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domingo, 21 de julho de 2013

Cinetose: por que algumas pessoas enjoam durante viagens?

João só vomitou uma vez, mas estamos atentos!
Joãozinho chorou sentido, fez careta e de repente soltou um jato de vômito durante uma viagem curtinha, de Castro a Ponta Grossa, na última semana. Ele agora viaja sentado de frente, na cadeirinha, e começou a sentir enjoo. Tomara que tenha sido uma situação isolada. Tomara que não tenha puxado a mim. Cinetose é o problema de saúde que faz as viagens de muita gente serem um tormento e ela tem a ver com o labirinto. E eu sei bem o que é isso...

Tenho lembranças de "chamar o Hugo" em toda viagem desde muito pequena. Aliás, é uma das minhas lembranças mais remotas... Brigava com meus irmãos para sentar perto da janela e, aos nove anos, vivi a pior crise. Durante todo o ano letivo, entrava no ônibus às cinco da madrugada e vomitava duas vezes até chegar à escola, às sete. Na volta, outras duas vezes. Eca! Era longe mesmo, estradas rurais entre Serra do Apon e Socavão, uma quarta série muito divertida, com a professora Ana Mara, que era um barato, mas muito sofrida por conta das viagens.

Seu Bruno, o motorista do ônibus, já sabia das minhas "necessidades especiais" e parava depressa quando eu me aproximava da porta. Eu descia e jogava pra fora o pouco que tinha comido, pois tanta ânsia me tirava a fome. Tinha até banco especial, na frente, ao lado de uma coleguinha cadeirante. Por sorte, meus coleguinhas "dos mato" não tinham maldade e não me fizeram vítima de bullying, mas era um prato cheio né? kkkk.

Só que não tinha graça mesmo. Tive anemia grave, fiz tratamento e felizmente mudamos pra cidade no ano seguinte. A quinta série foi bem melhor, eu ia de bicicleta. Ufa! Ventinho na cara é bem melhor que nariz ardendo.

Depois de grande ainda viajei muuuuuito para estudar, mas sempre tomando alguns cuidados, como não comer antes de entrar na van, sentar sempre de frente para o para-brisas, procurar dormir ou olhar para o horizonte e jamais para as janelas laterais. Ainda hoje, dependendo da estrada e do motorista, eu enjoo.

Agora, vendo Joãozinho passar pela mesma coisa, morri de pena e fui em busca de informação. Na consulta com a pediatra dele, perguntei se era comum que assim tão novinho já tivesse os enjoos de viagem. Dra. Tiyoco Miyabukuro apresentou-me à Cinetose, O Mal do Movimento, com sintomas que variam de náuseas, tonturas a vômitos em viagens de carro, navio, barco ou avião, causados por solavancos, acelerações, desacelerações e movimentações rítmicas ou bruscas.

O órgão responsável pelo movimento funciona junto ao sistema auditivo, numa estrutura chamada de vestíbulo, ou labirinto. Você já deve ter ouvido falar em labirintite e as náuseas horríveis que o paciente sente, né? Então, é no mesmo lugar. A doença é mais comum em crianças e do sexo feminino.

O site www.minhavida.com.br traz um apanhado de informações sobre a Cinetose, com base em entrevistas com especialistas. O texto completo está aqui e, abaixo, selecionei algumas partes, adicionadas também a informações do site Infoescola:
O vestíbulo, ou labirinto, tem três canais em formato de semicírculo, todos preenchidos com um líquido viscoso denominado endolinfa. O interior desses canais é revestido por células com diversos cílios ligados a terminações nervosas. Os movimentos que nossa cabeça sofre durante as viagens provocam o deslocamento desse líquido, desviando os cílios e gerando impulsos elétricos que chegam até o sistema nervoso central, que responde com a sensação de náusea.
A "vestibulopatia" temporária, Cinetose ou Mal do movimento pode até gerar uma inflamação no órgão do equilíbrio, intensificando os sintomas e causando uma espécie de labirintite.

