela acender, tomo dele, fica bravo, faço cócegas e começa a rir. Todo dia igualzinho. Aí faz todas as palhaçadinhas que sabe, pede benção de mãos juntas, bate Yes na minha mão, faz a coreografia do pintinho, bate palminhas e desce da cama. Hora de levantar, porque a bagunça vai começar.

Seus potinhos do banheiro
Há duas semanas começou a soltar as mãozinhas do apoio quando em pé, distraidamente, quando pegava algum objeto. Aí se dava conta de que estava em pé sozinho e sentava ou se agarrava novamente a alguma base. Agora está mais seguro e mesmo em uma área vazia, onde não tem em que se agarrar, se coloco ele em pezinho e canto alguma musiquinha, dança e bate palminhas por alguns segundos antes de sentar. Acho que os primeiros passinhos sem dar as mãos devem acontecer logo. #emoçãoavista


A vida da mamãe

Enquanto aguardo com certa ansiedade este passo importante, o primeiro passinho, vou levando minha vidinha de rainha do lar, cozinhando, lavando, passando, limpando... todo dia a mesma coisa. Não é exatamente meu dom, mas acho que estou dando conta.

A distração dos últimos dias tem sido os preparativos pra festinha de um ano. Fizemos uma sessão de fotos com meu amigo Christian Christoforo em Castro, o mesmo que fez nosso casamento. São umas 120 imagens lindíssimaaaaaas! Ainda não posso mostrar porque precisam passar por tratamento, mas vou adiantar uma aqui só pra me exibir. rere.

fizemos os convitinhos, na verdade o Chris fez pra gente, e ficaram lindos em dois modelinhos. Enviei por correio alguns que são de parentes de outras cidades mais distantes, convidei por face as amigas que estão também em outras cidades e fui pessoalmente na casa de cada tio em Castro e nos amigos e familiares de Tibagi. Foram duas viagens nesta semana e Joãozinho se comporta cada vez melhor. Dorme super bem no carro.

Convite da festinha de um ano

As artes ficaram lindinhas né? Christian Christoforo que fez tudo, inclusive as fotos

Agora preciso confirmar presença, planejamos 60 pessoas, e detalhar o buffet, lembrancinhas, decoração etc e fazer o vídeo com imagens dele desde que nasceu (isso vai dar um trabalhão). Ah e comprar uma roupinha lindja pro nosso galinho carijó. Gostoso isso né?! Nem acredito que estou passando por tudo isso. Era tudo um sonho pra mim e agora olho pra esse anjinho gordinho de pele bronzeada e tão lisinha que parece cerâmica... me dou conta de que sou mãe e de que minha vida melhorou taaaaanto depois dele. Sou tão apaixonada por este pedacinho de gente. Quanta bênção!

Agradecer por essas bênçãos também tem sido mais comum pra mim. Eu e João estamos finalmente adotando uma rotina religiosa e comparecendo mais à igreja. Hoje mesmo fomos pela primeira vez juntos à missa de ramos. Tem feito muito bem. Ter Deus em nossa vida sempre faz bem! #recomendo


Dicas do dia

Vídeos educativos: Tenho apresentado aplicativos infantis para smartphones e hoje a dica é na web mesmo, pra assistir pelo celular. Foi minha querida Mirian quem indicou o seguinte site: Super Simple Learning. São vídeos educativos, em inglês, mas bem fofinhos. João gosta.

Brechó virtual em PG: E para as mamães daqui de Ponta Grossa e região que curtem o desapego, que tal anunciar roupinhas, calçados, brinquedos, móveis e todo tipo de acessório dos filhotes e que não servem mais? A lojinha virtual funciona pelo facebook num grupo fechado, mas dá pra pedir pra ser inserido. Basta procurar por Brechó Infantil Ponta Grossa/PR.



Pula Sapinho: Já a amiga Gesi Mocelim sugeriu um equipamento que é novidade por aqui e deve substituir os perigosos andadores. O texto de referência o detalha como alternativa segura adotada em países Europeus, Canadá e Estados Unidos: "O Jumper é um saltador de molas preso no batente de uma porta (portal) onde o bebê pode exercitar-se. Serve como estímulo psicomotor para bebês a partir dos quatro meses de vida. O Pula Sapinho também funciona como canguru, andador do tipo marionete e balanço". Não posso garantir que seja bom, nem seguro, mas fica o registro da novidade. Quem quer saber mais, entra aqui: http://www.pulasapinho.com.br/. E se já usou, comenta aí!

***

E por hoje é isso. Espero voltar logo com novidades boas. Agora fale de você, seu filho é tagarela? Dorme a noite toda? Andou com que idade? Compartilhe comigo e apareça sempre. Beijoca!


E neste mês tivemos visita da amiguinha Isabella

Sempre delicado, esse meu filho


Não é uma cena linda?




Bem no dia que o papa Francisco foi escolhido 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Escolinha: o que não pode faltar

No parquinho da escola
Apesar de minha tentativa de deixar o bebê na escolinha para trabalhar não ter dado certo, o processo de escolha da instituição merece este post. Tirei o bebê da creche porque realmente decidi esperar mais um pouco para voltar ao trabalho, mas certamente voltaremos àquele colégio quando chegar a hora certa.

Durante uma semana, visitei várias instituições de ensino particulares aqui da minha cidade. Desde a escolinha pequena, no bairro, até o colégio mais chiquetoso, mais referenciado e com a maior estrutura (maior mensalidade também, claro). Fui atrás de várias indicações que a tchurma me fez pelo face. Deu certo.

Não tenho nada contra escolas públicas, fui educada nelas desde o primário até o ensino superior e posso garantir que tive uma boa educação. Inclusive venho de uma cidade onde as creches do Município são maravilhosas, melhores que as escolinhas privadas daqui onde vivo agora. Mas só olhei as particulares por dois motivos: 1. que já não havia mais vagas nos centros municipais de educação infantil aqui de perto no mês de fevereiro; 2. meu marido não concordaria e não estou disposta a contrariá-lo nisso porque sei que quer o melhor (dentro das nossas possibilidades) pro nosso filho. É isso...

Das minhas visitas, o que mais me surpreendeu positivamente, em geral, foi o bom atendimento pelas coordenadoras, pedagogas e professoras. Em quatro das seis instituições que visitei, fui super bem recebida e pude conhecer as acomodações todas. Só na mais chiquetosa é que não passei do portão porque a profissional indicada estava ocupada no momento e eu teria de agendar um novo horário (ô dificuldade!). Mas lá meu pequeno nem seria aceito porque só entram crianças que já saibam andar.

Agora, por mais que não seja aqui minha função criticar, preciso contar que muitas coisas me surpreenderam negativamente. A falta de espaço em duas delas chegou a me sufocar. O fato de insistirem que eu deveria dar mamadeira pro João em duas também me incomodou bastante. Noutra, o trânsito no entorno da escola era uma loucura e seria impossível estacionar a menos de três quadras da sala de aula onde precisaria ir levar e buscar o neném. Imagina com chuva?

Não gostei do calor em algumas e da falta de espaços alternativos, como parquinhos. Também saí nervosa de outra onde as crianças estavam amontoadas em cadeirinhas de alimentação, sujas de banana, chorando sem parar e com apenas duas tias para dar conta duma penca de crianças. Algumas escolinhas sequer fazem questão de apresentar alguma linha pedagógica aos pais, como se no infantil I isso não interessasse. Como se lá fosse apenas um depósito de bebezinho.

Enfim... Sei que algumas profissionais não gostaram muito de me atender porque fui com uma lista na mão perguntando ponto a ponto e fazendo anotações. Eu e minhas listas. Quem me conhece, sabe. kkkkkkkk. Devo ter parecido uma doida lunática! rarara. Mas acabei fazendo uma escolha de que gostei. Além dos itens da lista, foi questão de empatia. Bati o olho na salinha de aula, conversei com a tia que cuidaria dele (querida da tia Emilly) e tive certeza de que seria ali. Embora a escola não oferecesse, como outra, o monitoramento por câmera, ou o horário prolongado para retirada.