Prevenção

Para amenizar os sintomas nos filhos, as mamães podem tomar medidas simples, como:
- Escolher lugares no veículo onde a amplitude do movimento seja menor, como o banco do meio do carro ou as partes centrais - no avião ou navio - ao invés das pontas.
- Manter as janelas do veículo abertas;
- Reduzir a velocidade e fazer curvas mais largas;
- Não deixá-los ingerirem muito líquido ou alimentos antes de viajar;
- Não viajar de ônibus em pé;
- Fazer paradas;
- Reclinar o banco;
- Resfriar o corpo da criança, com o ar condicionado mais frio, por exemplo;
- Adultos: não ingerir álcool, pois ele agrava os sintomas;
- Evitar ler, jogar videogame, utilizar laptop ou atividades similares quando o veículo estiver em movimento;
- Não olhar pela janela e para os objetos em movimento;
- Procurar focar o campo visual em locais distantes ou em paisagens;
- Fazer exercícios posturais e de relaxamento;
- Repousar e dormir para ajudar a controlar os sintomas.
- Em parques de diversão, evite brinquedos que girem ou virem de ponta-cabeça;
Olhando pela janela... isso não é bom!

Medicações

Doutora Tiyoco até sugeriu que, se Joãozinho voltar a apresentar os sintomas, façamos o uso do famoso Dramin, antes da viagem. Mas ela mesma concorda que o remédio atua mais por seu efeito colateral do que na prevenção do enjoo: dá uma soneira sem fim! A criança acaba dormindo a viagem toda e nem tem tempo de ter náusea né?

Os medicamentos mais comuns para prevenir as náuseas são: metoclorpropramida, flunarizina, dimenidrinato e os inibidores centrais do vômito, como a ondansetrona. Mas só podem ser administrados sob indicação médica, hein? Estes remédios inibem receptores dos núcleos centrais e controlam os sintomas, mas diminuem a atividade encefálica, reduzindo os reflexos motores, a percepção periférica de estímulos e causando sonolência. Portanto, o motorista/piloto não deve usar, jamais!


Naturebas e simpatias

Eu admito que tentei de tudo, quando criança. Minha mãe ouvia falar de alguma simpatia e lá íamos nós colocar moeda no umbigo, jornal na barriga, cheirar laranja a viagem toda, cheirar um paninho com vinagre e assim por diante. Fato é que nada resolvia. Alguns estudiosos recomendam o uso do chá de gengibre e acupuntura. Esses eu não testei.


E se nada funcionou, o importante é tentar se reidratar, repor o líquido, as vitaminas e os sais minerais perdidos na hora que golfou toda a refeição. Para o Joãozinho, vou levar sempre um frasco com água e suco, além de lencinhos úmidos e paninhos para uma possível limpeza no interior do veículo. Tomara que não precisemos mais, né? A parte boa é que, com o tempo, o organismo tende a acostumar-se ao movimento e as crises de Cinetose vão se tornando escassas.

***

Bem, agora é esperar para ver se nosso pequeno vai viajar mais tranquilo das próximas vezes. E você? Já enjoou no carro? Seus filhos viajam sem problemas? Partilhe sua experiência. Beijinhos e até a próxima.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

1 ano e 3 meses: ele diz não pra tudo

Foi nesse dia que ele ficou preso no carro

Quando meu bebê completou um aninho e aprendeu a andar, uma etapa importante da nossa vida se encerrou e, de certo modo, a nova fase é bem mais tranquila, sem tanta ansiedade. Eu, pelo menos, vivi uma certa expectativa para ver o Joãozinho atingindo os marcos de desenvolvimento no tempo certo. Incentivei-o a sentar sozinho, monitorei sua gengiva em busca do primeiro dentinho, vibrei quando aprendeu a engatinhar, repeti exaustivamente suas primeiras palavrinhas e quase morri de orgulho quando deu os primeiros passinhos. Você sabe disso, tá tudo anotado aqui né? Aí, depois disso, parece que não há nada de urgente a esperar, nenhum marco específico para esta fase, nada do desenvolvimento dele que tenha prazo definido e rigoroso.