Me senti à vontade ali e percebi que a estrutura era adequada, além da sala ampla, arejada, fresquinha até, toda de tatame, com bercinhos individuais e brinquedos lúdicos, havia sala separada para refeições, parquinho coberto e sem areia (tatame lá também) e sala de troca e banho. A história do colégio, com mais de 100 anos, colabora. É uma instituição ligada à igreja católica, coisa que eu apreciei, e o preço não era abusivo.

Enfim... segue abaixo a malfadada listinha da Manu Mamãe para a escolha do lugar certo. Muitos itens retirei de outros blogs, que indicam fatores a pensar.

Ele gostava deste espaço

- Localização 
* Fica perto do trabalho? Tem vaga para estacionar?

- Estrutura
* Tem berço individual?

* O espaço é arejado?
* Quais os recursos pedagógicos?
* Tem áreas seguras de brincar, onde engatinhar, carrinhos, andadores (neste caso, melhor não ter)?
* Tem monitoramento por câmera via internet? É novidade, mas algumas já oferecem.

- Segurança
* Preste atenção aos brinquedos, tanto da área interna como na externa, nos acessos a escadas ou rampas e até em se há extintores de incêndio espalhados pelas instalações.
* As crianças têm como entrar e sair sem ser acompanhadas ou notadas?
* Desconhecidos conseguem passar sem algum tipo de controle?

Alimentação
* Tem nutricionista? Peça o cardápio e compare com as necessidades/rotina do seu bebê.
* Que refeições são servidas?
* Peça para conhecer a cozinha e o modo de preparo das refeições.
* Se o bebê não usa mamadeira, não toma leite artificial ou de vaca, quais as opções oferecidas?

- A turma 
* Quantos bebês (na minha opinião, o ideal é menos de três por professora)?
*Quais as idades? O ideal é que não haja mistura de bebês com crianças mais velhas.
* Quantas professoras?
* A escola também oferta ensino para crianças maiores? Elas chegam a ter contato com o local do Infantil?

- Limpeza geral

* Observe se os profissionais lavam as mãos com frequência e se as crianças ficam confinadas em espaços muito pequenos em dias de frio ou chuva.
* Como é feita a higiene dos bebês e a separação dos objetos pessoais?
* Note presença de moscas, abelhas e insetos. 
* As professoras usam jalecos, capas de proteção nos calçados para não levar a sujeira da rua para a sala?
* Pessoal do refeitório e cozinha usa toucas, luvas, aventais?
* Como é o procedimento de higiene dos objetos de cada aluno? Lençóis, toalhas, cobertas... são enviados para a casa para lavar?


- Horários
* Veja se a escola possibilita alguma maleabilidade no horário de entrada e saída. Algumas são super rigorosas e nem sempre a gente consegue estar lá no horário determinado.

- Saúde
* Qual o procedimento em caso de doença, queda, machucado?

- Pedagogia
* Peça para conhecer o currículo pedagógico. Observe se inclui atividades físicas, brincadeiras, tempo de descanso, atividades em grupo e individuais, além de refeições, de acordo com a idade de cada criança.
* Qual o nível de educação e experiência das professoras e equipe?
* Como é a comunicação com os pais? O bebê leva uma agenda para casa? As professoras têm contato direto diário com os pais? (Tia Emilly falava comigo até durante o dia de seu próprio celular. Isso contou muito ponto a favor.)

* Como funciona a fase de adaptação?
* A escola é bilingue?


- Preços
* Formas de pagamento?
* Quantas mensalidades?
* A lista de materiais é muito dispendiosa?
* Veja se o valor da mensalidade inclui materiais pedagógicos e atividades extracurriculares, que costumam ser cobradas a parte em algumas escolas.


Lista de Materiais

Esta era a caixa de fraldas que eu mesma decorei

Prepare o bolso! Em relação à lista de materiais, achei meio exagerada para um bebê, mas comprei tudo e entreguei lá. Ele nem chegou a usar porque foi apenas oito vezes pra escolinha. E na hora de cancelar o contrato, não pude reaver os materiais que a esta altura já estavam todos misturados. Peguei de volta apenas os itens que eram exclusivamente do João.

Na lista tinha desde folhas de EVA, rolos de papel colorido, papel micro-ondulado, TNT, folhas de sulfite, tinta guache, caderno de desenho a caixas plásticas para fraldas e para seus objetos, fraldas, 4 caixas de lenço de papel (pra que tudo isso, me diga?), lenço umedecido, pomada para assadura, escova de cabelo, toalha, lençol, travesseiro, fronha, coberta, sabonete, roupas do bebê e sacolinhas para roupas sujas - entre outras coisas.

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Como disse, a escolha tem de ter a questão da empatia, que vai além dos critérios da lista. Nem tudo é perfeito e nem sempre você vai encontrar as coisas do jeito como gostaria. A gente também precisa se adaptar. Na escolinha do meu bebê, eu aprendi a confiar. Algumas vezes fiquei atordoada com o barulho das outras crianças no pátio na hora do recreio, mas lembrei que já fiz parte daquela gritaria toda e sobevivi. Meu filho ainda vai chegar lá e fazer a mesma coisa. Noutro dia, pirei de ver abelhas rondando a sala e cheguei a falar com a coordenadora sobre isso. É um prédio bastante antigo, mas super bem conservado e todo adaptado. No geral, gostei de lá e pretendo que João volte praquela turminha, quando estivermos prontos pra recomeçar.

Pronto, agora que já compartilhei contigo, aguardo tua sugestão, crítica, outros itens pra lista, comentário enfim...

Beijocas e até logo mais.

quinta-feira, 7 de março de 2013

11 meses: uma virose de tirar o juízo e a coragem da mamãe

Carinha de "vai trabalhar não, mamãe. Fica comigo"
No mês passado eu me organizei toda para dar um grande passo: voltar a trabalhar. Matriculei o bebê na escolinha, comprei materiais, tentei passá-lo na fase de adaptação e fui quebrar a cara no jornal, onde fiquei apenas quatro dias porque os horários não batiam com os da escolinha - você deve lembrar de tudo porque chorei minhas pitangas aqui. Resolvi que não dava mesmo, que ia ficar em casa e pronto, mas aí o bichinho carpinteiro que mora em mim resolveu se manifestar e lá fui eu para mais duas tentativas de trabalhar fora, na semana passada, que acabaram... frustradas também! 

Joãozinho teve uma virose fortíssima, ficou quatro dias sem comer absolutamente nada, mamava no peito o tempo todo e eu simplesmente não podia deixá-lo na escola com 39 de febre.

Agora não lamento mais e ponto. Vou ser é dona de casa por mais quanto tempo for preciso e estou feliz com isso. Entrei num acordo com o marido, pesamos as contas e vimos onde podemos cortar gastos para que eu possa permanecer mais um tempo fora do mercado em prol do bom desenvolvimento do nosso filho. E de agora em diante, o marido também tem o compromisso de não me cobrar mais minha participação no orçamento da família, rerere.

De certa forma me senti aliviada de não ter de trabalhar fora mais, sabe? Eu estava prestes a assumir compromissos com empresas sérias e que cobrariam minha responsabilidade, mas não tinha certeza se daria conta do recado. Tudo mudou tanto desde que o bebê nasceu e confesso que este um ano em casa me deixou um tanto insegura em relação ao meu "potencial". Não tenho a mesma coragem de antes para encarar os novos desafios e não me senti preparada para enfrentá-los tendo de abrir mão de ficar com meu filho. Com você também foi assim ou sou só eu?

Talvez seja só meu subconsciente tentando me confortar com a nova decisão, mas não é de forma alguma autocomiseração. Longe disso. Estou satisfeita com o fim da história e isso basta né? Agora, o fato de ter sido pela primeira vez na vida dispensada de um serviço mexeu um pouco com meu ânimo, admito.

Nunca antes havia sido demitida, sempre pulei de um trabalho para outro melhor e saí aos abraços e beijos com os antigos colegas... Desta vez fiz teste de reportagem para uma rede de TV de abrangência estadual, passei, participei de duas entrevistas com o proprietário de uma produtora e outra com um dos chefões da matriz em Curitiba e fui contratada na quarta para ser dispensada na quinta.