Sei que os prazos colocados nas tabelas de crescimento são irregulares e variam de criança pra criança, mas João acabou cumprindo todas as etapas dentro da média. Agora, nestes três meses, não há nada que eu precise riscar numa lista fictícia e por isso, estou bem mais relaxada e consigo aproveitar ainda mais cada aprendizado. Num dia ele manda beijinho, no outro obedece a uma ordem simples de "pegar o sapato e levar pro papai", e assim vai mostrando que sua caixola etá se desenvolvendo a todo vapor, com novidade todo dia.

Passamos boa parte destes últimos três meses passeando na casa da vovó, em Castro, já que meu marido esteve viajando a trabalho. Foram semanas incríveis, cheias de aventuras e brincadeiras com os priminhos. Pra mim, foi temporada de engorda também, mas essa parte a gente abafa, rerere.

Vovó Raquel, a que ensina a pular na cama

Falatório 

Ele fala uma porção de novas palavrinhas. Algumas repete todo dia, outras fala algumas vezes e depois esquece. Mas em seu vocabulário entraram, além das que relatei antes, "banana", "vovó" (dona Raquel foi ao delírio), "popó" (sim, a bendita Galinha, mas também a escova de dentes que é da penosa), "papato" (sapato), "papati" (Patati e Patatá) e "xixi" (não pode me ver entrar no banheiro que já sai espalhando para o mundo). No palavreado que não reconheço, ele fala o tempo todo, é super tagarela. Agora, adivinha qual a palavra mais dita, repetida o tempo todo? "Não".

Joãozinho está na fase do não. A tudo o que a gente pergunta, antes de pensar ele já responde que não. Sabe dizer "sim-sim" também, inclinando a cabecinha, mas prefere o não. E o que mais me descabela, é o não com rosto virado pra comida. Anda selecionando o que quer comer e, como toda mãe, estou passando por essa crise da ausência de apetite do bebê com o coração na mão. Aprendendo a me conformar que ele se sente satisfeito com três colheradas de qualquer coisa e que não adianta insistir demais.

Que amor esses priminhos!

Castigo, já? 

Outras vezes é ousado e nos desafia. Outro dia, pegava o monte de roupa passada e jogava tudo no chão. Na primeira vez eu disse um não severo. Na segunda, João chamou sua atenção e o levou de volta aos brinquedos. Mas ele retornou pela terceira vez. Foi quando o colocamos de castigo. Ficou sentadinho no cantinho da sala, olhando curioso nossa contagem até 30. Explicamos o que estava acontecendo e ele parecia entender, até que... levantou e foi jogar tudo no chão, mais duas vezes. kkk.

Alguns especialistas defendem que castigo não adianta antes dos dois aninhos. Perguntei pra pediatra dele e ela defende o castigo desde já. Claro, sem violência, sem grito, sem trauma. Só um tempinho sentado longe dos brinquedos... Será que funciona?

Ninando o Salsicha

Ele aprende com exemplos

Ele reconhece as partes do corpo e aponta o dedinho quando pergunto onde estão as orelhas, nariz, olhos, boca, dedinhos, mãos, pés, umbigo, cabelo e cabeça. Coisinha mais inteligentinha da mamãe. Aprendeu com a vovó a brincar de "janela, janelinha, porta, campainha" e quase afunda meu nariz de tanto apertar na hora do "din-don".

Minha mãe também o ensinou a pular na cama e ele a-doooo-ra. Com a Isabela da Karine, aprendeu a brincar de "roda cotia, de noite e de dia, o galo cantou e a casa caiu" - claro que adora a parte do "e a casa caiu". Já a vizinha Diovana ensinou-lhe a ninar boneca e ele anda agarradinho com o Salsicha (do Scooby-doo) cantarolando "nã-nã-nã" - e aqui em casa não tem esse negócio de brincadeira de menino e brincadeira de menina. Se ele começa a dar amor, carinho e atenção ao boneco, pode ser no futuro um pai mais afetuoso, não acha?