Aconteceu porque já havia material em atraso para ser produzido o mais rápido possível, e eu sabia disso, mas mesmo assim não fui trabalhar no primeiro dia porque Joãozinho não estava nada bem. Era freelancer, eu faria meus horários e a princípio eram só nove reportagens que eu mesma pautaria e produziria por mês. Mas acho que o pessoal lá de Curitiba foi sensato o suficiente para sacar que teriam "problemas" com esta mãe de tempo integral até mesmo no trabalho freela. rerere. Ficamos de conversar novamente mais adiante. Quem sabe um dia role né?

A outra proposta é numa empresa bem bacana que vai crescer muito nos próximos anos. Já são referência no desenvolvimento de softwares e estão entrando no mercado do marketing digital. Era aí que eu cabia direitinho. Só que aí quem resolveu dizer não fui eu. Percebi que não poderia me envolver neste projeto que é tão importante para a empresa e que vai requerer muito, muito tempo do profissional de comunicação. Preferi indicar um amigo que está mais disponível no momento.

Oba! Mamãe não vai mais me levar pra escola. Iupiii

Adeus escolinha

Na segunda, fui à escolinha fazer um acerto. Afinal, ele só tinha ido sete vezes ao colégio e eu paguei além da matrícula, uma mensalidade inteira e estava devendo a outra, sem falar nos materiais, que custaram uma fortuna. Felizmente a irmã me liberou de pagar a segunda e o prejuízo foi menor.

Fiquei tristonha de carregar as caixas e objetos dele de volta pra casa. Justo agora que tinha se adaptado... Sim, porque na última vez que o deixei lá, encontrei-o brincando feliz na hora da saída... Tia Emilly me deu um abraço forte, aquela querida. Um dia a gente volta.


Isso aí... fica em casa mamãe. Olha como gosto.

Do lar

Sou, portanto, de vez uma dona de casa e agora sem diarista. Estou me virando pra dar conta inclusive de almoço na hora certa todo dia, mas acho que estou me saindo bem. Sem tempo pra mais nada, mas tô dando conta. Dividi as tarefas por dias da semana e procuro agilizar o máximo possível enquanto o bebê dorme. E quando não dá, não deu e ponto. Né?


Papai mais perto

A parte boa de tudo isso é que agora estou novamente 100% à disposição do meu príncipe e também do papai, que acabou de começar num novo emprego. Ele agora trabalha aqui na nossa cidade e não precisa mais viajar e ficar tão longe todos os dias. #todascomemora \o/

Temos o papai em casa na hora do almoço!!! É a primeira vez que vivencio isso com meu marido, afinal a gente morava em cidades diferentes quando casou e mesmo depois que me mudei pra cá, só via o João das 10 da noite às 7 da manhã e aos finais de semana.

Agora ele sai mais tarde, vem pro almoço, passa tomar um café da tarde e vai pro cursinho. Neste momento, estamos priorizando a carreira dele. Vai tentar concurso em breve e ainda precisa da OAB. Depois que nosso bebê estiver maiorzinho e o papai ainda mais disponível, quero voltar pra minha pós que está trancada e trabalhar, claro. Tudo a seu tempo e se Deus quiser vai dar tudo certo.

Nosso filho já percebeu a mudança na rotina e mostrou que gosta. Ele tá super apegado com o papai, é muito fofo de ver. Ele escuta o barulho do portão abrindo e vira estátua, tenta ouvir cada ruído e abre um largo sorriso quando escuta o som da porta batendo na sala. Se está no chão, sai engatinhando disparadinho ao encontro do pai. Se está na cama, me escala e se joga no colo dele sorridente e feliz. Ah, e luta contra o sono para esperar pelo pai acordado à noite. Dorme entre nós dois sempre encostando alguma parte do seu corpo em mim e outra nele. A qualquer hora do dia, se pergunto "cadê o papai?", ele faz cara de sério e ergue os olhinhos em direção à porta. Lindo.

Vai embora e não volte nunca mais seu vírus feio

Virose

Se quando ele faz manha pra comer já perco o juízo, imagina a angústia de ver meu filho recusar comida por quatro dias consecutivos. Nem água bebia. Mas mamou tanto no meu peito que cheguei a murchar uns três quilos. Foi o que salvou meu bebê de uma complicação maior da danada da virose, segundo a pediatra.

Doutora Tiyoco afirmou que o vírus atacou a garganta, mas não chegou a fazer infecção porque o leite do peito ajudou na produção dos glóbulos que combateram o intruso. "Se fosse mamadeira, não conseguiria mamar e vomitaria tudo. Normalmente gera infecção no ouvido ou na garganta e aí teríamos de entrar com antibiótico", alertou. Não precisou de nada disso, ufa.

Fiquei feliz em saber que consegui ajudar meu filho a vencer essa coisa horrível que ele pegou. Pense numa febre de 39 graus que não baixava nem com novalgina. Dá-lhe noites em claro fazendo compressa e dando banho morno. Ele todo molinho, judiação. Felizmente reagiu como um tourinho e não teve convulsão. Mas teve bastante diarreia durante uma semana e perdeu peso. Agora já passou e esse nunca mais pega. #imunizado. Ficou foi um grude comigo e não pode me perder de vista de jeito algum.

Sou muito grandão mesmo

Consulta

Na consulta do mês descobri que a virose roubou os graminhas que ele porventura tenha engordado neste mês. Cresceu só cinco gramas e aumentou 1,5 cm. Sorte que tinha reservas e continua um garotinho fofo. Verdade que eu tô achando ele sirigüelo de tão magrinho, com a bundinha que não dá um pastel, mas isso já é exagero de mãe píssica por crescimento. kkkk.

Peraltinha

Daninhesas

Apesar da virose, e mesmo durante seus efeitos, Joãozinho está cada vez mais serelepe e espertinho. Tá numa fase de adorar o espelho e faz altas gracinhas na frente de um. Está mais dançarino que nunca, basta uma música agitada e ele se chacoalha todo, requebrando e sorrindo.

Entre suas paixões momentâneas estão os DVDs, inclusive a arte de abrir e retirar a mídia do aparelho com uma agilidade impressionante; as pedrinhas do jardim, que ele ama catar uma a uma e jogar na calçada; e pelas travas de portas e protetores de tomadas... ele tenta arrancar tudo com a boca. Ou seja, aqui em casa as travinhas que João instalou nas portas dos armários funcionam como um chamariz ao invés de evitarem que ele abra as portas. Ele sabe abrir as travas. kkkk.

Louco por estas pedrinhas

Joãozinho continua alucinado por telefones e controles remotos, mas agora coloca o celular entre a orelha e a nuca e diz "aô". Ama quando alguém conversa com ele por telefone, ri para o aparelho e às vezes até balbucia alguns da-dás como se tivesse respondendo.

Gosta de brincar com potinhos de todos os tipos e quando vazios, põe na boca e fala dentro deles para ouvir a própria voz ecoar. Entra no armário do banheiro e retira tuuuuudo o que tem lá todas as vezes que estou no banho. Usa os novos dentinhos de cima, inclusive os caninos que acabaram de nascer, para abrir as tampas dos potes de xampu e cremes. Sente o cheiro e despeja no chão, mas não lambe porque não é bobo nem nada né?

Se me vê ao computador, corre com o dedinho no botão de desligar. Já fez isso várias vezes e sempre bem no meio de alguma edição de videozinho que não salva. #adoro. auhauhaua. Curte todos os brinquedos de encaixar.

Tem muita força esse menino. Aqueles cotovelos são até afiados quando se impulsiona sobre a gente para escalar alguma coisa. Me aperta, me arranha, bate na minha cara, mas aprendeu a fazer "carinho na mamãe", passando a mãozinha no meu rosto. Me derreto toda.

Ah, ensinei a pedir "bença" com as mãozinhas juntas. Coisa mais linda. Quando no berço, pergunto onde está o elefante e ele fica em pé e aponta com o dedinho no desenho do bicho no papel de parede. Dificuldade maior do mundo é pôr uma fralda no rapaz, que se revira todo e fica procurando o pipi pra puxar. Sim, ele descobriu o próprio pipizinho e adora fazer xixi na mão para sentir o quentinho. Por outro lado, tá melhor de botar roupa nele porque aprendeu a empurrar os bracinhos nas mangas.

Não gosta mais de dormir no berço, mesmo de dia. Mas dorme super bem no carrinho e isso tem sido super útil principalmente quando saímos passear e não preciso deitar com ele em algum lugar para dar o peito e fazê-lo adormecer.