O Tio Zeco dançou rodando com ele pela sala e agora meu toquinho de gente não pode ouvir uma música animada que dança rodopiando até cair, de tontura. Do priminho Mateus, ele trouxe o lindo hábito de abraçar. Que delícia! Com o Bernardo, da Bianca, comeu pipoca. E eu que tinha medo que se afogasse?

Das brincadeiras de sempre, as que ele mais gosta ainda são de "esconde-achou", "vou te pegar" e areia com pedrinhas - a felicidade mora numa caixa de areia, minha gente! Quando consegue apanhar algum objeto proibido, como um celular, vira as costas e sai correndo, meio trôpego, para não entregar. Está cada vez mais atento aos sons ao seu redor e reconhece barulhos de caminhão, trem, moto, pássaros, cachorros, fazendo referência a cada um. Aos motorizados, dá tchauzinho. Aos animais, chama estalando a língua.

Olha a alegria dele brincando no caminhão do tio Mateus

Independência, já!

Joãozinho também quer ser mais independente. Outro dia calçou o próprio sapato, ao contrário, claro, lindamente. E só almoça se tiver uma colher na mão para ciscar o prato e tentar levar alguma coisa até a boca. Já sabe fazer rabiscos no papel com caneta. Obviamente que o primeiro eu já coloquei em exposição pública - na geladeira, rerere. Adora desamarrar cadarços e se olhar no espelho. Corre pra porta quando ouve o barulho do portão: papai chegou! Ah, anda com um porta-retrato do João nas mãos, o dia todo, repetindo "papai, papai".

Está mudando os hábitos de sono: dorme uma soneca só durante o dia, após o almoço. À noite, ainda acorda uma ou duas vezes para mamar. Ah, sim! Mama no peito ainda meu bezerrinho e assim vai continuar até acharmos o tempo certo para o desmame. Graças a Deus já não fica mais a noite toda pendurado no peito e algumas vezes, quando vai passear sem mim, passa o dia todo sem mamar.


Olha o caminhão dos bombeiros ali atrás... a foto só tirei na hora que de fato fomos embora, rere.
Disk 193

Tirando a falta de fome e uma gripinha nesta semana, nosso pimpolho está sempre mais lindo e fofo, cheio de gracinhas e daninhesas, como a de se trancar no carro, com a chave dentro. Isso foi em Castro, no dia em que fizemos as fotos no parque da Prainha. Eu o deixei brincar com a chave enquanto o prendia na cadeirinha (já deixou o bebê conforto) e ele apertou a trava bem na hora em que, distraidamente, bati a porta. "Bi- bi!"

Foi caso pra bombeiro e tudo. Com o sol escaldante que fazia, Joãozinho começou a suar enquanto eu e minha mãe procurávamos uma solução do lado de fora. Emprestei um celular e liguei no 193. Vieram de caminhão, com sirenes ligadas e tudo. Maior muvuca, populares se aglomerando e eu já entrando em desespero, kkkk. Meu irmão conseguiu abrir o carro com um arame por um vão da porta, mas os cinco bombeiros presentes na ocasião já estavam a postos para quebrar o vidro. Sufoco, viu? kkkk.

O peixe da Prainha: foto tradicional

Clube das mulheres

Calma, não é noitada com go-go-boy não! Quem dera... Ops, digo, jamais dera, kkkk. É só uma chance de lembrar que toda mãe também é mulher e merece um tempinho só pra si. Depois de um ano, finalmente comecei a fazer programas só com as meninas, sem incluir o Joãozinho. Fui ao cinema com a Karine ver "Somos tão jovens" e morrer de nostalgia da nossa adolescência com as canções do Renato. Depois fui com a Bianca assistir ao "Minha mãe é uma peça" e demos boas risadas, muitas vezes nos identificando com a história. Essas saídas têm sido meu ponto de fuga, para de vez em quando deixar Joãozinho com o papai, que normalmente o leva à casa da avó e da tia, e ficar por duas horinhas dando um rolé descomprometido. Faz bem, bate até uma saudade de casa, do bebê e tudo mais.