Quando quer ir para o chão, nada o detém. Força o corpinho e se escorrega do colo. Está naquela fase que troca qualquer brincadeira por uma caminhada. Anda de mãozinhas dadas com a gente dizendo "dá-dá" e fica super feliz se o levo ao jardim, lugar que ele ama.

Quero um pão inteiro agora!

Adora esmagar comidas e nos surpreendeu na última ida ao mercado. Como sempre, fomos colocando as compras perto do bebê conforto e quando vimos ele estava abrindo todas as embalagens que alcançava. Furou o saco de arroz, fez derreter a embalagem de papelão com chocolates, furou o pote de yakult, tomou e ainda abriu um pacote de bolacha recheada, de onde retirou uma bolacha e mandou ver.

Um sarro! Tentei surrupiar o doce da mão dele, mas fez aquela cara de bravo, fungou, apertou a bolacha e fiquei com dó. Deixei comer. rerere. Você sabe que sou super cuidadosa com a alimentação dele, nunca dei sequer leite de vaca, quem dirá chocolate e outras besteiras, mas aqui em casa tem um doce que ele não deixa passar de jeito algum. João pai tem mania de chupar geladinho toda noite. Joãozinho a-do-ra. Fica com a boca roxa de tanto chupar no pacotinho gelado. Ah, e detesta papinha industrializada, come bem só a da mamãe. rarara.

Essa coisa de ficar bravo também evoluiu. Ele agora sabe forçar um choro estridente e em um segundo jorra lágrimas quando contrariado. Eu me sinto uma megera quando não deixo ele ficar em pé na banheira, durante o banho. Imagine! kkkk

Se não fizer o que ele quer e na hora que ele quer...


Um aninho: está perto

Já contratamos o serviço da festinha de um ano do nosso pequeno e definimos que o tema vai ser a Galinha Pintadinha mesmo, que dúvida? Agora vou ver os detalhes, o buffet etc. Neste final de semana vamos a Castro fazer sessão de fotos com meu querido amigo Christian Christoforo. Vai ser um registro mega importante. Estamos entusiasmados com esses preparativos. E o bom é que agora tenho tempo pra isso.


Nossa primeira vez sozinhos

Saímos a sós, eu e o marido. Até minissaia usei, kkk

No mais, muitos passeios como sempre. Estivemos na casa da minha mãe visitando meu novo sobrinho, que é um bebê muito calmo e lindo; na casa da tia Bibi que também tá de bebezinha nova, uma bonequinha, e fomos a Curitiba na casa da minha tia Rosi rever minha prima amada Carla e o Rômulo, aquele menino foooofo demais. Fomos ao clube no final de semana, Joãozinho mais uma vez se esbaldou na água.

Ah, e pela primeira vez desde que Joãozinho nasceu, eu e João saímos sozinhos. Foi uma sensação estranha e ao mesmo tempo interessante. Faz tempo que não fazemos um programa de casal e a noite de sábado foi especial. Deixamos o bebê com a avó e tia e fomos tomar um chopp no Botequim, um bar bem bacaninha daqui. Eu dei uma bicadinha no chopp, na verdade, porque estou morrendo de saudade do gosto, mas fiquei feliz com o suco de laranja mesmo. Além do leite do bebê, tem a lei seca aí né gente. Passamos umas duas horas a sós, conversando sobre nossa vida de antes e falando muito sobre o bebê, claro, mas nos divertimos e voltamos pra casa mais felizes.


Dica do dia

Compartilho aqui a dica da amiga Camila Gomes, do blog Confissões de Uma Jovem Mãe. Ela sugeriu num post em que eu falava sobre aplicativos infantis para smartphone, eu baixei e adorei. É o Talking Pocoyo, grátis e super fofo. O desenho repete o que a gente fala, dança e propõe joguinhos de adivinhação. Bem legal.


Por hoje é isso, tchurma. Obrigada pela companhia mais uma vez e comente aí, dê aquele alô e diga como essas mesmas coisas já aconteceram na sua vida. :-)









Priminho Eduardo





Tá grudinho da tia Day também



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