Mas o gostoso mesmo, é ficar grudadinha nele!

De volta ao trabalho

E não é que no tempo certo as coisas se ajeitam? Desde o começo do ano que andei preocupada em voltar a trabalhar. Tive até aquelas tentativas frustradas (veja aqui), que acabaram me desmotivando ainda mais, lembra? Enfim, estou novamente empregada!!! E o melhor de tudo: não vou precisar colocar Joãozinho na escola e nem contratar empregada! Viva! #felizdavida

É coisa de Deus na vida da gente, né? Bem, fui aprovada num processo seletivo para contratação de professor do curso de jornalismo da Faculdade Secal. Começo dia 29, com semana pedagógica, e assumo três turmas nas disciplinas de Radiojornalismo e Comunicação e Tecnologia: amo tudo isso. Já estou estudando pra valer. Serão três noites por semana, quando o bebê ficará com o papai, renda extra no final do mês e o principal: a retomada da carreira com uma experiência de docente no currículo. #phyna.

Saltitantes e felizes
   
Dicas do Dia

Economizar é sempre bom, mas em geral opto pela qualidade, mesmo quando preciso pagar um pouquinho a mais. É assim com as fraldinhas do João, que se adaptou bem à Pampers e à Huggies da Turma da Mônica. Ultimamente, tem usado a da Mônica que compro em fardos maiores no Atacadão, sai bem mais em conta.

Já c com o lenço umedecido, quase nunca variei. Era sempre o Huggies, que também tem em oferta no Atacadão, mas que ainda assim é o dobro do preço dos mais simples. Experimentei o Pampers e achei a mesma coisa. Até que minha cunhada Rapha me apresentou ao Dry Baby Plus, da Biofral (de pacotinho) e, aleluia, deu certo. É mais molhadinho, tem cheirinho bom, suave, não sai em pencas do pacote e o máximo que já paguei pelo de 50 unidades foi R$ 3,99. Super compensa. Então, recomendo.


Outra novidade que marcou esse período foi a presença da turma Os Pequerruchos em nossa rotina. Eu já conhecia, mas a Angelita Kobay Prestes, querida, sugeriu e me incentivou a gostar ainda mais dos personagens que estão fazendo o maior sucesso com Joãozinho. Assim como a Galinha Pintadinha, o desenho é bem lúdico, super colorido, com músicas clássicas do nosso cancioneiro popular infantil e bem dançante. Não encontrei o DVD ainda para comprar, mas já baixei o aplicativo deles no celular e é sempre diversão garantida. Essa aí da Rosa Juvenil, João adora.


Para encerrar, um vídeo muito especial que meu marido postou no face. Fala sobre como nossas crianças aprendem a ser quem são a partir dos exemplos. Todo pai deveria ver: O impacto de um pai na vida do filho.



Por hoje, minha gente, é isso. Passei muito tempo sem contar nada por aqui, acho que isso explica o megapost! rere. É sua vez de dizer... Seu filho também diz não para tudo? Já ficou trancado no carro? Como foi sua volta ao trabalho? Costuma fazer passeios sem os filhos? Castigo funciona nessa idade? Enfim... dê pitaco à vontade. Aqui é o lugar. :-)

Beijocas e até logo! Ficam nossas fotos do período. Tem bastante.













Pipoca com tio Mateus

Dançando com tio Zeco

Com as musas da München e o papais na Efapi

Com vô Alci na Efapi



Deu a mão pro bezerro lamber


Com a Elssa na festa junina

Férias com Diovana



Aprendendo a ninar o nenê


Toda a felicidade do mundo mora na areia



Uma voltinha no Rio Iapó com tios Mateus e Day e primo Mateuzinho





Tia Day e priminho Mateus


Denguinho de gripe no colinho do papai

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